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14 de janeiro de 2011
RESUMO
A questão da identificação da dislexia tem provocado um grande volume de debates e de argumentação. O critério de definição mais freqüentemente aceito é o da discrepância entre desempenho de leitura e de escrita em relação à inteligência e às oportunidades educacionais, ou seja, consideram-se disléxicas as crianças que, embora aparentemente normais ou superiores em muitas áreas do funcionamento intelectual, e a despeito de encorajamento e oportunidades educacionais, ainda assim encontram extrema dificuldade na aprendizagem da leitura e da escrita. Estima-se que, no Brasil, cerca de 15 milhões de pessoas têm algum tipo de necessidade especial. As necessidades especiais podem ser de diversos tipos: mental, auditiva, visual, físicas, de conduta ou deficiências múltiplas. Deste universo, acredita-se que, pelo menos, noventa por cento das crianças, na educação básica, sofram com algum tipo de dificuldade de aprendizagem relacionada à linguagem: dislexia, disgrafia e disortografia. Tornando o estudo da fonologia essencial, evidenciando que a dislexia é a capacidade parcial de a criança ler compreendendo o que se lê, acreditando que crianças na educação básica sofram com algum tipo de dificuldades de aprendizagem relacionada à linguagem, sendo a dislexia a de maior incidência, merecendo assim, toda atenção por parte dos gestores de política educacional, pais e sociedade.
PALAVRA-CHAVE:
linguagem, dislexia, fonologia, leitura, aprendizagem.
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