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5 de janeiro de 2011
Muitos são os pacientes que chegam aos consultórios de fonoaudiologia com a mesma queixa: gagueira. Independente da idade ou do sexo, este assunto incomoda desde os pacientes que percebem a fala diferente até familiares, amigos e pessoas desconhecidas que porventura venham a conviver com esta pessoa.
A gagueira não deve ser interpretada nem vista como piada, deve sim ser levada a sério e o paciente ter acesso a tratamento adequado. A fala é caracterizada por interrupções atípicas ou involuntárias em seu fluxo, podendo vir acompanhada de movimentações corporais ou orofaciais. É comumente observada em crianças na faixa etária de dois a quatro anos, em algumas crianças esta etapa do desenvolvimento de fala passa sem grandes conseqüências e em outras a gagueira tende a se instalar.
A predisposição genética é apontada como um dos fatores causais da gagueira, mas não pode ser considerado o único, pois a gagueira é considerada um distúrbio multifatorial de base neurológica.
As conseqüências da gagueira são inúmeras, principalmente em relação à auto estima e estado emocional do paciente.
O acompanhamento fonoaudiológico é essencial e quanto mais precoce, melhores serão os resultados, inclusive em pacientes adultos que apresentam gagueira instalada.
Carolina Cysne
Tutoria e Interação – Portal Educação
Portal Fonoaudiologia
Web site pesquisado: www.gagueira.org.br
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