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5 de dezembro de 2008
Vem-se intensificando estudos e discussões sobre critérios para diferenciar e aplicar corretamente os processos de esterilização. Durante a prática do estágio detectamos dúvidas e falhas no processo de esterilização com produtos químicos; assim sendo realizamos este estudo com objeto de identificar quem executa, os produtos químicos usados, as técnicas empregadas e os fatores intervinientes no processo de esterilização de artigos críticos. Os dados foram obtidos em agosto/2003 e abril/2004, através de entrevista dirigida a enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem nos hospitais Evangélico e Universitário.
Observou-se que a esterilização é executada pelo auxiliar de enfermagem e no Hospital Evangélico também pelo técnico de enfermagem, e não pelo enfermeiro, como é recomendado. A esterilização no Hospital Evangélico dura 10 horas. Já no Universitário, os artigos são expostos ao Formaldeído durante 12 horas e o Glutaraldeído durante 1 hora. Tempo inferior a 10 horas, o material é considerado desinfetado e não esterilizado.
A esterilização sendo descentralizada, não tem benefícios como: proteção ao meio ambiente, fiscalização facilitada e saúde ocupacional. Dada a diversidade de falhas, medidas corretivas devem ser adotadas e o profissional de saúde deve envolver-se neste processo.
Conceitualmente esterilização é um processo pelo qual ocorre a distribuição de todas as formas de vida microbiana, isto é, esporos, bactérias, fungos e protozoários em determinado meio, devido à aplicação de agentes físicos ou químicos.
Os processo de esterilização podem ser físicos ou químicos. Entre os primeiros, incluem-se calor úmido saturado sob pressão, calor seco, irradiação ionisante, irradiação ultravioleta e a filtração. Entre os agentes químicos recomenda-se o óxido de etileno, o Glutaraldeído e o Formaldeído.
A escolha do processo de esterilização depende da natureza do artigo a ser esterilizado. O processo de esterilização que oferece maior segurança é o calor úmido saturado sob pressão, entretanto, vários artigos hospitalares são termossensíveis, o que inviabiliza esse processo de forma generalizada.
Leia O artigo na integra acessando o arquivo abaixo.
Fonte: CARVALHO, KARLA C. N. A Esterilização. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Campus de Dourados, 2004.
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