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terça-feira, 1 de janeiro de 2008 - 00:00

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Alprazolam

por: Colunista Portal - Educação

A dosagem de ALPRAZOLAM deve ser gradualmente reduzida
A dosagem de ALPRAZOLAM deve ser gradualmente reduzida
INDICAÇÕES

ALPRAZOLAM
é indicado no tratamento de estados de ansiedade. ALPRAZOLAM não deve ser administrado a pacientes com sintomas psicóticos. Os sintomas de ansiedade podem variavelmente incluir: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas. ALPRAZOLAM também é indicado no tratamento dos estados de ansiedade associados com outras manifestações como a abstinência do álcool. A eficácia de ALPRAZOLAM para uso prolongado, excedendo seis meses, não foi estabelecida por ensaios clínicos sistemáticos. O médico deve periodicamente reavaliar a utilidade do medicamento para o paciente individual.



PRECAUÇÕES

ALPRAZOLAM
não é recomendado para ser administrado a pacientes cujo principal diagnóstico seja a psicose. Indivíduos com tendência para o abuso de drogas, tais como alcoólatras e toxicômanos, devem ser cuidadosamente observados enquanto receberem benzodiazepinas, por causa de sua predisposição para o hábito e dependência. A exemplo de outras drogas que atuam sobre o sistema nervoso central, os pacientes sob terapia com ALPRAZOLAM devem ser advertidos para não operar veículos motorizados ou maquinaria perigosa até que se tenha certeza de que não experimentam sonolência ou tontura enquanto recebem este medicamento.


A dosagem de ALPRAZOLAM deve ser gradualmente reduzida, visto que a suspensão abrupta de qualquer agente ansiolítico pode resultar em sintomas similares aos mesmos sintomas que são objetos do tratamento. Os sinais e sintomas de suspensão abrupta podem incluir: ansiedade, agitação, irritabilidade, tensão, insônia e, ocasionalmente, convulsões. Devem-se tomar as precauções usuais no tratamento de pacientes com função renal ou hepática prejudicada. Não foram estabelecidas segurança e eficácia de ALPRAZOLAM em pacientes com menos de 18 anos. Interações medicamentosas: as benzodiazepinas, incluindo ALPRAZOLAM, produzem efeitos depressores do sistema nervoso central quando coadministrados com drogas tais como barbitúricos, álcool ou anti-histamínicos ou outros benzodiazepínicos.


Carcinogênese:
nenhuma evidência de potencial carcinogênico foi observada em camundongos durante um estudo de 24 meses com ALPRAZOLAM. Uso durante a gravidez: em vários estudos foi sugerido um risco de malformações congênitas associadas com tranquilizantes menores (clorodiazepóxido, diazepam e meprobamato) durante o primeiro trimestre de gravidez. Em vista de o uso destas drogas se constituir raramente em um caso de urgência, a administração de ALPRAZOLAM durante a gravidez deve sempre ser evitada. Deve-se considerar a possibilidade de a paciente potencialmente fértil estar grávida na época da instituição da terapia. A paciente deve ser advertida para, no caso de gravidez, contatar seu médico acerca de sua decisão em descontinuar o tratamento com a droga. Uso durante a amamentação: como regra geral, amamentação não deve ser efetuada quando a paciente estiver recebendo o medicamento, pois muitas drogas são excretadas no leite humano.



EFEITOS COLATERIAIS

Os efeitos colaterais, se ocorrerem, são geralmente observados no início da terapia e desaparecem, usualmente, com a continuação do tratamento ou redução da dosagem. O efeito colateral mais comum verificado com ALPRAZOLAM foi a sonolência. Os efeitos colaterais menos frequentes foram, aturdimento, visão turva, desordens de coordenação, vários sintomas gastrintestinais e manifestações neurovegetativas. A exemplo de outras benzodiazepinas, reações paradoxais como estimulação, agitação, dificuldades de concentração, confusão, alucinações ou outros efeitos adversos de comportamento podem se apresentar em raras ocasiões e ao acaso. Pode ainda ocorrer prurido, incontinência ou retenção urinária, alterações de libido e irregularidades menstruais.


Superdosagem:
Manifestações decorrentes de superdosagem de ALPRAZOLAM incluem extensões de sua atividade farmacológica, isto é, ataxia e sonolência. Indica-se a indução do vômito e/ou lavagem gástrica. Como em todos os casos de superdosagem, a respiração, as pressões sanguíneas e do pulso devem ser monitorizadas e apoiadas por medidas gerais, quando necessário. Pode-se administrar fluidos intravenosos, mantendo-se ventilação adequada para as vias respiratórias. Experimentos efetuados em animais indicaram que pode ocorrer colapso cardiopulmonar após grandes doses intravenosas de ALPRAZOLAM (cerca de 195 mg/Kg; mais que 2000 vezes a dose máxima diária para seres humanos). Os animais puderam ser reanimados com ventilação mecânica positiva e infusão endovenosa de levarterenol. Outros estudos efetuados em animais sugeriram que a diurese forçada ou hemodiálise se mostraram provavelmente de pouco valor no tratamento da superdosagem. A exemplo da superdosagem com qualquer outra droga deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.



DOSES


Frontal tem em cp. de 0,25 - 0,5 e 1 mg

Tranquinal tem em cp. de 0,25 - 0,5 - 1 - 2 mg

A dose habitual é de 0,5 mg 2x/dia e/ou 1-2 mg/noite


Fonte:
Dr. Geraldo José Ballone (site PsiqWeb)*

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