(1)
(20)
1 de janeiro de 2008
Os antipsicóticos ou neurolépticos são medicamentos inibidores das funções psicomotoras, como é o caso da excitação e da agitação. Paralelamente eles atenuam também os distúrbios neuropsíquicos ditos psicóticos, tais como os delírios e as alucinações. São substâncias químicas sintéticas, capazes de atuar seletivamente em células nervosas que regulam os processos no homem e a conduta em animais.
Os neurolépticos sedativos são os anti-psicóticos cujo principal efeito é a sedação, ao contrário dos neurolépticos incisivos (como o Haloperidol, p. ex.) cujo efeito principal e a remoção de delírios e alucinações.
Dos neurolépticos incisivos fazem parte o Haloperidol, Penfluridol, Flufenazina, Fenotiazina, etc. Ao contrário dos sedativos, os incisivos têm baixa capacidade de sedação mas uma melhor atuação naquilo que se chama sintomas produtivos das psicoses (delírios e alucinações), enquanto os sedativos têm melhor aplicação nos casos de agitação psicomotora.
Os neurolépticos atípicos não podem ser classificados de sedativos ou incisivos tendo em vista a diversidade de ação, ora cumprindo um objetivo, ora outro. São os antipsicóticos recentemente introduzidos no mercado que não se classificam nem como Fenotiazínicos, como Butirofenonas e nem como Ortopramidas.
|
CLORPROMAZINA |
Amplictil, Clorpromazina |
|
LEVOMEPROMAZINA |
Levozine, Neozine |
|
SULPIRIDA |
Dogmatil, Equilid |
|
TIORIDAZINA |
Melleril |
|
TRIFLUOPERAZINA |
Stelazine |
Fonte: www.psiqweb.med.br
Comentários
(1)
(20)