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1 de outubro de 2009
No Brasil, a prevalência da hipertensão arterial (HA) varia de 22,3% a 43,9% e os dados epidemiológicos nacionais e internacionais demonstram que a elevação da pressão arterial (PA) está intimamente relacionada ao processo de envelhecimento, principalmente os valores da pressão sistólica,
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1-7 influencia no aumento do risco cardiovascular, e portanto deve ser tratada8,9. Com relação ao TNF, todas as diretrizes citam maior efetividade com as medidas de redução do peso, restrição de sódio, prática regular de atividade física e consumo moderado de álcool10-15. Diversos estudos demonstram o papel da atividade física na redução da pressão arterial e da morbimortalidade cardiovascular16-23 e vários são os mecanismos envolvidos no efeito hipotensor do treinamento físico, que se torna mais evidente a partir da décima semana de treinamento com pequenos ganhos adicionais subseqüentes24- 27. A atividade física deve ser avaliada e prescrita em termos de intensidade, freqüência, duração, modo e progressão. A escolha do tipo de atividade física deverá ser orientada de acordo com as preferências individuais, respeitando as limitações impostas pela idade, como evitar o estresse ortopédico28. Os exercícios resistidos de intensidade leve (40% a 60% da carga voluntária máxima), com um número maior de repetições também parecem ter efeito benéfico na PA, além dos benefícios comprovados sobre o sistema osteomuscular, podem, portanto, ser prescritos para o hipertenso desde que estejam associados aos exercícios aeróbios29. A ação dos exercícios aeróbios e resistidos nos níveis tensionais ainda são objetos de estudo em todo o mundo. Só este fato já justifica a proposta deste trabalho, que é de avaliar, na população de idosos com HA, os efeitos da atividade física programada e supervisionada (prescrita e acompanhada por profissionais habilitados) comparada com a atividade física convencional, tão amplamente divulgada pelas diretrizes médicas.Comentários
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