Queda de cabelo
Você já deve ter ouvido o ditado: é dos carecas... que elas gostam mais!
Pois então, isto acontece, pois o cabelo é considerado a moldura do rosto. Desde Sansão a Luís XIV, que o cabelo desempenha na sociedade um papel muito importante. Símbolo de poder ou de pura vaidade, esta parte do corpo é sem dúvida um ícone fundamental da nossa personalidade. Se o cabelo é um símbolo da nossa personalidade, a falta dele também é. A queda de cabelo, ou alopecia, tornou-se atualmente uma fonte de grande negócio, uma vez que ninguém quer assumir a simpática “careca”.
Homens, mulheres e crianças todos os dias têm a experiência da queda de cabelo. Desde o simples pentear à lavagem de cabelo, tudo serve de exemplo para ilustrar o que se passa com o cabelo. Diz-se cientificamente que cerca de 50 a 100 cabelos caem diariamente e são substituídos por novos. A maior parte das pessoas não dá conta desta enorme quantidade de cabelo que cai todos os dias. No entanto, quando este desaparece definitivamente ou quando a quantidade de cabelo que cai é muito superior, aí a situação torna-se um desastre.
A definição para queda de cabelo refere-se a diferentes problemas, desde a falta de cabelo moderado à calvície completa. Temos os seguintes tipos de queda de cabelo:
· "telogen effuvium", queda como efeito secundário de um medicamento, sintoma da presença de uma doença;
· “tines capitis”, calvície de foro traumático e a forma padrão de calvície;
· "telogen effluvium", generalizada e difusa. Ocorre dois a três meses após uma fase de grande stress, como, por exemplo, um período prolongado de febre alta ou uma cirurgia.
A perda de cabelo também pode ser o efeito secundário de um tratamento com certos tipos de medicamentos à base de lítio, anti-coagulantes, anfetaminas ou medicamentos usados na prevenção do cancro. Em certas situações como o lupus, perturbações na tiróide, desequilíbrio dos hormônios sexuais, metástases ou problema nutricional, a calvície pode traduzir-se num dos sintomas mais visíveis.