Curso de Obesidade: Aspectos Clínicos e Moleculares
A obesidade é um dos principais males da humanidade atualmente, não escolhendo sexo, idade ou raça, fazendo com que milhões de pessoas morram anualmente em decorrência de patologias desencadeadas ocasionadas por ela. E o pior é que muitos nem consideram a obesidade como patologia.
É necessário que as pessoas tenham consciência do que é a Obesidade, quais os seus fatores causais, o que ela desencadeia no organismo e o seu tratamento, que é o mais difícil, pois está diretamente relacionado com uma reeducação da alimentação.
Pensando nesses aspectos, o Portal Educação lançou o Curso de Obesidade: Aspectos Clínicos e Moleculares. São abordados temas como:
- Métodos de avaliação da composição corporal em adultos:
- Avaliação da obesidade em crianças e adolescentes: IMC percentual; Pregas cutâneas e Impedância bioelétrica.
- Etiologia da obesidade;
- Balanço energético: Componentes e técnicas de avaliação do gasto energético; Equação do balanço energético e Fatores que influenciam o ganho de peso corporal;
- Os fatores genéticos e os fatores ambientais.
Considerações gerais:
É notória a ênfase dada ao estudo da obesidade nos dias atuais. Especialistas vêm dedicando anos de estudo na esperança de entender cada vez mais a fisiopatologia dessa alteração metabólica. Não é fácil a obtenção de uma classificação que separe com precisão indivíduos obesos e não obesos. Não há, porém, como separar o termo obesidade de excesso de gordura corporal.
Admite-se que para a raça humana, a percentagem de gordura corporal situa-se entre 15 e 18% para o sexo masculino e entre 20 e 25% para o sexo feminino. Podem ser considerados obesos os homens com percentual superior a 25% e as mulheres com mais de 30%. A mensuração do percentual de gordura requer técnicas onerosas e nem sempre precisas. Diversos cálculos procuram estabelecer os limites de normalidade do peso para uma determinada altura. O Índice de Massa Corpórea (IMC) é o mais utilizado na prática. Tem boa correlação com a percentagem de gordura corporal. No entanto, perde a confiabilidade em atletas com grande massa muscular.