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As leis brasileiras que regularizam os registros de fitoterápicos estão entre as mais rigorosas e avançadas do mundo
26 de janeiro de 2012

Os fitoterápicos precisam comprovar sua eficácia e segurança para uso
Os medicamentos fitoterápicos são medicamentos obtidos exclusivamente de matérias-primas ativas vegetais e, em sua maioria, comercializados em diferentes formas farmacêuticas, como óleos, cápsulas e extratos concentrados.
Diferente das receitas caseiras que são baseadas apenas no conhecimento popular, esses medicamentos feitos à base de extratos vegetais obedecem à regras para aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e registro no Ministério da Saúde (MS).
Assim como os medicamentos sintéticos, que são produzidos a partir de substâncias obtidas de processos químicos feitos em laboratórios, os fitoterápicos precisam comprovar sua eficácia e segurança para uso, mantendo sua qualidade e a função do princípio ativo do extrato vegetal utilizado.
As leis brasileiras que regularizam os registros de fitoterápicos estão entre as mais rigorosas e avançadas do mundo, pois estabelecem padrões de avaliação tão rígidos quanto os utilizados para outras categorias de medicamentos sintéticos.
Diante desse cenário, também é possível observar uma exigência maior de informações claras e objetivas sobre a procedência, a composição e o benefício real dos fitoterápicos, além da comprovação de eficácia e segurança. Por exemplo, a mudança no comportamento das pessoas que buscam uma vida mais saudável tem provocado maior procura por terapias baseadas no uso de extratos vegetais, em detrimento dos fármacos comuns.
Fonte: vilamulher.terra.com.br
TAGS: fitoterápicos, medicamentos, Anvisa, leis
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