O acesso rápido às informações também pode ser prejudicial
A internet tem se mostrado uma grande aliada na rotina da maioria dos brasileiros. Entre os benefícios podemos enfatizar que a demanda de atividades são facilitadas com as trocas de informações via e-mail, auxílio na hora de procurar um fornecedor ou achar um endereço.
Mas esse acesso rápido às informações também pode ser prejudicial. É que a população não sabe medir o que é certo e errado com tanto conteúdo grátis disponível e acabam, por exemplo, pedindo uma ajuda para o “Dr. Google” na hora de diagnosticar um sintoma de doença ao invés de procurar um médico.
Essa “consulta médica virtual” já tem chegado aos consultórios e preocupado os médicos e por isso vem o alerta: a autoprescrição via internet provoca internações por intoxicação e pode ser prejudicial à saúde. As receitas milagrosas para curar determinada doença podem atrapalhar o diagnóstico exato de um especialista.
Por exemplo, quando se busca pelo termo “dor de cabeça: o que tomar?”, no Google, aproximadamente três milhões de resultados aparecem no buscador. Os médicos insistem que cada paciente deve ser tratado de forma única e que um remédio é receitado a partir de uma avaliação global.
E foi pensando em contribuir com a qualidade das informações que o neurologista Alessandro Finkelszten realizou pesquisa para encontrar os conteúdos desconexos relacionados à área médica. Seu trabalho também previu solicitar para os colegas de profissão artigos importantes em cada segmento para divulgar gratuitamente à população.
“A internet é um veículo que, se usado corretamente pode facilitar a vida das pessoas, porém não podemos substituir profissionais por dicas encontradas na rede. A automedicação, no meu ponto de vista, é um dos erros mais graves que as pessoas cometem pesquisando na internet”, enfatiza o enfermeiro, tutor do
Portal Educação, Alisson Daniel.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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