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Bambuterapia Facial

Artigo por Colunista Portal - Educação - sexta-feira, 11 de julho de 2008

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Dra. Cristiana B. Psendziuk
Fisioterapeuta Dermato Funcional
Esp. em Cosmetologia Estética e
Medicina Tradicional Chinesa
E-mail: psendziuk@uol.com.br
 
Técnica

A técnica da massagem feita com bambus é originária da França.
A massagem é feita com bambus de diferentes tamanhos e, além de relaxar ou de despertar a energia, ainda promove a drenagem linfática, a tonificação e a modelagem dos tecidos.
A técnica da massagem com bambu funciona da seguinte forma: as varas de bambu agem como se fossem o prolongamento dos dedos, e, por isso, dá a possibilidade de alcançar todas as regiões do corpo. Adaptam-se aos contornos corporais, promovendo uma modelagem eficaz e um relaxamento profundo, pois alivia tensões musculares.
A massagem associa técnicas de massagens como shiatsu (trabalhando pontos de acupuntura), ayurvédica, isometria e drenagem linfática.
Pode ser aplicada em todo o corpo inclusive face e cabeça.
Apresenta propriedades modeladoras, drenantes, tonificantes, relaxantes e energéticas.
Antes de iniciar o tratamento é necessário a análise da ficha de anamnese, uma vez que o bambu apresenta as mesmas contra indicações da Massagem Modeladora, Relaxante e da Drenagem Linfática.
O ideal é aplicá-la uma vez por semana associada a cosméticos específicos ao tipo de pele que estamos trabalhando.
O Bambu
 
Bambu é o nome que se dá às plantas da subfamília Bambusoideae, da família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae). Essa subfamília se subdivide em duas tribos, a Bambuseae (os bambus chamados de lenhosos) e a Olyrae (os bambus chamados herbáceos).
As opiniões variam muito e novas espécies e variedades são acrescentadas ano a ano, mas calcula-se que existam cerca de 1250 espécies no mundo, espalhadas entre noventa gêneros, presentes de forma nativa em todos os continentes menos na Europa. Habitam uma alta gama de condições climáticas (zonas tropicais e temperadas) e topográficas (do nível do mar até acima de 4.000 metros).
No princípio o bambu era considerado uma planta sagrada. Os chineses o utilizavam apenas em cerimônias de nascimento, morte, casamento e iniciação de magos.
Acreditava-se que o espaço vazio entre um nó e outro era tão puro, que os anjos ao virem à terra, ali se hospedavam.
A partir de 684 a.C, o bambu se tornou fonte de muitas aplicações.
Dele, os asiáticos obtêm alimento, vestuário, moradia e medicamentos.
O bambu é pouco exigente com relação ao solo e ao clima.
Desenvolve-se melhor em solos arenosos e leves, de boa drenagem, profundo e de nível médio de fertilidade.
Cresce tanto em regiões tropicais e ao nível do mar como em altitudes de aproximadamente 1.300 metros.
Podemos destacar entre seus diversos benefícios o baixo custo, leveza, possibilidade de curvatura, superfície lisa, coloração atrativa, resistência à tração comparável à do aço, resistência à compressão superior a do concreto, grande rigor estético e excelentes resultados na fabricação de móveis, estruturas, tubulações, drenos e habitações e, agora, como acessório para realização de massagens terapêuticas e estéticas.
O bambu é uma planta muito resistente, podendo se recuperar de um ano ou uma estação ruim. Após a destruição de Hiroshima pelas armas atômicas os bambus resistiram, e foram as primeiras plantas a aparecer no árido cenário pós-guerra.
A estrutura do bambu consiste no sistema subterrâneo de rizomas, os colmos e os galhos. Todas estas partes são formadas do mesmo princípio: uma série alternada de nós e entrenós. Com o crescimento do bambu, cada novo internó é envolvido por uma folha caulinar protetora, fixada ao nó anterior no anel caulinar. Os nós são massivos pedaços de tecido, compreendendo o anel nodular, o anel da bainha e geralmente uma gema dormente. Estas gemas são o local de emergência do novo crescimento segmentado (rizoma, colmo ou galho).
O Bambu deve estar liso e preparado para sua aplicação na pele do cliente. Deve ser realizada a assepsia do mesmo a cada massagem. 
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