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Cuidador de idosos: descubra a importância dessa profissão

Entenda o trabalho e o que o idoso precisa para viver bem


2 de março de 2011


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Em algum momento da vida, as pessoas sempre irão experimentar o ato de cuidar

Em algum momento da vida, as pessoas sempre irão experimentar o ato de cuidar

Você já ouviu falar em cuidador de idosos? Essa é uma profissão que está em alta e que merece atenção. De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações, o cuidador de idosos é conceituado como trabalhador doméstico, por ser entendido como o acompanhante de idosos, cuidador de pessoas idosas e dependentes.

Em algum momento da vida, as pessoas sempre irão experimentar o ato de cuidar. Será uma experiência única, pois cuidar de um idoso satisfazendo as suas necessidades pode ser uma das experiências mais comovedoras e satisfatórias.

“Entende-se como cuidador de idosos a pessoa que tem como objetivo cuidar da parte da alimentação, higiene, lazer e esporte desse idoso, só que dificilmente quando a pessoa está na informalidade, caracteriza um cuidador de idosos, porque ela acha que é uma tarefa difícil cuidar de um idoso”, explica a enfermeira e tutora do Portal Educação, Adriana Miranda.

Cuidar de um idoso não é apenas dar banho, comida e remédios nos horários estipulados. Vai, além disso, é preciso conhecer a fisiologia, os agravos que acometem esse idoso. Por exemplo, é muito importante prestar atenção se a pessoa idosa está perdendo a memória e se esquecendo de como se mastiga, ou mesmo nomes de parentes próximos, entre outros.

“O cuidador de idosos precisa saber identificar se esse idoso está com falta de memória, quais as dificuldades que essa pessoa está tendo em tomar banho, ele precisa identificar quais são os problemas que estão sendo desenvolvidos nesse paciente”, lembra a enfermeira.

Outro assunto que vale ser ressaltado é a questão da depressão em idosos que está entre as principais doenças psiquiátricas que acometem as pessoas da terceira idade.

A psicóloga e tutora do Portal Educação, Denise Marcon, comenta que é preciso entender que a depressão não é uma tristeza passageira diante de uma situação vivida, ela apresenta uma tristeza profunda e duradoura, acompanhada de desânimo, desinteresse e impossibilidade para desfrutar dos prazeres da vida.

“Essa pessoa fica apática, tem choro frequente, ou dorme muito ou tem insônia, enfim, ela acaba se afastando do convívio social. O reconhecimento da depressão no idoso é difícil, porque acontece preconceito com relação à idade e às doenças mentais que, às vezes, dificultam a busca por um tratamento adequado”, diz Marcon.

Muitas pessoas acreditam que a depressão é um fato normal que ocorre na velhice, mas isso não é verdade. O idoso não precisa ser necessariamente triste porque já envelheceu e está com uma idade mais avançada. Todas as pessoas, independente da idade ou sexo, precisam de atenção e carinho. Trate o idoso da melhor forma possível, estimulando a fazer atividades como pintura, danças, passeios em parques e praças. Faça ele se sentir bem e feliz.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Portal Educação


TAGS: cuidador de idosos, idoso, depressão, memória, dificuldades

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