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1 de janeiro de 2008
Oração ao Farmacêutico
Bendito seja tu!...que em horas mortas,
Para servir um lar que a dor invade,
Vais abrir tua porta com bondade
Quando o sono fechou todas as portas!
Bendito seja tu!...Que mal suportas,
Dos venenos a cruel letalidade
E os transforma, por bem da humanidade,
Nos bálsamos que arranca das retortas!
Quando o mundo chegar a novas eras,
Quando os homens, em vez de serem feras,
Se unirem pela força dos ideais
Erguer-se-ão monumentos de granito
Em cujos pedestais se tenha escrito:
"Farmacêutico" só! Para quê mais?
Álvaro de Albuquerque
Poema enviado por: Michelle Vilas Boas Mualem
Acadêmica de Farmácia - Sâo Luis/MA
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