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18 de abril de 2009
Usuários deixam a maconha e passam para drogas mais fortes
O número de usuários de drogas atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), praticamente duplicou em dois anos. O tratamento intensivo contra a cocaína e crank aumentaram 107%, de 179 casos em 2006, para 371 em 2008. Estes dados são de crianças e adolescentes entre 10 e 18 anos de todas as classes sociais.
O tratamento intensivo é mais procurado por possui um atendimento longo, com psicólogos e psiquiatras, com aproximadamente 22 sessões. A falta de interesse por atividades do dia-a-dia, agressividade excessiva e perda de peso são os principais sintomas de usuários de cocaína.
Normalmente, a dependência começa com a maconha e, posteriormente, migra para outras drogas mais fortes, chegado ao crack. Mas muitos usuários ignoram esta etapa, passando direto para as substâncias mais fortes.
O ciclo natural de evolução da dependência começa com a maconha e depois migra para outras drogas mais fortes, chegando à cocaína e ao crack. Mas, a constatação da Secretaria de Estado da Saúde é de que muitos pacientes só utilizaram o crack, pulando as etapas anteriores.
O crack possui efeitos mais extensos do que a cocaína, por isso a procura é maior. Já a cocaína, os efeitos são mais curtos, mas também muito perigosa. “É uma droga psicoativa, que tem efeitos potentes no Sistema Nervoso central, promovendo também alterações cerebrais importantes. Ocasiona vários problemas à saúde, como danos cerebrais irreversíveis”, declara a farmacêutica e tutora do Portal Educação Jeana Mara Escher de Souza.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Portal Educação
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