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quarta-feira, 1 de agosto de 2012 - 17:34

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Pomadas

por: Colunista Portal - Educação

Os excipientes podem ser de origem natural ou sintética
Os excipientes podem ser de origem natural ou sintética

As pomadas são preparações de consistência semissólidas destinadas a serem aplicadas sobre a pele ou sobre certas mucosas, a fim de exercer uma ação local ou de realizar a penetração percutânea de princípios ativos; apresentam aspecto homogêneo, são constituídas por excipientes (simples ou composto), nos quais são dispersos um ou mais princípios ativos.

Os excipientes das pomadas podem ser de origem natural ou sintética; a pomada pode ser constituída de uma ou mais fases, de acordo com a natureza do excipiente; a preparação pode apresentar propriedades hidrófilas ou hidrófobas. As preparações podem apresentar aditivos apropriados como: agentes antimicrobianos, antioxidantes, estabilizantes, emulsificantes ou espessantes.

As pomadas consistem basicamente em um excipiente, com uma única fase onde são dispersas as substâncias líquidas ou sólidas. Pomadas hidrófobas (lipófilas) não absorvem, normalmente, pequenas quantidades de água. As substâncias mais comuns empregadas na formulação desta categoria são vaselina, parafina líquida, óleos vegetais ou animais, glicerídeos sintéticos e ceras.

Já as pomadas absorventes de água são aquelas que absorvem quantidades importantes de água; as substâncias utilizadas são as mesmas da p.p.d (hidrófobas), acrescidas de emulsificantes tipo água em óleo, como alcoóis graxos, ésteres, monoglicerídeos etc. Pomadas hidrófilas são as preparações em que os excipientes são miscíveis na água.

São constituídas, habitualmente, de misturas de polietilenoglicóis (PEG) e retêm quantidades apropriadas de água. Nos dias de hoje a variedade dos excipientes que se podem utilizar na preparação das pomadas é inúmera. Podemos classificar as pomadas de acordo com a finalidade terapêutica do seu emprego. Assim, as pomadas são classificadas pela relação dos seus excipientes e o tipo de ação pretendida.

Desta forma, o poder de penetração exerce uma relação direta com a ação terapêutica. Podemos classificar os tipos de pomadas de acordo com sua penetrabilidade: Pomadas epidérmicas: fraco ou nenhum poder de penetração; Pomadas endodérmicas: penetram na epiderme, atuando nas camadas tissulares mais profundas, sem, contudo, que a penetração dos fármacos atinja a corrente sanguínea; Pomadas diadérmicas: penetram tão profundamente que são capazes de atingir a corrente sanguínea.

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