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16 de maio de 2009

Doença é diagnosticada principalmente nos Idosos
O tratamento com drogas experimentais em ratos de laboratório conseguiram reverter os efeitos do mal de Alzheimer. Cientistas americanos do Instituto Picower para Aprendizado e Memória, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, alegam que as substâncias usadas estimularam a função de um gene recém-identificado e, restauraram a memória de longo prazo dos animais e a melhorar o aprendizado de novas tarefas.
A experiência com os ratos pode ajudar em futuros tratamentos para seres humanos afetados pelo mal de Alzheimer. O gene ligado à doença sobre o qual a droga atua é histona deacetilase 2 (HDAC2), que regula a expressão de vários outros genes ligados ao cérebro que atuam, entre outros fatores, na formação da memória. Os medicamentos reformulam a estrutura do DNA que sustenta e controla a expressão de genes no cérebro.
Estas drogas, conhecidas como inibidores HDAC, também estão sendo usadas para o tratamento do mal de Huntington, na qual ocorre a morte de neurônios, cujos sintomas são movimentos involuntários, diminuição da capacidade intelectual e mudanças no comportamento. Além de estarem disponíveis no mercado para tratamento de alguns tipos de câncer.
O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa, até então incurável e terminal. Caracteriza-se por diversos sintomas, como: irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade, até que perde as funções motoras e vai a óbito.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Portal Educação
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