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19 de janeiro de 2011
Neste estudo, de caráter qualitativo, foi analisada a comunicação estabelecida entre mãe-criança-auxiliares de enfermagem durante as situações de aplicações de medicamentos injetáveis em crianças. Foi utilizada a técnica de observação não participante com anotações de campo em doze situações. Os dados foram categorizados segundo o Modelo Teórico de Forrest. Constatou-se o predomínio das categorias bloqueadoras Desaprovação, Depreciação, Tranquilizando a Mãe com "Clichês" ou Comentários Estereotipados. As categorias facilitadoras apresentaram as subcategorias "reconhecendo os sentimentos e presença da criança e esclarecendo e orientando a mãe ou responsável". Concluiu-se que houve o predomínio no uso das categorias bloqueadoras, quando não foram utilizados recursos de comunicação verbal para interagir com a mãe e criança, não estabelecendo um relacionamento de amizade e confiança e tornando o relacionamento ineficiente.
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