artigo

terça-feira, 28 de abril de 2009 - 11:53

Tamanho do texto: A A

Paralisia Facial

por: Colunista Portal - Educação

A paralisia facial periférica é a neuropatia craniana aguda mais comum. Seus sintomas freqüentemente são muito chamativos e assustadores para o paciente, em contraste com o curso clínico favorável.

A paralisia facial periférica necessita de um tratamento especializado. A fisioterapia tem como objetivo na paralisia facial restabelecer a mímica facial.

Existem duas formas da paralisia facial: idiopática e sintomática. Entre as formas de paralisia facial idiopáticas, a paralisia de Bell é a mais freqüente e corresponde à lesão de natureza incerta, provavelmente viral, no trajeto proximal do nervo facial próximo à saída do forame estilomastóide. O prognóstico é bom na maioria desses casos da paralisia facial.

A forma sintomática da paralisia facial é causada por trauma, tumores comprimindo o nervo facial e outras doenças é incomum.

O tratamento da paralisia facial periférica requer abordagem médica, fisioterapêutica e fonoaudiológica. A fisioterapia é indispensável com o objetivo principal de restabelecer o trofismo, a força e a função muscular. Os recursos sugeridos pela literatura para o tratamento da paralisia facial são: cinesioterapia, massagem e eletrotermoterapia.

Para saber mais do assunto leia o artigo (Clique Aqui)  "Fisioterapia na paralisia facial periférica: estudo retrospectivo" de Márcia Regina GaranhaniI e et al.

CreativeCommons

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Comentários


colunista

Colunista Portal - Educação

O Portal Educação possui uma equipe focada no trabalho de curadoria de conteúdo. Artigos em diversas áreas do conhecimento são produzidos e disponibilizados para profissionais, acadêmicos e interessados em adquirir conhecimento qualificado. O departamento de Conteúdo e Comunicação leva ao leitor informações de alto nível, recebidas e publicadas de colunistas externos e internos.

Fisioterapia