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Paralisia Cerebral

Artigo por Colunista Portal - Educação - terça-feira, 28 de abril de 2009

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A paralisia cerebral congrega um grupo de afecções permanentes do sistema nervoso central sem caráter progressivo e de instalação no período neonatal. Há várias abordagens terapêuticas para a paralisia cerebral com possíveis benefícios ao paciente, porém poucas embasadas em evidências científicas indiscutíveis.

Há muitas causas de paralisia cerebral; e qualquer condição que leve a uma anormalidade do cérebro pode ser responsável. As causas mais comuns são da paralisia cerebral são o desenvolvimento congênito anormal do cérebro, particularmente do cerebelo; anóxia cerebral perinatal, especialmente quando associada com prematuridade; lesão traumática do cérebro, no nascimento, geralmente decorrente de trabalho de parto prolongado, ou uso de fórceps; eritroblastose por incompatibilidade Rh; infecções cerebrais (encefalite) na fase inicial do período pós-natal.

A incidência das paralisias cerebral moderadas e severas está entre 1,5 e 2,5 por 1000 nascidos vivos nos países desenvolvidos; mas há relatos de incidência geral, incluindo todas as formas de 7:1000.

A abordagem fisioterapêutica na paralisia cerebral teria a finalidade de preparar a criança para uma função, manter ou aprimorar as já existentes, atuando sempre de forma a adequar a espasticidade. O prognóstico da paralisia cerebral depende evidentemente do grau de dificuldade motora, da intensidade de retrações e deformidades esqueléticas e da disponibilidade e qualidade da reabilitação.

Clique aqui e leia o artigo: "Desenvolvimento motor de criança com paralisia cerebral: avaliação e intervenção" de Greisy Kelli Broio Rosa et al.

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