Avaliar a criança ou o adolescente é de fundamental importância para a identificação de alguma anormalidade no seu desenvolvimento neuropsicomotor, todavia, a intervenção de um profissional específico, em data única, não será suficiente para atender as necessidades cabíveis a esse contexto.
A avaliação nessa faixa etária não é o caso da presença de um quadro patológico ou um sinal/sintoma freqüente ou permanente, único, e sim atitudes, hábitos, sociabilização e outros fatores circundantes do ser humano em seu meio ambiente.
Avaliações periódicas e nos mais abrangentes aspectos são necessárias para podermos minimizar a ocorrência de uma identificação tardia de algum tipo de desordem no desenvolvimento humano de uma criança; algumas das características manifestadas por elas que as diferenciam das demais podem tanto ser qualidades ou habilidades relacionadas à individualidade biológica ou pode ser o início da manifestação de maiores proporções na vida adulta.
Uma das avaliações é a avaliação física, através de dados colhidos por esta, poderemos estabelecer a presença da normalidade ou não da curva de crescimento, estado nutricional e outros.
A escola, considerada por muitos como a “segunda casa” permite que a criança ou o adolescente seja assistido por diversos profissionais de cunho educacional, porém, muitas vezes na formação desses profissionais constitui o entendimento de alguns sinais e sintomas que são pertinentes de atenção e quando encontrados são instruídos a encaminhá-los ao profissional correto.
O dinamismo do ambiente escolar proporciona aos profissionais constituintes da mesma, assistirem seus alunos por tempo diário expressivo, a equipe pedagógica também é de significância devido ao fato de não ser um, mas sim, vários profissionais a visualizá-los nas mais diversas ações e situações, muitos delas, não reproduzíveis em casa ou na presença dos pais.