Mais de 800 cursos online com certificado em diversas áreas

esqueci minha senha
Sala de aula
Confira o regulamento Promoção do Mês

Artigos de Farmácia


Resolução - RDC Nº. 222, DE 29 DE JULHO DE 2005


11 de setembro de 2008


definir tamanho aA aA


A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 22, Inciso IV do Regulamento Interno da Anvisa, aprovado pela Portaria nº. 593, de 25 de agosto de 2000, em reunião realizada em 18 de julho de 2005,  

considerando, a legislação vigente, Decreto 78.840, de 25 de novembro de 1976; 

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino sua publicação. 

Art. 1º Fica aprovada a 1ª Edição do Formulário Nacional, elaborado pela Subcomissão do Formulário Nacional, da Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira (CPRVD), instituída pela Portaria nº.734, de 10 de outubro de 2000, em anexo. 

Art. 2º O Formulário Nacional deverá ser revisto a cada cinco anos pela Subcomissão referida no Art. 1º.  

Parágrafo único. Independentemente da revisão periódica a que se refere este Artigo, a Subcomissão promoverá a publicação e divulgação de suplementos contendo modificações, inclusões e exclusões necessárias à contínua atualização do Formulário Nacional. 

Art. 3º As farmácias e os laboratórios industriais farmacêuticos, que manipulem ou fabriquem os produtos constantes do Formulário Nacional, devem ter, ao menos, um exemplar atualizado e seus suplementos. 

Parágrafo único. O Formulário Nacional deverá ser aquele em vigor, conforme a revisão prevista no Art. 2º. 

Art. 4º Esta Resolução da Diretoria Colegiada entra em vigor a partir da data de sua publicação no DOU. 

DIRCEU RAPOSO DE MELLO 

 

ANEXO 

FORMULÁRIO NACIONAL 

PREFÁCIO 

II 

COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA 

III 

SUBCOMISSÃO DO FORMULÁRIO NACIONAL 

IV  

COLABORADORES 

V  

GENERALIDADES 

VI 

INSTRUÇÕES PARA USO DAS MONOGRAFIAS 

VII 

MONOGRAFIAS 

VIII 

BASES PARA O PREPARO DAS FORMULAÇÕES 

IX  

SOLUÇÕES AUXILIARES 

ANEXOS 

XI 

ÍNDICE 

I PREFÁCIO 

O Decreto Presidencial número 37843, de 1o de setembro de 1955, que aprovou a "Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil e dá outras providências", refere que o "Formulário Nacional" encontrava-se em elaboração naquela data.  

Ainda que "Formulário Nacional" fosse citado em outros textos legais, como o Decreto no 45502, de 27 de fevereiro de 1959 e o Decreto no 78840, de 25 de novembro de 1976, na realidade, esta obra jamais foi publicada. 

No ano 2000, um grupo de farmacêuticos integrantes da Diretoria da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (ANFARMAG) esteve na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e solicitou ao, então, Diretor-Presidente o resgate e a publicação do "Formulário Nacional", no que foi atendido, e o assunto encaminhado à Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira (CPRFB). 

A CPRFB propôs a criação da Subcomissão do Formulário Nacional, designada pela Portaria 734 de 10 de outubro de 2000, e o início imediato dos trabalhos, estando ciente que, se constituía em antiga aspiração da classe farmacêutica. 

E, nesta data, a CPRFB apresenta à ANVISA, para oficialização e publicação, os originais da 1a edição do "Formulário Nacional", elaborado pela Subcomissão do Formulário Nacional da Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira. 

Assim, esta 1a edição do "Formulário Nacional" é o resgate do compromisso que a atual CPRFB não havia assumido, porém, que buscou cumprir dentro de suas possibilidades.  

Os membros da CPRFB, como os da Subcomissão que elaboraram esta 1a edição, destacam as dificuldades da adequação aos nossos dias, de uma obra comprometida em publicação há, praticamente, meio século, época em que o avanço tecnológico situava-se em outro estágio de desenvolvimento, quando, praticamente, não existiam fármacos e medicamentos de alta especificidade, que exigem conhecimentos especializados. 

Estamos, porém, certos de que o emprego das fórmulas oficinais contidas neste código oficial é de cunho social e que irá proporcionar aos farmacêuticos e à indústria farmacêutica meios de melhor atendimento às necessidades da população Esperamos, ainda, que novas edições venham a ser, brevemente, publicadas com a adição de novas formulações que se encontram em etapas de desenvolvimento e avaliação em nosso País. 

Subcomissão do Formulário Nacional 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira 

II COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA 

FARMACOPÉIA BRASILEIRA 

MINISTÉRIO DE ESTADO DA SAÚDE 

JOSÉ SARAIVA FELIPE 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 

DIRETOR-PRESIDENTE 

DIRCEU RAPOSO DE MELLO 

DIRETORIA COLEGIADA 

DIRCEU RAPOSO DE MELLO 

CLAUDIO MAIEROVITCH P HENRIQUES 

FRANKLIN RUBINSTEIN 

VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA 

COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO 

DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA 

PRESIDENTE 

CELSO FIGUEIREDO BITTENCOURT 

CYPRIANO CARDOSO FILHO 

Farmacêutico 

Associação Brasileira de Farmacêuticos 

Rio de Janeiro, RJ 

EDUARDO AUGUSTO MOREIRA 

Professor 

Curso de Farmácia da Universidade Regional 

Integrada do Alto Uruguai das Missões 

Erechim, RS 

EDUARDO CHAVES LEAL 

Farmacêutico 

Instituto Nacional de Controle de Qualidade 

em Saúde/FIOCRUZ 

Rio de Janeiro, RJ 

ELFRIDES E SCHERMAN SCHAPOVAL 

Professora 

Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

Porto Alegre, RS 

ELIZABETH IGNE FERREIRA 

Professora 

Faculdade de Ciências Farmacêuticas 

da Universidade de São Paulo 

São Paulo, SP 

ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES 

Professor 

Curso de Química da Universidade Federal 

de Santa Maria 

Santa Maria, RS 

GERALDO FENERICH 

Farmacêutico 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária 

do Ministério da Saúde 

Brasília, DF 

GERSON ANTÔNIO PIANETTI 

Professor 

Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais 

Belo Horizonte, MG 

JOÃO CARLOS PALAZZO DE MELLO 

Farmacêutico 

Conselho Federal de Farmácia 

Brasília, DF 

LAURO DOMINGOS MORETTO 

Farmacêutico 

Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo 

São Paulo, SP 

MARIA JOSÉ MACHADO 

Farmacêutica 

Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil 

Brasília, DF 

NIKOLAI SHARAPIN 

Professor 

Faculdade de Farmácia da Universidade 

Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

SALVADOR ALVES PEREIRA 

Professor 

Faculdade de Farmácia da Universidade 

Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

WILSON REINHARDT FILHO 

Farmacêutico 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária 

São Paulo, SP 

III SUBCOMISSÃO DO FORMULÁRIO NACIONAL 

PORTARIA N o 734, DE 10 DE OUTUBRO DE 2000* 

Dr Salvador Alves Pereira 

Coordenador da Subcomissão do Formulário Nacional 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira 

Niterói, RJ 

Alexandre Fiúza Juliano 

Universidade Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

Celso F Bittencourt 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira 

Universidade Federal de Santa Maria 

Santa Maria, RS 

David Telvio Knobel 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Elpidio Nereu Zanchet 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

José Antonio de Oliveira Batistuzzo 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Julio Fernandes Maia Neto 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Natal, RN 

Luciane Varini Laporta 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira/UNIFRA 

Santa Maria, RS 

Luiz Fernando Secioso Chiavegatto 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Rio de Janeiro, RJ 

Marco Antonio Perino 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Jundiaí, SP 

Nikolai Sharapin 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira 

Universidade Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

Paulo Queiroz Marques 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Rogério Tokarski 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Brasília, DF 

Victor Hugo Costa Travassos da Rosa 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo 

Brasília, DF 

* Modificada pelas Portarias no 630 e no 872, de 31102002 e 03102003, respectivamente, com a inclusão dos seguintes membros: 

Aaron de Oliveira Barbosa 

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas 

da Faculdade de Medicina da 

Universidade de São Paulo 

São Paulo, SP 

Anderson de Oliveira Ferreira 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Juiz de Fora, MG 

IV COLABORADORES 

Aaron de Oliveira Barbosa 

Farmacêutico, 

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da 

Universidade de São Paulo 

São Paulo, SP 

Alexandre Fiúza Juliano 

Farmacêutico, 

Universidade Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

Anderson de Oliveira Ferreira 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Juiz de Fora, MG 

Armando da Silva Cunha 

Farmacêutico, 

Universidade Federal de Minas Gerais 

Belo Horizonte, MG 

Celso F Bittencourt 

Farmacêutico, 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira 

Universidade Federal de Santa Maria 

Santa Maria, RS 

David Telvio Knobel 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Eduardo Schmitt de Souza 

Farmacêutico, 

Comissão Permanente de Revisão 

da Farmacopéia Brasileira 

Santa Maria, RS 

Elpidio Nereu Zanchet 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Evaldo Luiz Falcadi 

Farmacêutico, 

Drogaderma Ltda 

São Paulo, SP 

Fabian Teixeira Primo 

Farmacêutico, 

Curso de Ciências Farmacêuticas do 

Centro Universitário Franciscano 

Santa Maria, RS 

Fernando Gomes Ferreira 

Farmacêutico, 

Universidade do Grande Rio 

Duque de Caxias, RJ 

Humberto Gomes Ferraz 

Farmacêutico, 

Faculdade de Ciências Farmacêuticas 

da Universidade de São Paulo 

São Paulo, SP 

José Antonio de Oliveira Batistuzzo 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

José Aparício Brittes Funck 

Farmacêutico, 

Pontifícia Universidade Católica 

Porto Alegre, RS 

José Elizaine Borges 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Goiânia, GO 

José Maria V. V. Brígido 

Farmacêutico, 

Secretaria Estadual de Saúde 

Niterói, RJ 

Julio Fernandes Maia Neto 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Natal, RN 

Leandra Sá de Lima 

Farmacêutica, 

Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda 

Brasília, DF 

Levy Gomes Ferreira 

Farmacêutico, 

Santa Casa de Misericórdia 

Rio de Janeiro, RJ 

Luciane Varini Laporta 

Farmacêutica, 

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira /Centro Universitário Franciscano 

Santa Maria, RS 

Luiz Fernando Secioso Chiavegatto 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Rio de Janeiro, RJ 

Magali da Silva Pacheco Nobre Rossi 

Farmacêutica, 

Associação Nacional de 

Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Marco Antonio Perino 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Jundiaí, SP 

Maria do Carmo Pereira da Silva 

Estudante, 

Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda 

Brasília, DF 

Maria Nicoletti 

Farmacêutica, 

Faculdade de Ciências Farmacêuticas 

da Universidade de São Paulo 

São Paulo, SP 

Marisa de Moura Souza da Luz 

Farmacêutica, 

LCPQBA 

Curitiba, PR 

Nara Deitos Bittencourt 

Psicopedagoga, 

Santa Maria, RS 

Neliton Ventura 

Farmacêutico, 

Universidade Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

Nikolai Sharapin 

Farmacêutico, 

Comissão Permanente de Revisão da 

Farmacopéia Brasileira 

Universidade Federal Fluminense 

Niterói, RJ 

Patrícia Hauschildt de Oliveira 

Farmacêutica, 

Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda 

Brasília, DF 

Paulo Roberto da Costa 

Farmacêutico, 

Universidade Federal do Amazonas/Centro Universitário Nilton Linz 

Manaus, AM 

Paulo Queiroz Marques 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Rafael Deitos Begnis 

Auxiliar da CPRFB, 

Santa Maria, RS 

Raimundo Camurça de Menezes 

Médico, 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária 

Brasília, DF  

Ricardo Chiappa 

Farmacêutico, 

Comissão Permanente de Revisão 

da Farmacopéia Brasileira 

Santa Maria, RS 

Rodrigo José Lupatini Nogueira 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Rogério Tokarski 

Farmacêutico, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

Brasília, DF 

Said Fonseca 

Farmacêutico, 

Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem da Universidade Federal do Ceará 

Fortaleza, CE 

Salvador Alves Pereira 

Farmacêutico, 

Comissão Permanente de Revisão da 

Farmacopéia Brasileira 

Niterói, RJ 

Sonia Maria Munhoz Vaquero 

Farmacêutica, 

Drogaderma Ltda 

São Paulo, SP 

Sônia Maria Patrício Braga do Santos 

Farmacêutica, 

Centro Universitário Nilton Linz 

Manaus, MO 

Silvana Denise Alves de Melo 

Farmacêutica, 

Drogaderma Ltda 

São Paulo, SP 

Sueli Lima Gonçalves 

Farmacêutica, 

Drogaderma Ltda 

São Paulo, SP 

Tania Alves de Melo 

Farmacêutica, 

Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda 

Brasília, DF 

Vanessa Alves Pinheiro 

Farmacêutica, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

Victor Hugo Costa Travassos da Rosa 

Farmacêutico, 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ 

Hospital de Clínicas da Faculdade 

de Medicina de São Paulo 

São Paulo, SP 

Wilma Honorio dos Santos 

Farmacêutica, 

Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais 

São Paulo, SP 

V GENERALIDADES 

ABREVIATURAS 


Todos os insumos empregados na elaboração das formulações contidas neste código devem, obrigatoriamente, cumprir com as especificações de qualidade descritas na edição vigente da Farmacopéia Brasileira. 

ÁGUA 

A água mencionada nas formulações se refere à água destilada ou com especificação superior Quando for prescrito o uso de água isenta de dióxido de carbono, utilizar água recentemente destilada e fervida, vigorosamente, por, pelo menos cinco minutos e protegida do ar atmosférico durante o resfria-mento e armazenagem. 

As expressões água quente e água muito quente indicam temperaturas aproximadas entre 60 oC e 70 oC e entre 85 oC e 95 oC respectivamente. 

BANHO-MARIA  

A expressão banho-maria significa o uso de um banho de água fervente, a não ser que a monografia especifique outra temperatura.  

BANHO A VAPOR 

Banho a vapor significa exposição ao vapor fluente. 

CONSERVAÇÃO 

As substâncias devem ser conservadas sob condições tais que evitem sua contaminação ou deterioração As condições de conservação das formulações figuram nas respectivas monografias. 

Proteger da luz significa que a substância deve ser conservada em recipiente opaco ou capaz de impedir a ação da luz. 

Quando a monografia define as condições de temperatura na qual o fármaco deve ser conservado, são utilizados os seguintes termos: 

em congelador - em temperatura entre 0 oC e -20 oC; 

em refrigerador - em temperatura entre 2 oC e 8 oC; 

local frio - é o ambiente cuja temperatura não excede 8 oC; 

local fresco - ambiente cuja temperatura permanece entre 8 oC e 15 oC; 

temperatura ambiente - é a temperatura entre 15 oC e 30 oC; 

local quente - é o ambiente cuja temperatura permanece entre 30 oC e 40 oC; 

calor excessivo - indica temperaturas acima de 40 oC. 

A menos que a monografia especifique diferente-mente, quando a formulação necessita ser conser-vada em local fresco, a mesma pode ser conservada em refrigerador. 

DOSES E MEDIDAS APROXIMADAS 

Na falta de dispositivos de medidas apropriadas (dosadores, colheres-medida etc), para a dispensação de medicamentos podem ser utilizadas medidas aproximadas São, geralmente, unidades de medidas de uso doméstico para informar ao paciente a medida da dose. 

Tais medidas têm a seguinte indicação de capacidade: 

Colher de chá 5 ml 

Colher de sobremesa 10 ml 

Colher de sopa 15 ml 

As doses menores que 5 ml costumam ser indicadas em frações da colher de chá ou em gotas. 

DROGA, FÁRMACO/PRINCÍPIO ATIVO E MEDICAMENTO 

Droga 

É toda substância de origem animal, vegetal ou mineral de onde é extraído o princípio ativo que possui ação farmacológica. 

Fármaco/princípio ativo 

Substância quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável total ou parcialmente pelos efeitos terapêuticos do medicamento. 

Medicamento 

Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, que contém um ou mais fármacos juntamente com outras substâncias, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. 

DROGA VEGETAL  

Planta medicinal ou suas partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada. 

FARMACOPÉICO 

A expressão farmacopéico substitui as expressões oficial e oficinal, utilizadas em edições anteriores, equivalendo-se as três expressões para todos os efeitos. 

FITOTERÁPICO 

Medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais É caracterizado pelo conhecimento da espécie vegetal, de sua eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade Sua eficácia e segurança são validadas através de levantamento etnofarmacológicos de utilização, documentações tecnocientíficas em publicações ou ensaios clínicos fase 3 Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais. 

FORMAS FARMACÊUTICAS 

ÁGUAS AROMÁTICAS 

São soluções saturadas de óleos essenciais ou outras substâncias aromáticas em água Possuem odor característico das drogas com as quais são preparadas, recebendo também o nome das mesmas. 

CÁPSULAS 

São formas farmacêuticas sólidas, destinadas à administração oral Possuem tamanhos e capacidades variáveis e, usualmente, contém dose única do princípio ativo O invólucro pode ser constituído de amido ou de gelatina. 

As cápsulas devem atender às exigências de variação de peso, tempo de desintegração, uniformidade de conteúdo e teor de princípios ativos descritos na monografia. 

COLÍRIOS 

São preparações farmacêuticas líquidas destinadas à aplicação sobre a mucosa ocular. 

Devem atender às exigências especificadas nas respectivas monografias Devem satisfazer às exigências de esterilidade. 

COMPRIMIDOS 

São formas farmacêuticas sólidas obtidas por compressão, contendo dose única com um ou mais princípios ativos.  

Esta forma farmacêutica deve atender às exigências de desintegração, dissolução, dureza, friabilidade e uniformidade de conteúdo descritas nos métodos gerais e previstas nas monografias específicas. 

ELIXIRES 

São preparações líquidas, límpidas, hidroalcoólicas apresentando teor alcoólico na faixa de 20% a 50%. 

Os elixires são preparados por dissolução simples e devem ser envasados em frascos de cor âmbar e mantidos em lugar fresco e ao abrigo da luz. 

EMULSÕES 

São preparações farmacêuticas obtidas pela dispersão de duas fases líquidas imiscíveis ou, praticamente imiscíveis De acordo com a hidrofilia ou lipofilia da fase dispersante classificam-se os sistemas em óleo em água (O/A) ou água em óleo (A/O). 

Quando são para uso injetável, devem atender às exigências de esterilidade e pirogênios. 

ESPÍRITOS 

São preparações líquidas alcoólicas ou hidroalcoólicas, contendo princípios aromáticos ou medicamentosos e classificados em simples e compostos. 

Os espíritos são obtidos pela dissolução de substâncias aromáticas no álcool, geralmente, na proporção de 5% (p/V). 

EXTRATOS 

Extratos são preparações de consistência líquida, sólida ou intermediária, obtidas a partir do material vegetal ou animal O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar, tal como inativação de enzimas, moagem ou desengorduramento.  

Os extratos são preparados por percolação, maceração ou outro método adequado e validado, utilizando como solvente álcool etílico, água ou outro solvente adequado Após a extração, materiais indesejáveis podem ser eliminados. 

EXTRATOS FLUÍDOS 

Extratos fluídos são preparações líquidas nas quais, exceto quando especificado diferentemente, uma parte do extrato, em massa ou volume, corresponde a uma parte, em massa, da droga seca, utilizada na sua preparação Se necessário, os extratos fluídos podem ser padronizados, em termos de concentração do solvente, teor dos constituintes ou resíduo seco. Se necessário, podem ser adicionados de conservantes inibidores do crescimento microbiano. 

EXTRATOS HIDROGLICÓLICOS (EXTRATOS GLICÓLICOS) 

Contêm as frações aromáticas intactas (óleos essenciais) e hidrossolúveis (taninos, aminoácidos, etc) de maneira perfeitamente assimilável Contêm concentrações próximas a 50% do peso da planta fresca. 

São solúveis em água e produzem uma solução transparente ou ligeiramente turva.  

Glicóis = glicerina, propilenoglicol. 

EXTRATOS MOLES 

Os extratos moles são preparações de consistência pastosa obtidos por evaporação parcial do solvente utilizado na sua preparação. São obtidos utilizando-se como solvente unicamente álcool etílico, água ou misturas álcool etílico/água de proporção adequada. Apresentam no mínimo 70% de resíduo seco (p/p). Os extratos moles podem ser adicionados de conservantes para inibir crescimento microbiano. 

EXTRATOS SECOS 

Extratos secos são preparações sólidas obtidas pela evaporação do solvente utilizado na sua preparação. Apresentam, no mínimo, 95 % de resíduo seco, calculados como percentagem de massa. Os extratos secos podem ser adicionados de materiais inertes adequados.  

Os extratos secos padronizados têm o teor de seus constituintes ajustado pela adição de materiais inertes adequados ou pela adição de extratos secos obtidos com a mesma droga utilizada na preparação. 

Quando necessário, a monografia poderá prescrever realização de ensaio limite para o solvente utilizado na preparação. 

LOÇÕES 

São preparações líquidas aquosas ou hidroalcoólicas, com viscosidade variável, para aplicação na pele, incluindo o couro cabeludo. Podem ser soluções, emulsões ou suspensões contendo um ou mais princípios ativos ou adjuvantes. 

ÓVULOS 

São preparações farmacêuticas sólidas, com formato adequado, para aplicação vaginal. Devem dispersar ou fundir à temperatura do organismo. 

Estas preparações devem atender o teste de desintegração. 

PREPARAÇÕES TÓPICAS SEMI-SÓLIDAS 

Preparações tópicas semi-sólidas são aquelas destinadas para aplicação na pele ou mucosas para ação local, ou ainda por sua ação emoliente ou protetora. As preparações destinadas ao uso oftálmico, ao tratamento de feridas ou à aplicação sobre lesões extensas da pele devem satisfazer às exigências do teste de esterilidade. 

Distinguem-se 4 categorias de preparações semi-sólidas: 

* Pomadas 

* Cremes 

* Géis 

* Pastas 

Pomadas 

Pomadas são preparações para aplicação tópica, constituídas de base monofásica na qual podem estar dispersas substâncias sólidas ou líquidas. 

Cremes 

São preparações semi-sólidas, obtidas através de bases emulsivas do tipo A/O ou O/A, contendo um ou mais princípios ativos ou aditivos dissolvidos ou dispersos na base adequada. 

Géis 

Géis são sistemas semi-sólidos que consistem de suspensões de pequenas partículas inorgânicas ou de grandes moléculas orgânicas interpenetradas por um líquido. 

Pastas 

São formas farmacêuticas semi-sólidas que contêm uma elevada concentração de pós finamente dispersos, variando normalmente este conteúdo de 20% até 60%, sendo mais firmes e espessas que as pomadas, mas sendo, geralmente, menos gordurosas que elas. Se destinam à aplicação externa e apresentam, geralmente, comportamento reológico dilatante. 

SUPOSITÓRIOS 

São preparações farmacêuticas sólidas, de dose única que podem conter um ou mais princípios ativos. Devem fundir à temperatura do organismo ou dispersar em meio aquoso. O formato e a consistência dos supositórios devem ser adequados para a administração retal.  

Os supositórios devem atender às exigências contidas nas monografias especificadas, bem como ao teste de desintegração. 

SUSPENSÕES 

São preparações farmacêuticas obtidas pela dispersão de uma fase sólida insolúvel ou praticamente insolúvel em uma fase líquida. 

Quando se destinam a uso injetável, as suspensões devem satisfazer às exigências de esterilidade e não apresentar partículas maiores que 100 ?m. 

TINTURAS 

Tinturas são preparações líquidas obtidas, normalmente, de substâncias de origem vegetal ou animal.  

As tinturas são usualmente obtidas utilizando uma parte da droga e 10 partes do solvente de extração ou uma parte da droga e cinco partes do solvente de extração. As tinturas são normalmente límpidas. Um pequeno sedimento pode se formar por deposição e é aceitável desde que não haja modificação da composição. 

São baseadas na ação solubilizante do álcool etílico ou da glicerina sobre o pó seco da droga (planta), ao qual se pode agregar água em quantidade necessária para diminuir a concentração alcoólica. A graduação alcoólica da tintura varia de acordo com a solubilidade dos princípios ativos extraídos normalmente entre 30 ºGL e 90 ºGL.  

Atualmente a glicerina, o propilenoglicol e o polietilenoglicol também têm sido empregados em misturas com água substituindo o álcool etílico. 

XAROPES 

São preparações aquosas caracterizadas pela alta viscosidade, que apresentam não menos que 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. 

Quando não se destinam ao consumo imediato, devem ser adicionados de conservadores antimicrobianos autorizados. 

MATERIAL DE ACONDICIONAMENTO E EMBALAGEM 

Compreende-se por material de acondicionamento e embalagem o recipiente, envoltório, invólucro ou qualquer outra forma de proteção, removível ou não, destinado a envasar, proteger, manter, cobrir ou empacotar, especificamente ou não, matérias-primas, reagentes e medicamentos. 

Material de acondicionamento propriamente dito ou embalagem primária, é o que está em contato direto com a forma farmacêutica durante todo o tempo. Considera-se material de acondicionamento ampola, bisnaga, envelope, estojo, flaconete, frasco de vidro ou de plástico, frasco-ampola, cartucho, lata, pote, saco de papel e outros. 

Embalagem (embalagem secundária) é a que se destina à total proteção da embalagem primária nas condições usuais de transporte, armazenagem e distribuição. Considera-se embalagem secundária: caixas de papelão, cartolina, madeira, material plástico e outros. 

Não deve haver qualquer interação, entre o material de acondicionamento e o seu conteúdo, capaz de alterar a concentração, a qualidade ou a pureza do material acondicionado. 

As condições de acondicionamento são descritas nas monografias, utilizando-se os termos abaixo: 

Recipiente bem fechado - é aquele que protege o seu conteúdo de perdas e contaminação por sólidos estranhos, nas condições usuais de manipulação, transporte, armazenagem e distribuição. 

Recipiente perfeitamente fechado - é aquele que protege seu conteúdo de perdas e de contaminação por sólidos, líquidos e vapores estranhos, eflorescência, deliquescência ou evaporação nas condições usuais de manipulação, distribuição, armazenagem e transporte. 

Recipiente hermético - é aquele impermeável ao ar ou qualquer outro gás, nas condições usuais de manipulação, transporte, armazenagem e distribuição. 

Cilindro de gás - é recipiente metálico perfei-tamente fechado, de paredes resistentes, destinado a conter gás sob pressão, obturado por válvula regulável, capaz de manter a saída do gás em vazão determinada. 

Recipiente para dose única - é o recipiente hermético e que contém determinada quantidade do medicamento destinada a ser administrada de uma só vez, o qual, uma vez aberto, não poderá ser fechado com garantia de esterilidade. 

Recipiente para doses múltiplas - é o recipiente que permite a retirada de porções sucessivas de seu conteúdo, sem modificar a concentração, a pureza e a esterilidade da porção remanescente. 

MATÉRIA-PRIMA 

É toda a substância ativa, droga ou insumo farmacêutico empregado na produção dos medicamentos. As matérias-primas utilizadas nas formulações descritas nesse formulário devem ser de grau farmacêutico. 

PORCENTAGENS 

As concentrações em porcentagem são expressas como segue: 

por cento p/p (peso em peso) ou % (p/p) - expressa o número de g de componentes em 100 g de mistura. 

por cento p/V (peso em volume) ou % (p/V) - expressa o número de g de um componente em 100 ml da solução. 

por cento V/V (volume em volume) ou % (V/V) - expressa o número de ml de um componente em 100 ml de solução. 

por cento V/p (volume em peso) ou % (V/p) - expressa o número de ml de um componente em 100 g da mistura. 

A expressão por cento usada sem outra atribuição significa: para mistura de sólidos e semi-sólidos, por cento p/p; para soluções ou suspensões de sólidos em líquidos, por cento p/V; para soluções de líquidos, por cento V/V; para soluções de gases em líquidos, por cento p/V; para expressar teor de óleos essenciais em drogas vegetais, por cento V/p. 

PRAZO DE VALIDADE 

O prazo de validade limita o tempo durante o qual o produto poderá ser usado. Os produtos deverão indicar nos rótulos a data do término do prazo de validade. Esta data identifica o tempo durante o qual o produto estará em condições ao uso, desde que conservado conforme indicação. 

Quando o prazo de validade for indicado apenas pelo mês e ano, entende-se como vencimento do prazo o último dia desse mês. 

PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES 

A menos que a monografia especifique diferentemente, todas as formulações, soluções em testes, reações e ensaios são preparadas com água. 

REAGENTES 

Sempre que for requerido na monografia, proceder à transformação de massa para volume. 

ácido clorídrico 

Sinonímia - cloreto de hidrogênio. 

Fórmula e massa molecular - HCl - 36,46 

Especificação - Contém, no mínimo, 35,0 por cento (p/p) constituído de solução de HCl gasoso em água. 

Descrição - Líquido límpido, incolor, fumegante de odor irritante. 

Características físicas - Densidade: aproximadamente 1,18 

Conservação - Recipientes herméticos, de material inerte ao reagente. 

Segurança - Proteger do calor (< 20 oC). Corrosivo Evitar contato externo, olhos e pele, inalação e ingestão. 

ácido nítrico 

Fórmula e massa molecular - HNO3 - 63,01 

Especificação - Contém, no mínimo, 63,0 por cento (p/p). 

Descrição - Solução límpida, praticamente incolor, de odor característico. 

Características físicas - Densidade 1,384 a 1,416 

Conservação - Recipientes herméticos, ao abrigo da luz. 

Segurança - Corrosivo. 

álcool etílico 

Sinonímia - etanol. 

Fórmula e massa molecular - C2H6O - 46,07 

Especificação - Contém, no mínimo, 96,0 por cento (V/V). 

Descrição - Líquido límpido, incolor, volátil, de odor característico. 

Características físicas - Ponto de ebulição: aproximadamente 78 oC Densidade 0,803 a 0,808 

Conservação - Recipientes bem fechados. 

Armazenagem - Proteger do calor. 

Segurança - Tóxico Inflamável. 

ROTULAGEM 

Rótulo é a identificação impressa ou litografada, bem como dizeres pintados ou gravados a fogo, pressão ou decalque aplicado diretamente sobre recipientes, vasilhames, invólucros, envoltórios ou qualquer outro material de acondicionamento. Os rótulos terão dimensões necessárias à fácil leitura e serão redigidos de modo a facilitar o entendimento ao consumidor. 

A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do órgão federal de Vigilância Sanitária. 

SOLUBILIDADE 

A solubilidade indicada não deve ser tomada no sentido estrito de constante física, mas como simples informação. 

As indicações sobre a solubilidade referem-se às determinações feitas à temperatura de 25 oC. 

A não ser que a monografia especifique diferentemente, a expressão solvente refere-se à água. 

A expressão partes refere-se à dissolução de um g de sólido ou um ml de líquido no número de mililitros do solvente estabelecido no número de partes. 

As solubilidades aproximadas constantes nas monografias são designadas por termo descritivo cujo significado figura na tabela abaixo. 

____________________________________________________________________________________ 

TERMO DESCRITIVO SOLVENTE 

_____________________________________________________________________________________ 

Muito solúvel Menos de 1 parte 

Facilmente solúvel De 1 a 10 partes 

Solúvel De 10 a 30 partes 

Ligeiramente solúvel De 30 a 100 partes 

Pouco solúvel De 100 a 1 000 partes 

Muito pouco solúvel De 1 000 a 10 000 partes 

Praticamente insolúvel ou insolúvel Mais de 10 000 partes 

______________________________________________________________________________________ 

SUBSTÂNCIAS ADJUVANTES 

São substâncias adjuvantes os conservantes, estabilizantes, diluentes, desagregantes, aglutinantes, deslizantes, antiaderentes, entre outras, empregadas para preparar a forma farmacêutica. Essas substâncias devem ser inócuas nas quantidades adicionadas e não devem prejudicar a eficácia terapêutica do medicamento. 

A presença dos adjuvantes deve ser claramente indicada nos rótulos dos recipientes em que o produto é entregue para consumo. 

A não ser que haja contra-indicação expressa, o ar dos recipientes pode ser substituído por dióxido de carbono ou nitrogênio. 

INSERIR FIGURA 1 

VII MONOGRAFIAS 

ÁCIDO ACÉTICO 2% A 5%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Solução de ácido acético.  

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Transferir o ácido acético glacial para recipiente adequado contendo 30 ml de água e completar o volume, lentamente, com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Uso exclusivo em consultório médico.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Solução reagente usada em colposcopia e peniscopia. 

7.2. Modo de usar 

Aplicar somente sob orientação médica. 

ÁGUA BORICADA A 2% 

1. SINONÍMIA 

Ácido bórico 2% em solução. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Aquecer 30 ml da água até, aproximadamente, 50 °C, transferir para recipiente adequado, adicionar o ácido bórico e dissolver. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Não aplicar em grandes áreas do corpo, quando existir lesões ou queimaduras. 

Produto para uso exclusivo em adultos O uso em crianças representa riscos à saúde. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Em oftalmites. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo.  

Aplicar de duas a três vezes ao dia, com auxílio de compressas de gaze ou algodão. 

ÁGUA BORICADA A 3% 

1. SINONÍMIA 

Ácido bórico 3% em solução. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Aquecer 30 ml da água até, aproximadamente, 50 °C, transferir para recipiente adequado, adicionar o ácido bórico e dissolver. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Não aplicar em grandes áreas do corpo, quando existir lesões ou queimaduras. 

Produto para uso exclusivo em adultos. O uso em crianças representa riscos à saúde. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico e levemente adstringente em dermatites exsudativas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo.  

Aplicar de duas a três vezes ao dia, com auxílio de compressas de gaze ou algodão. 

ÁGUA DE ALIBOUR FORTE 

1. SINONÍMIA 

Água d'alibour forte, solução cupro-zíncica.  

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver os componentes sólidos da formulação em 80 ml de água. Sob agitação, juntar a tintura de açafrão e o álcool canforado. Completar o volume com água destilada, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observações 

Pode-se obter a água de alibour fraca por diluição da água de alibour forte ao décimo. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Como adstringente e antisséptico local no tratamento de impetigo, piodermites e ferimentos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

A água de alibour pode ser utilizada pura ou diluída, em banho ou compressas, a critério médico. Havendo necessidade de diluição, medir 10 ml da solução pronta e completar o volume para 100 ml, com água. 

ÁGUA DE CAL 

1. SINONÍMIA 

Solução de água de cal, solução de hidróxido de cálcio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o óxido de cálcio. Transferir para recipiente adequado, hidratá-lo com 5 ml de água, completar o volume e agitar. Deixar em repouso até obtenção de sobrenadante límpido, que deve ser decantado e desprezado. Completar o volume novamente, homogeneizar e deixar em repouso. Na hora do emprego, utilizar volume adequado do sobrenadante límpido. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco, perfeitamente fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Adstringente e para facilitar a cicatrização de queimaduras e úlceras. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, de três a quatro vezes ao dia. 

ÁLCOOL CANFORADO 

1. SINONÍMIA 

Solução alcoólica de cânfora. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver a cânfora em álcool etílico, completar o volume com o mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, protegidos da luz e à temperatura inferior a 25 0C. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Não deve ser utilizado em crianças menores de dois anos.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento sintomático de mialgias e artralgias. Também, pode ser utilizado para aliviar pruridos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar de três a quatro vezes ao dia, mediante fricção. 

ÁLCOOL DESINFETANTE 70% (p/p) 

1. SINONÍMIA 

Álcool etílico neutro 77 ºGL, etanol 70% (p/p). 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução.  

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e agitar. Deixar em repouso até completa eliminação das bolhas e conferir o título etanólico da solução conforme descrito em Determinação do grau alcoólico.  

4.1. Observação 

O álcool para desinfecção deve conter, no mínimo, 70% (p/p), correspondente a 76,9 ºGL e, no máximo, 75% (p/p), correspondente a 81,4 ºGL de álcool etílico, a 15 ºC. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipiente adequado, de vidro âmbar ou plástico opaco de alta densidade, perfeitamente fechado e ao abrigo da luz, à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter distante de fontes de calor. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES 

Antisséptico e solvente. 

8. PRAZO DE VALIDADE 

Como antisséptico, o prazo de validade do álcool a 77 ºGL = 7 dias; 79 ºGL = 15 dias e 81 ºGL = 30 dias. 

9. EXEMPLO 

Para preparar 1 000 ml de álcool desinfetante 70% (p/p) ou 77 oGL, partindo-se de álcool etílico a 96 ºGL e temperatura aparente igual a 21 oC, proceda da seguinte forma: 

Consulte a Tábua da força real dos líquidos espirituosos, fazendo a intersecção entre as leituras aparentes obtidas: 96 º (96c) e 21 ºC. A tabela indica que o valor do grau alcoólico real é de 94,7 ºGL a 15 ºC. 

Consulte a Tabela alcoométrica para determinar o título ponderal do álcool a 94,7 ºGL. Será necessário aproximá-lo para 95 ºGL e fazer a correlação entre a 1ª e a 3ª coluna da tabela. A tabela indica que o título ponderal do álcool a 95 ºGL é 92,43 g.  

Calcule a quantidade de álcool etílico a ser pesado através da fórmula: 

INSERIR FIGURA2 

Onde 

Y = quantidade de álcool etílico a ser pesado; 

P = quantidade, em peso, de álcool desinfetante que se deseja preparar; 

b = título ponderal que se deseja obter (70% p/p); 

a = título ponderal do álcool etílico (corrigido pela tabela a 15 ºC). 

Sendo assim, 

INSERIR FIGURA3 

Então 

Pesar 757, 30 g de álcool etílico e 242,70 g de água. 

ÁLCOOL DESINFETANTE 77% (V/V) 

1. SINONÍMIA 

Álcool etílico neutro 77 ºGL. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução.  

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e agitar. Deixar em repouso até completa eliminação das bolhas e conferir o título etanólico da solução conforme descrito em Determinação do grau alcoólico.  

4.1. Observação 

O álcool para desinfecção deve conter, no mínimo, 76,9% (V/V), correspondente a 76,9 ºGL e, no máximo, 81,4% (V/V), correspondente a 81,4 ºGL de álcool etílico, a 15 ºC. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipiente adequado, de vidro âmbar ou plástico opaco de alta densidade, perfeitamente fechado e ao abrigo da luz, à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter distante de fontes de calor. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES 

Antisséptico e solvente. 

8. PRAZO DE VALIDADE 

Como antisséptico, o prazo de validade do álcool a 77 ºGL = 7 dias; 79 ºGL = 15 dias e 81 ºGL = 30 dias. 

9. EXEMPLO 

Para preparar 1 000 ml de álcool desinfetante 77 ºGL ou 77% (V/V) à 15 ºC, partindo-se de álcool etílico com grau alcoólico aparente de 96 ºGL e temperatura aparente igual a 21 ºC, proceda da seguinte forma: 

Consulte a Tábua da força real dos líquidos espirituosos, fazendo a intersecção entre as leituras aparentes obtidas: 96º (96c) e 21 ºC. A tabela indica que o valor do grau alcoólico real é de 94,7 ºGL à 15 ºC. 

Calcule o volume de álcool etílico a ser utilizado, através da fórmula: 

INSERIR FIGURA4 

Onde 

X = quantidade de álcool etílico a ser medido; 

V = volume de álcool desinfetante que se deseja preparar; 

b = grau alcoólico que se deseja obter (77 ºGL); 

a = grau alcoólico real do álcool etílico (corrigido pela tabela à 15 ºC). 

Sendo assim, 

INSERIR FIGURA5 

Então 

Medir 813,09 ml de álcool etílico e 186,91 ml de água ou, 815 ml de álcool etílico e 185 ml de água. 

ÁLCOOL GEL 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: gel alcoólico. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e dispersar o carbômer sob vigorosa agitação. Acertar o pH para 6 -7 com trietanolamina, se necessário.  

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, protegidos da luz e à temperatura inferior a 25 ºC. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Não deve ser utilizado em crianças menores de dois anos.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. MODO DE USAR 

7.1. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar na assepsia de superfícies e materiais.  

ARGIROL 2% A 10%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA  

1. SINONÍMIA 

Colírio de proteinato de prata. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o argirol em água, sob agitação. Filtrar a solução diretamente para frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,45 ?m. 

4.1. Observações 

A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, provido de conta-gotas e lacre, perfeitamente fechado, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Desprezar a solução 30 dias após abertura do frasco.  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou olho. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Pré-operatório em cirurgias oftálmicas, antisséptico para as infecções oculares e membranas mucosas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Pré-operatório: aplicar de duas a três gotas e lavar em seguida com solução estéril para irrigação. 

Infecções oculares e membranas mucosas: aplicar de uma a três gotas a cada três ou quatro horas, a critério médico. 

BENZOATO DE BENZILA, LOÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Loção de benzoato de benzila 25%. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Adicionar o benzoato de benzila à loção aniônica e homogeneizar até obter produto uniforme. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso ou vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Não aplicar na face. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Indicações terapêuticas 

Tratamento da escabiose. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar em todo o corpo após o banho, do pescoço aos pés, durante 3 dias. Repetir após uma semana, ou a critério médico. 

Para minimizar o risco de irritação, a loção deve ser diluída da seguinte forma: para crianças com menos de 2 anos de idade, diluir uma parte do produto com três partes de água e para crianças maiores, diluir uma parte do produto com uma parte de água. 

CARBONATO DE CÁLCIO 500 mg, CÁPSULA 

1. SINONÍMIA 

cálcio carbonato.  

2. FORMA FARMACÊUTICA: cápsula. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Calcular a quantidade de carbonato de cálcio a ser utilizado, de acordo com o número de cápsulas. Medir o volume em proveta. A partir do nomograma, selecionar o tamanho de cápsula adequado e tamisar o fármaco, visando uniformizar o tamanho das partículas. Acondicionar uniformemente nas cápsulas, remover o excesso de pó e proceder ao cálculo de peso médio (V12), em conformidade com a Farmacopéia Brasileira. 

4.1. Observação 

500 mg de carbonato de cálcio equivalem a 200 mg de cálcio elementar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipiente adequado contendo dessecante, perfeitamente fechado, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Complemento das necessidades diárias de cálcio, estados de deficiência e tratamento da hipocalcemia. Prevenção e tratamento da osteoporose. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

A critério médico. 

CLORETO DE CETILPIRIDÍNIO 0,05%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Solução de cloreto de cetilpiridínio 0,05%. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o cloreto de cetilpiridínio em água e, sob agitação, acrescentar a sacarina e a essência. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter fora do alcance de crianças.  

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico catiônico, adstringente. Usado para redução do acúmulo de placas e prevenção de gengivite. 

7.2. Modo de usar 

Utilizar 15 ml da solução (volume equivalente a uma colher de sopa), de uma a duas vezes ao dia, em enxágüe bucal, conforme orientação do dentista.  

CLORETO DE SÓDIO 5%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 

1. SINONÍMIA 

Colírio de cloreto de sódio 5%. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o cloreto de sódio e o cloreto de benzalcônio em água, sob agitação. Completar o volume. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 ?m. 

4.1. Observações 

A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO.  

Em recipientes adequados, de plástico opaco provido de conta-gotas e lacre, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco. 

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou do olho. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Terapia adjunta para redução do edema de córnea de várias etiologias, incluindo ceratite bolhosa.  

7.2. Modo de usar 

Aplicar uma a duas gotas a cada três ou quatro horas. 

COALTAR 1%, POMADA 

1. SINONÍMIA 

Pomada de alcatrão de hulha 1%, pomada de alcatrão mineral 1%. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, adicionar o alcatrão mineral e o polissorbato 80 e homogeneizar. Incorporar a mistura à pasta Lassar, até obter aspecto uniforme.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Psoríase. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, à noite, com remoção pela manhã. 

COALTAR SAPONIFICADO, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Coaltar solução, LCD - liquor carbonis detergens, solução de alcatrão mineral . 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, adicionar todos os componentes da formulação, tampar o recipiente e aquecer em banho-maria a 100ºC por uma hora, agitando constantemente. Filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Queratoplástico e antipruriginoso. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, quando necessário.  

COLÓDIO LÁTICO-SALICILADO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colódio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o ácido salicílico e transferir para recipiente adequado. Adicionar 5 ml de colódio elástico e, sob agitação, acrescentar o ácido lático. Completar o volume com o colódio elástico e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

Não usar próximo aos olhos. 

Evitar o contato com as mucosas e a pele íntegra. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Verrugas comuns e calosidades. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Proteger as áreas ao redor da lesão com vaselina sólida. Aplicar uma vez ao dia, durante uma semana, quatro camadas de colódio, esperando cada camada secar antes da reaplicação.  

CREME BARREIRA 

1. SINONÍMIA 

Luvas de silicone. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, incorporar lentamente ao creme base, o óleo de silicone, até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Proteção da pele e prevenção de dermatites. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas mãos, várias vezes ao dia. 

CREME COM URÉIA  

1. SINONÍMIA 

Creme hidratante com uréia, creme hidratante com carbamida. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver a carbamida em água. Adicionar lentamente o creme base, até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Psoríase, ictiose, hiperqueratoses, dermatite atópica, eczema, pele ressecada ou desidratada. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. 

8. ESTABILIDADE 

As soluções aquosas contendo carbamida hidrolizam-se com o tempo, liberando amoníaco e dióxido de carbono. As concentrações superiores a 10% apresentam um pH básico o que pode comprometer a estabilidade das emulsões não iônicas. 

CREME COM URÉIA E ÁCIDO SALICÍLICO 

1. SINONÍMIA 

Creme com carbamida e ácido salicílico. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver a carbamida em água. Dispersar o ácido salicílico no propilenoglicol. Em recipiente adequado, incorporar ambos ao creme base aniônico até homogeneização. 

4.1. Observação 

O ácido salicílico é irritante para as mucosas e para o trato respiratório. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Hidratante, queratolítico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma ou mais vezes ao dia. 

8. ESTABILIDADE 

A carbamida, em concentrações superiores a 10%, apresenta um pH básico e pode comprometer a estabilidade em cremes não iônicos. O ácido salicílico deve ser protegido da luz e, em concentrações superiores a 2%, pode apresentar problemas de incompatibilidade com emulsões não iônicas. 

CREME DE SUBGALATO DE BISMUTO COMPOSTO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar os componentes sólidos da formulação, transferir para recipiente adequado e levigar com quantidade suficiente de glicerina. Incorporar ao creme base aniônico e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dor e sangramento de hemorróidas internas ou externas, pruridos anais, eczema perianal, fissuras, pré e pós-operatório em cirurgias ano-retais. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. Com a diminuição dos sintomas, uma aplicação ao dia por dois ou três dias, ou a critério médico. 

CREME PARA FISSURAS DOS MAMILOS 

1 SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Transferir a alantoína e o cloridrato de benzocaína para recipiente adequado e levigar com propilenoglicol até formar uma pasta homogênea. Acrescentar ao creme base e misturar. Sob homogeneização, adicionar as vitaminas A e E ao creme base. 

4.1. Observação 

A alantoína poderá ser previamente solubilizada em quantidade suficiente de água morna, antes da sua incorporação ao creme base. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Sempre remover o creme dos mamilos antes da amamentação. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Como cicatrizante e preventivo contra fissuras dos mamilos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar o creme nos mamilos limpos e secos, após amamentação. Antes de amamentar novamente, lavar os mamilos com água morna, recentemente fervida. 

EMULSÃO DE ÓLEO MINERAL 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Misturar o óleo mineral com a goma arábica e transferir para recipiente adequado, adicionar 20 ml de água e homogeneizar. Incorporar o xarope simples, a baunilha e os parabenos, previamente dissolvidos no álcool etílico, completar o volume com água e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Suspender o uso se houver mudança de coloração, odor ou crescimento bacteriano na emulsão. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Laxante e lubrificante intestinal. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Administrar, por via oral, 30 ml à noite. 

HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO, SUSPENSÃO 

1. SINONÍMIA 

Suspensão de hidróxido de alumínio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver o benzoato de sódio, a sacarina anidra sódica em quantidade suficiente de água. Separadamente, dispersar a carboximetilcelulose sódica na glicerina em quantidade suficiente de água e adicionar a essência. Após a total dispersão da carboximetilcelulose acrescentar o hidróxido de alumínio, previamente tamisado. Acrescentar a água, sob agitação, completar o volume e homogeneizar.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Obstipante. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antiácido, coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas e duodenais e, também, na esofagite de refluxo. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

De cinco a 10 ml, quatro vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições e antes de deitar, ou a critério médico. 

HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO E HIDRÓXIDO DE MAGNÉSIO, SUSPENSÃO 

1. SINONÍMIA 

Suspensão de hidróxido de alumínio com magnésio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver o benzoato de sódio, a sacarina anidra sódica em quantidade suficiente de água. Separadamente, dispersar a carboximetilcelulose sódica na glicerina em quantidade suficiente de água e adicionar a essência. Após a total dispersão da carboximetilcelulose acrescentar o hidróxido de alumínio e o hidróxido de magnésio, previamente tamisados. Acrescentar a água, sob agitação, completar o volume e homogeneizar.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antiácido, coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas e duodenais e também, na esofagite de refluxo. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

De cinco a 10 ml, quatro vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições e antes de deitar, ou a critério médico. 

HIPOSSULFITO DE SÓDIO 20% A 40%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Solução de hipossulfito de sódio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Transferir para recipiente adequado o hipossulfito de sódio, previamente triturado, e dissolver em água aquecida. Completar o volume, homogeneizar e filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

Uso exclusivo em consultório médico. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Indicações terapêuticas 

Ptiríase versicolor.  

Eliminar a coloração amarelo-acastanhada deixada no epitélio corado pelo iodo, após teste de Schiller.  

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar na área afetada. 

IODETO DE POTÁSSIO 2%, XAROPE 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: xarope.  

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Transferir o iodeto de potássio para recipiente adequado, triturar e solubilizar com o auxílio de 10 ml do xarope simples. Adicionar o flavorizante, completar o volume, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observação  

Não utilizar o xarope ainda quente no preparo desta formulação. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Não deve ser utilizado em casos de hipertiroidismo. 

Não administrar em portadores de diabetes mellitus. 

Manter fora do alcance de crianças. 

Se houver descoloração do produto, este deverá ser descartado. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Indicações terapêuticas 

Mucolítico e expectorante. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Uma colher de sopa (15 ml), duas vezes ao dia, ou a critério médico. 

IODOPOVIDONA 1% A 5%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 

1. SINONÍMIA 

Colírio de PVP-I. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver, sob agitação, a iodopovidona em água e completar o volume. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 ?m. 

4.1. Observações 

A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco providos de conta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco.  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou do olho. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico oftálmico, pré-operatório de cirurgias oftálmicas, prevenção contra oftalmia gonocócica. Na concentração de 1% tem ação contra Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae. 

7.2. Modo de usar 

Pré-operatório: duas a três gotas e, em seguida, lavar o(s) olho(s) com solução estéril para irrigação. 

Prevenção da oftalmia gonocócica: uma ou duas gotas em cada olho, logo após o nascimento. 

IODOPOVIDONA 10%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

PVP-I, povidina iodo, polivinilpirrolidona iodo. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver o iodopovidona em álcool etílico. Acrescentar o propilenoglicol e a glicerina, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. O pH final deverá estar em torno de 5,5. 

4.1. Observações 

O pvp-I pode ser preparado na forma farmacêutica de gel de carboximetilcelulose na concentração de 10% para antissepsia bucal antes de procedimentos cirúrgicos. O produto pode manchar roupas e a pele. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos. 

O PVP-I, na concentração de 10%, corresponde a 0,1% de iodo livre. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

O produto não deve ser usado em casos de alergia ao iodo, feridas abertas e em curativos oclusivos.  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA USUAL 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico para uso tópico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar topicamente, nas áreas afetadas ou a critério médico. 

LACTATO DE AMÔNIO, CREME  

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Adicionar o lactato de amônio ao creme base não iônico, sob homogeneização. 

4.1. Observação 

Corrigir a concentração em lactato de amônio conforme o teor especificado no Certificado de Análise do lote em utilização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Hidratante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar na pele, uma a duas vezes ao dia. 

LACTATO DE AMÔNIO, LOÇÃO  

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Adicionar o lactato de amônio a loção cremosa não iônica, sob homogeneização. 

4.1.Observação 

Corrigir a concentração em lactato de amônio conforme o teor especificado no Certificado de Análise do lote em utilização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Hidratante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar na pele, uma a duas vezes ao dia. 

LÁGRIMA ARTIFICIAL 

1. SINONÍMIA 

hidroxipropilmetilcelulose 0,05% ou 0,1% em colírio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, diluir a hidroxipropilmetilcelulose, sob agitação, em água recentemente aquecida. Adicionar o cloreto de benzalcônio. Completar o volume com o diluente, sob constante agitação, até resfriamento. Deixar em repouso por 12 horas, sob refrigeração. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,45 ?m. 

4.1. Observações 

A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, providos de conta-gotas e lacre, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco e suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou do olho. 

Não devem ser usadas com lentes de contato hidrofílicas.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Lubrificante ocular, para o alívio dos olhos secos e irritações oculares associadas à produção deficiente de lágrimas, lubrificação de próteses oculares e para uso com lentes de contato rígidas.  

7.2. Modo de usar 

Aplicar uma a duas gotas, três a quatro vezes ao dia, ou a critério médico. 

LCD E ÁCIDO SALICÍLICO, XAMPU 

1. SINONÍMIA 

liquor carbonis detergens e coaltar saponificado, liquor carbonis detergens e alcatrão mineral saponificado. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção para uso capilar. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Reduzir o ácido salicílico, a triclosana, a alantoína e o viofórmio, a pó fino. Adicionar o LCD à mistura até formar uma pasta. Acrescentar e completar o volume com xampu base.  

4.1. Observação 

O LCD é um preparado feito à base de extratos padronizados de alcatrão mineral (coaltar) em tintura de quilaia. Tem ação redutora e antipruriginosa. Pode ser usado nas concentrações de 1% a 5% no tratamento de eczemas e dermatites, e nas concentrações de 5% a 20% no tratamento de psoríase.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Psoríase, caspa, eczema e dermatite seborréica. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar o xampu sobre os cabelos, previamente, molhados em água, massageando suavemente por alguns minutos. Enxaguar. Se necessário, repetir a aplicação. 

LCD 5% A 10%, XAMPU 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção para uso capilar. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, reduzir a triclosana, a alantoína e o viofórmio a pó fino. Adicionar o LCD até formação de uma pasta. Completar o volume com xampu base. Acertar o pH para 6,5, se necessário, com solução de ácido cítrico a 40%. 

4.1. Observação 

O LCD é um preparado feito à base de extratos padronizados de alcatrão mineral (coaltar) em tintura de quilaia. Tem ação redutora e antipruriginosa. Pode ser usado nas concentrações de 1% a 5% no tratamento de eczemas e dermatites, e nas concentrações de 5% a 20% no tratamento de psoríase.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Psoríase, caspa, eczema e dermatite seborréica. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar o xampu sobre os cabelos, previamente molhados com água, massageando suavemente por alguns minutos. Enxaguar. Se necessário, repetir a aplicação. 

LEITE DE MAGNÉSIA 

1. SINONÍMIA 

Magma de magnésio, magnésia hidratada, óxido de magnésio hidratado. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Transferir, para recipiente adequado, o hidróxido de magnésio e o ácido cítrico previamente triturados. Sob agitação, adicionar a essência e a água. Completar o volume com água e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antiácido, laxante suave. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Antiácido: cinco a 15 ml, duas a três vezes ao dia. 

Laxante: 30 ml a 60 ml. 

LICOR DE HOFFMANN  

1. SINONÍMIA 

éter alcoolizado. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, adicionar o éter etílico, completar o volume com álcool etílico, homogeneizar e filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Utilizado para desengordurar a pele e como veículo em formulações para acne, alopécia e antimicóticos tópicos, bem como, para remoção de fitas adesivas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, com auxílio de algodão. 

LIDOCAÍNA 2%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Solução de cloridrato de lidocaína. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Aquecer parte da água e dissolver o metilparabeno. Em recipiente adequado, dissolver o cloridrato de lidocaína e a sacarina anidra sódica em água. Misturar as soluções, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Os medicamentos contendo cloridrato de lidocaína não devem ser ingeridos ou engolidos. 

A administração deste medicamento à crianças, deve ser efetuada sob supervisão de adultos.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Anestésico local. Alívio e prevenção de processos dolorosos na cavidade oral. Gengivoestomatite herpética. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Como anestésico, aplicar na mucosa oral com auxílio de algodão, antes do anestésico injetável. Para alívio de processos dolorosos na cavidade oral, aplicar uma pequena quantidade nas áreas afetadas, de duas a quatro vezes ao dia, com o auxílio de haste flexível, ou a critério médico ou odontológico. Bochechar de duas a três vezes ao dia, quando a ação desejada for anestésica na gengivoestomatite herpética. 

LINIMENTO ÓLEO CALCÁREO 

1. SINONÍMIA 

Linimento calcáreo. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: linimento. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar a água de cal com o óleo de linhaça, sob agitação vigorosa, até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatoses pruriginosas e queimaduras de qualquer natureza. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, três a quatro vezes ao dia, diretamente ou embebido em gaze hidrófila. 

LÍQUIDO DE BÜROW 

1. SINONÍMIA 

Solução de Bürow, solução de acetato de alumínio. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o acetato de alumínio. Transferir o pó para recipiente adequado e dissolver em quantidade suficiente de água, sob agitação. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar.  

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura inferior a 25 oC. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatites agudas, processos exsudativos cutâneos e alívio de queimaduras da pele. Ação anti-séptica e adstringente. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo 

Diluir a solução com água nas proporções que podem variar de 1/10 a 1/40 e fazer compressas a cada três ou quatro horas ou a critério médico. 

LÍQUIDO DE DAKIN 

1. SINONÍMIA 

Líquido antisséptico de Dakin, solução diluída de hipoclorito de sódio.  

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Padronizar o hipoclorito de sódio conforme descrito na última edição da Farmacopéia Brasileira. Diluir a solução concentrada de hipoclorito de sódio, equivalente a 0,5 g de cloro ativo, em água. O pH da solução deverá ser ajustado com bicarbonato de sódio para que fique entre 9,0 e 10,0. A solução final não produz coloração rosa permanente quando uma amostra é pulverizada com fenolftaleina. O produto final deve conter, no mínimo, 0,45 g e, no máximo, 0,5 g de cloro ativo. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e em refrigerador. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico local, para curativo de feridas e úlceras. Utilizado em odontologia na irrigação de canais desvitalizados. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, puro ou diluído em água. 

LOÇÃO DE CALAMINA 

1. SINONÍMIA 

Suspensão de calamina. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Diluir o magma de bentonita em volume igual de água. Misturar a calamina e o óxido de zinco com a glicerina e adicionar 10 ml de magma de bentonita diluída, homogeneizando até obtençào de pasta uniforme. Gradualmente, adicionar o restante do magma diluído. Completar o volume água e agitar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Como secativo e antiinflamatório, no alívio sintomático do prurido e da irritação da pele. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, de 3 a 4 vezes ao dia. 

LOÇÃO DE HEES 

1. SINONÍMIA 

Suspensão de Hees, suspensão tópica antiacne. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Solubilizar o borato de sódio em quantidade suficiente de água fervente e deixar esfriar. Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino e adicionar o álcool etílico e o borato de sódio sobre o pulverizado. Transferir para recipiente adequado e incorporar acetona à suspensão, sob agitação. Completar o volume com a água de rosas e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Secativo e antisséptico no tratamento da acne. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia, deixar agir por alguns minutos e retirar com auxílio de sabão neutro. 

LOÇÃO DE KUMMERFELD 

1. SINONÍMIA 

Loção de enxofre precipitado. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Misturar a goma adragante com o álcool etílico em recipiente adequado. Lentamente, sob agitação, adicionar 15 ml água até formar uma emulsão. Incorporar lentamente o enxofre precipitado, previamente triturado, e 50 ml de água. Adicionar o álcool canforado, completar o volume com água e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA USUAL 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento da acne e como anti-seborréico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, à noite. 

LOÇÃO ROSADA 

1. SINONÍMIA 

Suspensão rosada. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o enxofre em gral e acrescentar parte da loção de calamina. Solubilizar a resorcina no álcool canforado e acrescentar à mistura anterior.Transferir para recipiente adequado, completar o volume com a loção de calamina e homogeneizar. 

4.1. Observação 

Usar luvas, máscara e óculos de proteção durante toda a manipulação, uma vez que a formulação contém substâncias cáusticas e irritantes para olhos e pele. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Evitar contato com os olhos e mucosas. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

No tratamento da acne e como anti-seborréico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. Retirar com auxílio de sabão neutro. 

LOTIO ALBA 

1. SINONÍMIA 

Loção alba, loção branca. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Reduzir o sulfato de zinco a pó fino, dissolver em 45 ml de água e filtrar. Reduzir o sulfeto de potássio a pó fino, dissolver com 45 ml de água e filtrar. Em recipiente adequado, verter o sulfeto de potássio sobre o sulfato de zinco, sob agitação. Completar o volume com água. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

No tratamento da acne e como anti-seborréico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. 

LUBRIFICANTE OCULAR, POMADA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada oftálmica. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Esterilizar por calor seco, em estufa a 150 ºC, durante 60 minutos. Em ambiente estéril, misturar os componentes e envasar em bisnagas oftálmicas, previamente esterilizadas. 

4.1. Observação 

A preparação de pomada oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em bisnagas providas de bico oftálmico, bem-fechadas, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da pomada. 

Evitar o contato do frasco aplicador com a superfície ocular. 

Não usar com lentes de contato. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Proteção e lubrificação ocular em: ceratite de exposição, sensibilidade corneana diminuída, erosão corneana de repetição, ceratite sicca (para uso à noite), após remoção de corpo estranho, em cirurgias oftálmicas para proteger o olho não envolvido durante a cirurgia, em cirurgias não oftálmicas para lubrificar e proteger os olhos e para uso pós-cirúrgico, como lubrificante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar pequena quantidade no saco conjuntival, quando necessário.  

NISTATINA 100 000 UI/ml, SUSPENSÃO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o metilparabeno e o propilparabeno em água, previamente aquecida. Adicionar a carboximetilcelulose na mistura ainda aquecida, sob agitação. Reduzir a sacarina anidra sódica e o ciclamato de sódio até pó bem fino e acrescentar à mistura. Incorporar a nistatina, sob agitação, previamente misturada com glicerina. Adicionar o flavorizante, completar o volume com água e homogeneizar. O pH da suspensão deverá ficar entre 4,5 a 6,0. Se necessário, corrigir com as soluções padrão, descritas no capítulo Soluções auxiliares. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, providos de conta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

No tratamento de candidíase da cavidade bucal e do trato digestivo superior. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Prematuros e recém-nascidos: um ml (100 000 UI de nistatina), quatro vezes ao dia. Lactentes: um a dois ml (100 000 a 200 000 UI de nistatina), quatro vezes ao dia. Crianças e adultos: um a seis ml (100 000 a 600 000 UI de nistatina), quatro vezes ao dia ou a critério médico. 

NITRATO DE PRATA 1%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, previamente lavado com água recém-destilada, dissolver o nitrato de prata em quantidade suficiente de água. Completar o volume, homogeneizar e filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, não metálicos e isentos de alcalinidade, perfeitamente fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.  

6. ADVERTÊNCIAS  

Não deve ser utilizado como solução oftálmica. 

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Herpes simples e genital. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo.  

Aplicar, uma vez ao dia, sobre as lesões com o auxílio de hastes flexíveis. Se houver vesículas bolhosas, rompê-las antes da aplicação. 

NITRATO DE PRATA 1%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, diluir o nitrato de prata em água, completar o volume e homogeneizar. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 ?m. 

4.1. Observações 

A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, opacos e isentos de alcalinidade, providos de conta-gotas e lacre, bem fechados. Conservar sob refrigeração. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco.  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Esperar o colírio atingir a temperatura ambiente para ser aplicado. 

Não congelar. 

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou do olho. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico oftálmico utilizado na prevenção da oftalmia gonocócica neonatal. 

7.2. Modo de usar 

Aplicar duas gotas em cada olho, logo após o nascimento. 

ÓXIDO DE ZINCO COMPOSTO, CREME 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o óxido de zinco. Incorporar as vitaminas A e D e homogeneizar. Adicionar, lentamente a vitamina E e o creme base até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatite amoniacal, eczemas e assaduras. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, após limpeza, duas vezes ao dia. 

PASTA D'ÁGUA 

1. SINONÍMIA 

Pasta aquosa simples. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino. Verter a glicerina sobre o pulverizado e misturar. Adicionar água de cal e misturar até consistência de pasta homogênea. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico, secativo e cicatrizante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto em zonas pilosas. 

PASTA D'ÁGUA COM CALAMINA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino. Verter a glicerina sobre o pulverizado e misturar. Transferir para recipiente adequado, completar o volume com a água de cal e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico, secativo e cicatrizante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto nas zonas pilosas. 

PASTA D'ÁGUA COM ENXOFRE 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, reduzir o enxofre precipitado a pó fino. Adicionar a Pasta D'Água, recentemente preparada, até consistência de pasta homogênea. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Escabiose, principalmente, quando houver infecção secundária. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia, durante 5 minutos. Repetir o tratamento após uma semana. 

PASTA D'ÁGUA MENTOLADA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o mentol com auxílio de álcool etílico. Adicionar a pasta D'Água, recentemente preparada, até consistência de pasta homogênea. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Agitar antes de usar. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA USUAL 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico, secativo e cicatrizante. Ação refrescante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto nas zonas pilosas. 

PASTA DE ALUMÍNIO E ZINCO 

1. SINONÍMIA 

Alumínio 10% em pasta. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o alumínio metálico e o óxido de zinco. Incorporar o triturado a mistura de vaselinas, até completa homogeneização.  

4.1. Observação 

Utilizar equipamento de proteção individual durante o preparo da formulação. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Escaras. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. Empregar óleo mineral para retirar o produto. 

PASTA DE LASSAR 

1. SINONÍMIA 

Pasta de óxido de zinco, pasta de zinco. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, pulverizar o óxido de zinco e o amido. Sob agitação, incorporar a mistura de pós à vaselina sólida até aspecto homogêneo. 

4.1. Observação 

Se necessário, fundir a vaselina branca em banho-maria , à temperatura de 50-55 oC para facilitar a homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

Evitar o contato com os olhos e mucosas. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatoses pruriginosas, antisséptico, secativo e cicatrizante no tratamento de feridas e úlceras. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, podendo cobrir com gaze. 

PASTA DE UNNA DURA 

1. SINONÍMIA 

Cola ou gelatina de zinco de Unna dura. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Solubilizar a gelatina em água morna e, sob aquecimento, adicionar parte da glicerina. Acrescentar e misturar, lentamente, o óxido de zinco tamisado e o restante da glicerina. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 

Os recipientes devem resistir à temperatura de banho-maria. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Antes da aplicação, o paciente deve elevar as pernas, a 45º, durante, no mínimo, 30 minutos. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Úlcera varicosa não infectada, varizes e edemas linfáticos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo 

Lavar a região afetada (perna ou o pé), secar e passar pequena quantidade de talco. Aplicar a pasta de Unna, previamente aquecida em banho-maria, e cobrir com bandagem de gaze, iniciando na parte distal em direção à proximal. Em geral, aplicar quatro camadas de pasta, sendo todas recobertas por bandagem. A bota deverá ser substituída, inicialmente, a cada três dias e depois mais espaçadamente. Se as condições da pele circundante não forem boas, pode-se empregar compressão com atadura elástica. 

PASTA DE UNNA MOLE 

1. SINONÍMIA 

Cola ou gelatina de Unna mole. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Solubilizar a gelatina na água morna e, sob aquecimento, adicionar parte da glicerina. Acrescentar e misturar, lentamente, o óxido de zinco tamisado e o restante da glicerina. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 

Os recipientes devem resistir à temperatura de banho-maria. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Antes da aplicação, o paciente deve elevar as pernas, a 45º, durante, no mínimo, 30 minutos. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Úlcera varicosa não infectada, varizes e edemas linfáticos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Lavar a região afetada (perna ou o pé), secar e passar pequena quantidade de talco. Aplicar a pasta de Unna, previamente aquecida em banho-maria, e cobrir com bandagem de gaze, iniciando na parte distal em direção à proximal. Em geral, aplicar quatro camadas de pasta, sendo todas recobertas por bandagem. A bota deverá ser substituída, inicialmente, a cada três dias e depois mais espaçadamente. Se as condições da pele circundante não forem boas, pode-se empregar compressão com atadura elástica. 

PASTA DE ZINCO SALICILADA 

1. SINONÍMIA 

Pasta de Lassar salicilada. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Fundir a vaselina em banho-maria à temperatura de 90 ºC. Pulverizar o ácido salicílico, o óxido de zinco e o amido. Sob agitação, incorporar a mistura de pós à vaselina até aspecto homogêneo. 

4.1. Observação 

Esta formulação poderá ser preparada a partir da Pasta de lassar, incorporando o ácido salicílico aos poucos, até a pasta apresentar aspecto homogêneo. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico cutâneo e secativo. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas ou mais vezes por dia, podendo cobrir com gaze.  

PERMANGANATO DE POTÁSSIO 100 mg, PÓ 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Pesar individualmente o permanganato de potássio e transferir para o envelope de papel manteiga. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em envelopes de papel manteiga, ao abrigo da luz, umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Possui risco de explosão se entrar em contato com substâncias orgânicas ou prontamente oxidáveis. 

Manter fora do alcance de crianças. 

Os cristais e as soluções concentradas de permanganato de potássio são cáusticos, mesmo as soluções diluídas, são irritantes aos tecidos e tingem a pele de marrom. No caso de acidentes por ingestão, os sintomas de envenenamento são náuseas, vômitos de cor marrom, corrosão, edema, desenvolvimento de tonalidade marrom na mucosa bucal, hemorragia gastrintestinal, danos hepático e renal e depressão cardiovascular.  

O uso excessivo na mucosa vaginal pode alterar o pH vaginal (4,5 a 5), acelerando a descamação do epitélio e interferindo com o ecossistema vulvovaginal, eliminando os bacilos de Döederlein. As duchas vaginais devem ser usadas, exclusivamente, em casos de infecções purulentas. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatites exsudativas, como adstringente e bactericida. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo.  

Diluir o pó no momento do uso, em um a quatro litros de água e usar na forma de compressas ou no banho, a critério médico. 

PERÓXIDO DE BENZOÍLA, GEL 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o peróxido de benzoíla com acetona, até pó bem fino, e completa evaporação da mesma. Adicionar o propilenoglicol, o gel hidroalcoólico e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, ao abrigo da luz, umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Contra-indicado para menores de 12 anos. 

O peróxido de benzoíla pode descolorir os cabelos e manchar roupas. 

Pode ocorrer sensibilização de contato em alguns pacientes, além de vermelhidão e descamação. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento tópico da acne. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar fina camada de gel nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. Recomendável uso de bloqueador solar não alcoólico durante o dia. 

PERÓXIDO DE BENZOÍLA 5%, LOÇÃO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o peróxido de benzoíla com acetona, até pó bem fino, e completa evaporação da mesma. Adicionar o propilenoglicol, a loção não iônica e homogeneizar. 

5 EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz, umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Contra-indicado para menores de 12 anos 

O peróxido de benzoíla pode descolorir os cabelos e manchar roupas. 

Pode ocorrer sensibilização de contato em alguns pacientes, além de vermelhidão e descamação. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento tópico da acne. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar fina camada da loção nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia.Recomendável uso de bloqueador solar não alcoólico durante o dia. 

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO 3%, SOLUÇÃO 

1. SINONÍMIA 

Água oxigenada 10 volumes. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar o peróxido de hidrogênio com 70 ml de água e adicionar a acetanilida sob agitação. Completar o volume e homogeneizar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Usar somente sob orientação médica.  

Não aplicar na face. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Como antisséptico para pele e mucosas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicação tópica, com auxílio de haste flexível. 

PÓ ANTI-SEBORRÉICO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino, tamisar e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Anti-seborréico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Umedecer o pó com água até consistência pastosa e aplicar nas áreas afetadas, duas vezes ao dia. 

POMADA DE BELLADONA COMPOSTA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Solubilizar o mentol no álcool etílico, incorporar a solução na pomada de lanolina e vaselina e misturar os demais componentes até total homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, ao abrigo da umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Manter fora do alcance de crianças. 

7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Contusões, hematomas e traumatismos. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas uma a duas vezes ao dia. 

POMADA DE WHITFIELD 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o ácido salicílico com o ácido benzóico e incorporá-los à pomada de polietilenoglicol até obter aspecto homogêneo. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Usar somente com orientação médica. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatofitoses plantares crônicas, com hiperpigmentação. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, à noite. 

POMADA PARA ASSADURAS 

1. SINONÍMIA  

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o óxido de zinco e o talco. Incorporar o triturado à pomada de polietilenoglicol. Sob homogeneização, adicionar as vitaminas A e D. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Pomada secativa, cicatrizante utilizada na prevenção e tratamento de assaduras e brotoejas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, após limpeza, quando necessário.  

POMADA PARA FISSURAS DO PERÍNEO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino e adicionar o propilenoglicol, até obter consistência de pasta. Incorporá-los à pomada de polietilenoglicol, lentamente, até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em bisnagas de alumínio revestidas, bem fechadas e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dor e sangramento de hemorróidas internas ou externas, pruridos anais, eczema perianal, proctite branda, fissuras, pró e pós-operatório em cirurgias ano-retais. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar na área afetada, duas a três vezes ao dia. Com a diminuição dos sintomas, uma aplicação ao dia por dois a três dias ou a critério médico. 

SAIS PARA REIDRATAÇÃO ORAL 

1. SINONÍMIA 

Reposição hidroeletrolítica oral. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado reduzir os componentes sólidos a pó fino, tamisar, misturar bem e acondicionar em papéis. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em papéis farmacêuticos, devidamente fechados e acondicionados em embalagem lacrada contendo dessecante. Conservar à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS 

Usar somente sob orientação médica.  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Reposição hidroeletrolítica em desidratação hipo ou normotônica e manutenção da hidratação. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Dissolver o envelope em um litro de água. Administrar 100 a 150 ml/Kg de peso corporal em período de 4 a 6 horas. Se nas primeiras duas horas de tratamento os vômitos continuarem impedindo que o paciente administre a solução, procurar imediatamente o médico. 

8. ESTABILIDADE 

A formação de grumos pode ser sinal de instabilidade física da formulação. A formação de gás pode ser um indício de degradação bacteriana ou outro processo que libere gás carbônico. Os pós devem manter uma coloração uniforme e odor característico. 

SOLUÇÃO ANTIMICÓTICA COM IODO  

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, solubilizar o ácido salicílico e o ácido benzóico em parte do álcool etílico. Acrescentar a solução de lugol forte, a tintura de benjoim, completar o volume com o álcool etílico, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observações 

Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o preparo e o acondicionamento da solução. 

Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. 

Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antimicótico. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. 

SOLUÇÃO DE GLICEROFOSFATO DE SÓDIO IODO-TÂNICA IODETADA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver, previamente, o tanino em quantidade suficiente de solução hidro-etanólica. Acrescentar o iodeto e o iodo, sob agitação. Filtrar, adicionar o glicerofosfato de sódio e homogeneizar. A ausência de iodo livre deve ser confirmada através do teste de amido. 

4.1. Observação 

A solução iodo-tânica iodetada deve ser preparada, de preferência, com antecedência de 24 horas, para se formar o complexo iodo-tânico. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, providos de conta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Rinites e amidalites. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Administrar uma gota por ano de idade, duas vezes ao dia, às refeições ou a critério médico. 

SOLUÇÃO DE LUGOL FORTE 

1. SINONÍMIA 

Solução de iodo forte, solução de iodeto de potássio iodada. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro. Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observações 

Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o preparo e o acondicionamento da solução. 

Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. 

Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Não utilizar durante o período de gestação e amamentação. 

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Deficiência de iodo; hipertireoidismo (adjuvante); adjuvante, junto com um fármaco antitireóideo, na indução da involução da glândula tireóide antes da tireoidectomia; crise tirotóxica (adjuvante). 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Adultos:  

Hipertireoidismo: um ml, três vezes ao dia. A 1ª dose deve ser ingerida uma hora após a dose inicial do medicamento antitireóideo.  

Involução da tireóide (pré-cirurgia): três a cinco gotas, três vezes ao dia, durante 10 dias antes da cirurgia, usualmente administrada concomitante com medicamento antitireóideo.  

Proteção da radiação: 15 gotas ao dia, durante 10 dias.  

Reposição de iodo: 0,3 a um ml, três a quatro vezes ao dia. 

Crianças:  

Involução da tireóide (pré-cirurgia): três a cinco gotas, três vezes ao dia, durante 10 dias antes da cirurgia, usualmente administrada concomitante com medicamento antitireóideo.  

Proteção da radiação: duas a quatro gotas ao dia, durante 10 dias. 

SOLUÇÃO DE LUGOL FRACA 

1. SINONÍMIA 

Solução de iodo fraca, solução de iodeto de potássio iodada. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro. Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observações 

Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o preparo e o acondicionamento da solução. 

Usar de capela de exaustão durante o preparo da solução. 

Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Não utilizar durante o período de gestação e amamentação. 

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Antisséptico local.  

Profilaxia e tratamento ocasionados pela deficiência de iodo e hipotirexinemia materna. 

7.2. Modo de usar 

Antisséptico local: aplicar nas áreas afetadas, quando necessário. 

Profilaxia e tratamento ocasionados pela deficiência de iodo: cinco a 10 gotas ao dia (95-190 ?g/ de iodo/dia). 

Hipotirexinemia materna: para mulheres grávidas e lactantes, 15 gotas ao dia. 

SOLUÇÃO DE SCHILLER 

1. SINONÍMIA 

Solução de iodo composto, solução de iodo para teste de Schiller. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro. Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

4.1. Observações 

Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o preparo e o acondicionamento da solução. 

Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. 

Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações  

Teste de Schiller. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Uso exclusivo em consultório médico. 

SOLUÇÃO PARA REIDRATAÇÃO ORAL 

1. SINONÍMIA 

Repositor hidroeletrolítico oral. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Dissolver o metilparabeno em quantidade suficiente de água previamente aquecida. Resfriar. Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino. Transferir para recipiente adequado, adicionar o metilparabeno, a água e agitar até completa dissolução. Acrescentar o flavorizante, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Se a solução turvar, formar gás ou apresentar crescimen-to microbiano, suspender o uso. 

A solução não deve apresentar partículas. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Reposição hidroeletrolítica oral, em desidratação hipo ou normotônica e manutenção da hidratação. 

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 


SULFADIAZINA DE PRATA 1%, CREME 

1. SINONÍMIA 

Creme de sulfadiazina de prata, creme de sulfadiazina argêntica. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

3. FÓRMULA 



4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar a sulfadiazina de prata e acrescentar o propilenoglicol, misturar até obter uma pasta homogênea. Acrescentar o creme base aniônico e o butilidroxitolueno, previamente solubilizado em álcool etílico e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Queimaduras de 2° e 3° graus, escaras, piodermites e recuperação do tecido cutâneo em úlceras varicosas infectadas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar pequena quantidade nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia ou a critério médico. 

SULFATO FERROSO, XAROPE 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: xarope. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o sulfato ferroso, o ácido cítrico anidro, o flavorizante e 20 g de açúcar em 50 ml de água. Filtrar. Dissolver o restante do açúcar no filtrado, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar com auxílio de gaze. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Não administrar em portadores de diabetes mellitus. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento e profilaxia de anemia ferropriva.  

7.2. Modo de usar 

Uso interno. 

Tratamento de anemia: 500 mg a 1 000 mg de sulfato ferroso ao dia, em doses fracionadas.  

Profilaxia de anemia: 300 mg a 600 mg de sulfato ferroso ao dia, em doses fracionadas. 

SUPOSITÓRIO DE GLICERINA 

1. SINONÍMIA 

Supositório glicerinado. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: supositório. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, aquecer a glicerina até cerca de 50 ºC e, sob agitação, dissolver o estearato de sódio. Verter a mistura ainda quente para o molde adequado. Deixar esfriar e remover os supositórios. 

4.1. Observações 

Recomenda-se usar moldes de metal, previamente aquecidos. Após o resfriamento e a solidificação, remover supositórios. Moldes para lactentes (1 g), crianças (1,5 g a 2 g) e adultos (2,5 g a 3 g). 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em papel laminado ou blister, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade Conservar em temperatura inferior a 25ºC. 

6. ADVERTÊNCIAS  

O supositório pode ser umedecido com água antes da inserção, para reduzir a tendência inicial da base de retirar água das mucosas, irritando os tecidos. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Laxante. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Adultos e Crianças: introduzir o supositório no reto, até que advenha a vontade de evacuar.  

Bebês: introduzir o supositório por via retal, pela parte mais afilada  

Pode-se deixar o supositório de glicerina atuar de 15 a 30 minutos. Não é necessário que o produto se dissolva completamente para que produza o efeito desejado. 

TALCO MENTOLADO 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: talco. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Reduzir o mentol a pó fino, adicionar o talco e homogeneizar.  

4.1. Observação 

O mentol poderá ser triturado em quantidade suficiente de álcool etílico 96 ºGL antes da incorporação do talco. Deixar o álcool evaporar, totalmente, antes da adição do talco. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Dermatoses pruriginosas. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. 

TIABENDAZOL 5%, CREME 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o tiabendazol até pó bem fino, adicionar o propilenoglicol e misturar até obter dispersão homogênea. Adicionar o creme não iônico e homogeneizar. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Usar somente com orientação médica. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento de escabiose e larva migrans cutânea. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo.  

Tratamento da escabiose: tomar banho quente, de não menos que 10 minutos de duração, à noite, durante cinco dias consecutivos. Em seguida, secar rapidamente a pele e aplicar a pomada sobre as zonas lesadas e áreas vizinhas, friccionando suavemente. Na manhã seguinte, tomar outro banho e aplicar, novamente, a pomada. Durante o tratamento, ferver a roupa de cama, antes de lavar.  

Tratar simultaneamente todos os membros doentes da família. Caso necessário, o tratamento poderá ser prolongado por mais cinco dias.  

Tratamento da larva migrans: friccionar a pomada na extremidade ativa das trilhas ou túneis escavados pelo parasita, três vezes ao dia, durante cinco dias. 

TIABENDAZOL 5%, POMADA 

1. SINONÍMIA 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, triturar o tiabendazol até pó bem fino e incorporar a pomada de polietilenoglicol até obter aspecto homogêneo. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Usar somente com orientação médica. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Tratamento de escabiose e larva migrans cutânea. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo  

Tratamento da escabiose: tomar banho quente, de não menos que 10 minutos de duração, à noite, durante cinco dias consecutivos. Em seguida, secar rapidamente a pele e aplicar a pomada sobre as zonas lesadas e áreas vizinhas, friccionando suavemente. Na manhã seguinte, tomar outro banho e aplicar, novamente, a pomada. Durante o tratamento, ferver a roupa de cama, antes de lavar.  

Tratar simultaneamente todos os membros doentes da família. Caso necessário, o tratamento poderá ser prolongado por mais cinco dias.  

Tratamento da larva migrans: friccionar a pomada na extremidade ativa das trilhas ou túneis escavados pelo parasita, três vezes ao dia, durante cinco dias. 

VASELINA SALICILADA 

1. SINONÍMIA 

Pomada de ácido salicílico. 

2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, incorporar o ácido salicílico à vaselina líquida. Adicionar a vaselina sólida, misturando até completa homogeneização. 

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados, ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 

6. ADVERTÊNCIAS  

Nas concentrações superiores a 10%, utilizar luvas de látex no momento da aplicação. 

Manter fora do alcance de crianças. 

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 

7.1. Principais indicações terapêuticas 

Concentrações abaixo de 2% têm ação essencialmente queratoplástica e concentrações superiores a 2% têm ação queratolítica. 

7.2. Modo de usar 

Uso externo. 

Aplicar nas áreas afetadas, à noite, e retirar pela manhã.  

As preparações contendo ácido salicílico a 10% ou 20% apresentam propriedade queratolítica forte, e sua aplicação deve ser efetuada com muita precaução, sendo recomendável a utilização de espátulas ou luvas de proteção. 

VIII BASES PARA O PREPARARO DAS FORMULAÇÕES 

CONDICIONADOR BASE  

1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Emulsão catiônica destinada a devolver aos cabelos as propriedades perdidas durante o processo de lavagem com um xampu aniônico ou após tratamento químico. Compatível com silicones, manteiga de karité, filtro solar, proteínas hidrolisadas, polímero quaternizado, extratos e óleos vegetais. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer, separadamente, a fase oleosa e a fase aquosa à temperatura, aproximada, de 70 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a, aproximadamente, 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigi-lo com auxílio de ácido fosfórico, de forma para 3,8 - 4,0.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME ANIÔNICO  

1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Creme aniônico emoliente, de baixa irritabilidade e oleosidade, de alta resistência aos princípios ativos que requerem veículos com este caráter, como hidroquinona, dihidroxiacetona e resorcina. Esta base diferencia-se do creme base aniônico por apresentar menor potencial de irritabilidade. 

4. FÓRMULA 



5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer, separadamente, a fase oleosa e a fase aquosa à temperatura, aproximada, de 70 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a, aproximadamente, 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME BASE ANIÔNICO  

1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Creme aniônico, emoliente, de baixa oleosidade, de alta resistência aos princípios ativos que requerem veículos com este caráter, como hidroquinona, dihidroxiacetona e resorcina.  

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer a fase oleosa a 75 ºC e a fase aquosa a 80 ºC. Verter a fase aquosa à fase oleosa, sob agitação vigorosa. Diminuir a agitação e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase complementar, homogeneizar e resfriar até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME BASE NÃO IÔNICO  

1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Creme base não iônico, de toque seco. Possui aparência fina e fácil aderência à pele, permitindo veicular princípios cosméticos em geral. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer separadamente a fase oleosa a 80 °C e a fase aquosa a 85 °C. Verter a fase aquosa sobre a fase oleosa com agitação. Manter a temperatura e agitar por 10 minutos. Resfriar com agitação moderada e adicionar a fase complementar na temperatura, aproximada, de 40 °C, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME DE MONOESTEARATO DE GLICERILA (MEG)  

1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

2. TIPO DE FORMULAÇÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Emulsão rica em emolientes, com excelente espalhabilidade, ideal para massagens e incorporação de princípios ativos farmacêuticos que necessitem de fricção para sua absorção. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer a fase oleosa a 75 °C e a fase aquosa a 80 °C. Adicionar a fase aquosa à fase oleosa, sob agitação, até o esfriamento.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME DO TIPO A/O  

(Cold cream) 

1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa. 

2. TIPO DE EMULSÃO: A/O. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Emulsão tipo A/O, ou seja, a fase oleosa é a fase externa ou contínua e quando aplicada forma um filme oleoso protetor que permanece sobre a pele após a evaporação da água. A lenta evaporação da água confere à pele o efeito refrescante. Este creme pode ser usado como veículo ou mesmo puro em produtos para massagem corporal e facial. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer separadamente a fase oleosa a 75 °C e a fase aquosa a 80 °C. Verter a fase aquosa sobre a oleosa, agitando moderadamente e mantendo a temperatura por oito a 10 minutos, até a formação de emulsão, evitando o desenvolvimento de espuma. Diminuir a velocidade de agitação e resfriar até temperatura ambiente. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME EVANESCENTE 

1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Os cremes evanescentes, também chamados de diaderminas, são emulsões do tipo O/A contendo ácido esteárico em concentrações usuais de 15 a 25%, o qual é parcialmente saponificado. A saponificação é feita com agentes alcalinos emulsivos tal como os hidróxidos ou carbonatos de sódio ou potássio, solução diluída de amônea ou pelo borato de sódio. A consistência do creme é regulada pelo ácido esteárico também chamado ácido esteárico "tripla-pressão" que produz uma consistência firme e coloração branca perolada no creme, produzida parcialmente pela porção que está saponificada e parcialmente pela parte saponificante. A diadermina é uma boa base para ativos que necessitem de uma maior penetração, favorecendo a absorção cutânea. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer, separadamente, a fase oleosa a 70 ºC e a fase aquosa a 75 ºC. Verter a fase a aquosa sobre a fase oleosa sob agitação vigorosa durante 10 minutos, Reduzir para agitação lenta até atingir temperatura ambiente.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME NÃO IÔNICO  

1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Creme de caráter não iônico e muito resistente, de uso cosmético, para a incorporação de diversos ativos, onde a viscosidade é uma característica a ser mantida no produto final. Indicado para preparações com cetoconazol e neomicina, entre outros ativos. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer a fase oleosa a 75 oC e a fase aquosa a 80 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

CREME NÃO IÔNICO, USO GINECOLÓGICO 

1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Emulsão não iônica compatível com ampla gama de princípios ativos de uso ginecológico. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer, separadamente, a fase oleosa a 70 ºC e a fase aquosa a 75 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

EMULSÃO DE SILICONE  

1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão. 

2. TIPO DE EMULSÃO: água em silicone. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Emulsão base com sensorial não oleoso. Compatível com ampla gama de princípios ativos. Garante uma baixa irritabilidade em peles sensíveis. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado adicionar a fase A sobre a fase B, sob agitação vigorosa em agitador mecânico, até completa homogeneização.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

GEL CREMOSO 

1. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 

2. TIPO DE FORMULAÇÃO: creme-gel.  

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Gel creme não iônico, indicado para todos os tipos de pele. Não altera a viscosidade em presença de álcool etílico e glicóis. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dispersar o composto de poliacrilamida e adicionar os demais componentes, sob agitação.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

GEL DE HIDROXIPROPILMETILCELULOSE 

1. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 

2. TIPO DE FORMULAÇÃO: hidrogel não iônico. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Gel não iônico para aplicações cosméticas diversas, sendo indicado para todos os tipos de pele e na preparação de "seruns". 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Adicionar o EDTA e a Solução de parabenos à água, aquecer a 70 oC e acrescentara hidroxipropilmetilcelulose à solução, agitando até completa dispersão. Resfriar até 40 oC e adicionar a fase B. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico leitoso ou de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

GEL DE SILICONE 

1. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 

2. TIPO DE FORMULAÇÃO: hidrogel. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Gel de silicone, utilizado principalmente em cosmética, com toque suave e agradável. Transmite idéia de pureza, refrescância e ausência de oleosidade na pele. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado adicionar a fase A, previamente misturada sobre a fase B, sob agitação lenta e constante, até completa homogeneização. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

GEL HIDROALCOÓLICO 

1. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 

2. TIPO DE FORMULAÇÃO: gel hidroalcoólico aniônico. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Gel indicado para obtenção de géis fluídos transparentes ou translúcidos, para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. Usado para preparações após barba, depilação ou géis anti-sépticos. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A, previamente misturada, aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero. Adicionar a fase C, sob agitação. Verificar o pH e corrigir, se necessário, com a solução de trietanolamina, de forma a mantê-lo em torno de 5,5 a 6,0.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico leitoso ou de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

LOÇÃO ANIÔNICA  

1. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES  

Loção aniônica, emoliente, de baixa oleosidade, de alta resistência aos princípios ativos que requerem veículos com este caráter iônico, como hidroquinona, dihidroxiacetona e resorcina.  

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Aquecer, separadamente, a fase oleosa a 75 ºC e a fase aquosa a 80 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e corrigir, se necessário, de forma a ficar em torno de 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

LOÇÃO NÃO IÔNICA 

1. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 

2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Loção base não iônica, de toque seco. Sua aparência fina e de fácil aderência à pele, permite veicular princípios ativos e cosmecêuticos em geral, conforme exigência técnica do ativo a ser veiculado. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Aquecer, separadamente, a fase oleosa e a fase aquosa à temperatura próxima dos 80 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxiliares. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

PETROLATO HIDROFÍLICO 

1. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

2. TIPO DE POMADA: base de absorção. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Essas pomadas podem absorver quantidades maiores de água. Os excipientes empregados nas suas formulações são os mesmos de uma pomada hidrófoba, sobre os quais são incorporadas substâncias emulsificantes do tipo A/O tais como lanolina, álcoois de lanolina, ésteres de sorbitano, monoglicérides e álcoois graxos. Os emulsificantes são responsáveis pela habilidade destas pomadas absorverem água.  

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Fundir o álcool estearílico, a cera branca e a vaselina sólida a 75 ºC. Adicionar o colesterol, retirar do aquecimento e agitar até solidificação. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

POMADA DE LANOLINA E VASELINA 

1. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

2. TIPO DE POMADA: base de absorção. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Base graxa indicada para a incorporação de ativos hidrófilos e lipófilos. A vaselina é um excipiente inerte com poucas incompatibilidades, exceção se faz com o bálsamo do peru que forma 2 camadas quando adicionado à vaselina. A lanolina pode conter alguns pró-oxidantes que podem afetar a estabilidade de determinados fármacos.  

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno (BHT) à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até completa homogeneização.  

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

POMADA DE POLIETILENOGLICOL  

1. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

2. TIPO DE POMADA: hidrossolúvel. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Os polietilenoglicóis são substâncias que apresentam características tipicamente hidrófilas. São excelentes emulsivos de óleo em água, pois apresentam atividade sobre a tensão superficial. As bases dermatológicas preparadas com os polietilenoglicóis têm, em regra, pH entre 6 e 7. É contra-indicado o uso de pomadas a base de polietilenoglicóis em pacientes com queimaduras extensas, pois os mesmos são hiperosmóticos. Mostram-se incompatíveis com numerosas substâncias (penicilinas, bacitracina e o cloranfenicol são destruídos pelo PEG). O ácido salicílico, o fenol, o resorcinol, os barbitúricos e os taninos são incompatíveis com os PEG. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, fundir os componentes em banho-maria, na temperatura em torno de 65 oC. Misturar levemente até solidificação. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

POMADA DE POLIETILENOGLICOL II 

1. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

2. TIPO DE POMADA: hidrossolúvel. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Os polietilenoglicóis são substâncias que apresentam características tipicamente hidrófilas. São excelentes emulsivos de óleo em água, pois apresentam atividade sobre a tensão superficial. As bases dermatológicas preparadas com os polietilenoglicóis têm, em regra, pH entre 6 e 7. É recomendada como veículo para incorporação de soluções, ácido salicílico e seus derivados que podem ser incorporados nessa base sem liquefazê-la em até 10% como solução aquosa ou água e até 5% de álcool. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, fundir os componentes em banho-maria, na temperatura aproximada de 65 oC. Misturar levemente até solidificação. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

POMADA HIDROFÍLICA 

1. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 

2. TIPO DE POMADA: emulsão do tipo O/A. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

A pomada hidrófílica é uma base de absorção de água em óleo. Esta preparação pode ser utilizada como excipiente de ativos medicamentosos. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Aquecer, separadamente, a fase oleosa a 75 ºC e a fase aquosa a 80 ºC. Verter a fase a aquosa sobre a fase oleosa e agitar de forma vigorosa e contínua até a solidificação. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

XAMPU BASE 

1. FORMA FARMACÊUTICA: loção para uso tópico. 

2. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES: 

Preparação farmacêutica específica para lavagem de cabelos e couro cabeludo. Veículo base para incorporação de princípios ativos medicamentosos. 

3. FÓRMULA 


4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em um recipiente adequado, misturar sob agitação moderada os componentes da fase A. Adicionar os componentes da fase B. Separadamente, aquecer a fase C, à temperatura, aproximada, de 50 °C e, após a fusão, adicionar à mistura anterior. A viscosidade deve ser ajustada com a solução de cloreto de sódio (fase D). Medir o pH, corrigindo-o se necessário, com solução de ácido cítrico de forma a mantê-lo entre 6,0 - 6,5. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de plástico leitoso, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

XAROPE SIMPLES 

1. FORMA FARMACÊUTICA: xarope. 

2. TIPO DE XAROPE: xarope de sacarose. 

3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES 

Veículo edulcorante. 

4. FÓRMULA 


5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO 

Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 ml de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. 

5.1. Observação 

A temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 oC.  

Se o produto resultar corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. 

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

IX SOLUÇÕES AUXILIARES 

ÁGUA DE ROSAS 

1. APLICAÇÃO 

Adjuvante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, adicionar 800 ml de água e 4 gotas de essência de rosa. Agitar, completar o volume e filtrar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO CONSERVANTE DE IMIDAZOLIDINILURÉIA A 50% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução conservante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Dissolver o imidazolidiluréia na água, sob agitação. Transferir para recipiente adequado e completar o volume. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) 

1. APLICAÇÃO 

Solução conservante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, sob agitação, aquecer os componentes até completa solubilização. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE ÁCIDO CÍTRICO DE 25% A 50% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução acidificante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Misturar os componentes e agitar até completa dissolução, transferir para recipiente adequado e completar o volume. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO 0,1 M (V/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução acidificante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Transferir 40 ml de água para recipiente adequado e verter, lentamente, o ácido clorídrico. Agitar, deixar esfriar, completar o volume e homogeneizar. 

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO 2 M (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução acidificante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Transferir 40 ml de água para recipiente adequado e verter, lentamente, o ácido clorídrico. Agitar, deixar esfriar, completar o volume e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE CITRATO DE SÓDIO A 25% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução alcalinizante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dissolver o citrato de sódio em água, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE CLORETO DE SÓDIO A 25% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Como espessante para xampus e sabonetes líquidos. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dissolver o cloreto de sódio em água, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 0,1 M (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução alcalinizante. 

2. FÓRMULA 



3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dissolver o hidróxido de sódio em água, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO M (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução alcalinizante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dissolver o hidróxido de sódio em água, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 10% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Solução alcalinizante. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, dissolver o hidróxido de sódio em água, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico e à temperatura ambiente. 

SOLUÇÃO DE TRIETANOLAMINA A 50% (p/V) 

1. APLICAÇÃO 

Agente emulsificante de emulsões do tipo O/A e solução alcalina para ajuste de pH. 

2. FÓRMULA 


3. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  

Em recipiente adequado, adicionar a água e a trietanolamina, sob agitação. 

4. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  

Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 

X ANEXOS 

ALCOOMETRIA 

Alcoometria é a determinação do grau alcoólico das misturas de água e álcool etílico. 

ALCOÔMETRO CENTESIMAL 

O alcoômetro centesimal se destina à determinação do grau alcoólico ou da força real das misturas de água e álcool, indicando somente a concentração do álcool em volume. 

O instrumento que determina o grau alcoólico é denominado densímetro e indica, imediatamente, o volume de álcool etílico contido em 100 volumes de uma mistura feita exclusivamente de álcool etílico e água. 

As determinações do alcoômetro são exatas somente para esta mistura, à temperatura de 20 ºC, na qual o instrumento foi graduado. Se a temperatura durante o ensaio, for inferior ou superior a 20 ºC torna-se necessário efetuar correções sobre as indicações do alcoômetro, em função da temperatura (Tábua da Força Real dos Líquidos Espirituosos). 

ºGAY LUSSAC (ºGL = % VOLUME) 

É a unidade que determina a quantidade de álcool etílico, em mililitros, contida em 100 mililitros de uma mistura hidro-alcoólica. 

ºINPM (% P = PORCENTAGEM DE ÁLCOOL EM PESO OU GRAU ALCOÓLICO INPM) 

Quantidade em gramas de álcool etílico contida em 100 gramas de uma mistura hidro-alcoólica. 

TÁBUA DA FORÇA REAL DOS LÍQUIDOS ESPIRITUOSOS 

A força real de um álcool é o grau indicado pelo alcoômetro centesimal à temperatura de 15 ºC. A força é dita aparente, quando a temperatura está acima ou abaixo de 15 ºC. Para transformar a força aparente em força real, utiliza-se a Tábua da Força Real (Tabela 1). 

TABELA DE ALCOOMETRIA 

Tabela indicativa da relação entre o grau do alcoômetro centesimal, a densidade da mistura alcoólica e o título ponderal. 

DETERMINAÇÃO DO GRAU ALCOÓLICO 

* Transferir o álcool etílico a ser analisado para recipiente volumétrico adequado; 

* deixar o álcool etílico permanecer em repouso até completa eliminação das bolhas; 

* determinar a temperatura do álcool etílico com o auxílio de termômetro calibrado (temperatura aparente); 

* imergir no líquido, o alcoômetro rigorosamente limpo e seco, previamente embebido no álcool etílico em ensaio; 

* o alcoômetro deverá flutuar livremente, sem encostar no fundo do recipiente ou aderir às paredes; 

* quando o alcoômetro atingir a posição de equilíbrio, verificar o ponto de afloramento da haste e ler o número da graduação na parte inferior do menisco. Esta leitura determina o grau alcoólico aparente contido na amostra em centésimos e em volume; 

* consultar a Tábua da força real dos líquidos espirituosos (Tabela 1) para proceder a correção da leitura obtida, em função da temperatura. 

Observações 

* A leitura deverá ser procedida em todos os lotes de álcool neutro adquiridos e em cada preparação de álcool desinfetante ou álcool diluído. 

* A graduação alcoólica do álcool etílico deverá ser, no mínimo, 94,7 ºGL ou 94,7% (V/V), a 15 ºC. 

* O alcoômetro centesimal está calibrado a 20 ºC e a Farmacopéia Brasileira indica os títulos etanólicos a 15 ºC. Por isso é necessário proceder à conversão através da Tábua da força real dos líquidos espirituosos. 

TABELA ALCOOMÉTRICA 

Tabela indicativa da relação entre o grau do alcoômetro centesimal, a densidade da mistura alcoólica e o título ponderal. 

A primeira coluna da tabela indica o grau centesimal, ou centésimos de álcool etílico em volume (ºGL), a segunda coluna refere-se à densidade a 15 ºC da mistura de água e álcool etílico e a terceira coluna indica o título ponderal ou centésimos de álcool absoluto em peso



* As densidades referidas nesta coluna consideram a água no vácuo, a 15 ºC. 

TÁBUA DA FORÇA REAL DOS LÍQUIDOS ESPIRITUOSOS 

A primeira linha horizontal da tabela indica a força aparente, isto é, o volume centesimal aparente de álcool, marcado pelo alcoômetro.  

A primeira linha vertical da esquerda indica a temperatura aparente, compreendida entre 10 ºC e 30 ºC. A intersecção entre as linhas vertical (temperatura aparente) e horizontal (grau alcoólico aparente), nos dará a força real ou o volume centesimal (ºGL) real do álcool em análise. 

Exemplo 

Álcool neutro com temperatura aparente de 21 ºC e grau alcoólico aparente igual a 96 ºGL, terá um volume centesimal real de 94,7 ºGL à 15 ºC de acordo com a tabela. Este número indica que a mistura em ensaio contém 94,7 centésimos de álcool absoluto em volume e 5,3 volumes de água. 

 



 

 

 

Some Rights Reserved

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Comentários



artigos de Farmácia
Top 10 Notícias

Voltar para Farmácia

Escolha sua área do conhecimento