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BNDES aprova R$ 64,2 mi para Aché desenvolver remédios

O projeto do Aché compreende investimentos em pesquisa, desenvolvimento e registro de produtos, tanto no Aché quanto na Biosintética.


10 de janeiro de 2012


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Os produtos que serão desenvolvidos pelo Aché e pela Biosintética têm registro no exterior.

Os produtos que serão desenvolvidos pelo Aché e pela Biosintética têm registro no exterior.

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 64,2 milhões para o Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. e sua controlada Biosintética Farmacêutica Ltda. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de medicamentos inovadores, genéricos e similares por meio do BNDES Profarma, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde. A participação do banco equivalerá a 88% do valor a ser aplicado pelas empresas. O financiamento do banco ocorrerá por meio dos subprogramas Profarma Produção e Inovação.

O Programa do BNDES tem como objetivo incentivar o crescimento da produção e pesquisa de equipamentos médicos, materiais para diagnóstico, hemoderivados, imunobiológicos, intermediários químicos e extratos vegetais para fins terapêuticos, princípios ativos farmacêuticos e medicamentos para uso humano de interesse estratégico para a Política Nacional de Saúde. Além disso, visa contribuir para a formação e a consolidação de uma base exportadora no País.


O projeto do Aché compreende investimentos em pesquisa, desenvolvimento e registro de produtos, tanto no Aché quanto na Biosintética. Os investimentos estão divididos em três grupos: os produtos inovadores, os similares e a renovação de registro. O apoio do banco no projeto tem como mérito favorecer os investimentos de empresas no Brasil de medicamentos inovadores, gerando diferencial de mercado.


Os produtos que serão desenvolvidos pelo Aché e pela Biosintética têm registro no exterior, mas ainda não no Brasil. Desta forma, resultarão em novas associações e formulações. O segundo grupo de investimentos, o de medicamentos similares, inclui produtos para os quais já há remédios de referência e/ou genéricos, produzidos e comercializados no mercado.


Ontem também foi anunciada a compra da Inhibitex pela farmacêutica americana Bristol-Myers Squibb por US$ 2,5 bilhões. A biofarmacêutica é especializada na fabricação de remédios contra a hepatite C.


"A aquisição dá continuidade ao conceito histórico de Bristol-Myers Squibb de desenvolver e fornecer novos remédios em virologia e enriquece nosso foco de pesquisa para hepatite C", disse seu executivo-chefe, Lamberto Andreotti.

Fonte: dci.com.br


TAGS: BNDES, Aché, remédios, programa, desenvolver

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