(1)
(20)
28 de abril de 2009
A paralisia facial periférica é a neuropatia craniana aguda mais comum. Seus sintomas freqüentemente são muito chamativos e assustadores para o paciente, em contraste com o curso clínico favorável.
A paralisia facial periférica necessita de um tratamento especializado. A fisioterapia tem como objetivo na paralisia facial restabelecer a mímica facial.
Existem duas formas da paralisia facial: idiopática e sintomática. Entre as formas de paralisia facial idiopáticas, a paralisia de Bell é a mais freqüente e corresponde à lesão de natureza incerta, provavelmente viral, no trajeto proximal do nervo facial próximo à saída do forame estilomastóide. O prognóstico é bom na maioria desses casos da paralisia facial.
A forma sintomática da paralisia facial é causada por trauma, tumores comprimindo o nervo facial e outras doenças é incomum.
O tratamento da paralisia facial periférica requer abordagem médica, fisioterapêutica e fonoaudiológica. A fisioterapia é indispensável com o objetivo principal de restabelecer o trofismo, a força e a função muscular. Os recursos sugeridos pela literatura para o tratamento da paralisia facial são: cinesioterapia, massagem e eletrotermoterapia.
Para saber mais do assunto leia o artigo (Clique Aqui) "Fisioterapia na paralisia facial periférica: estudo retrospectivo" de Márcia Regina GaranhaniI e et al.
Comentários
(1)
(20)