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21 de maio de 2009
As úlceras de pressão são definidas como "Uma área de lesão localizada da pele e dos tecidos subjacentes, causadas por pressão, tensão tangencial, fricção e/ou uma combinação destes fatores". Elas constituem um importante problema com que os profissionais da saúde freqüentemente se deparam. Custam e afetam milhões de pacientes, nos lares, nos centros de saúde, nas instituições hospitalares e, em particular, nas unidades de terapia intensiva (UTI). De acordo com os dados epidemiológicos publicados, a taxa de incidência e prevalência destas lesões é maior nas UTI.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) utiliza a incidência e a prevalência das úlceras de pressão como um dos indicadores para determinar a qualidade dos cuidados prestados.
Cerca de 95% das úlceras de pressão são evitáveis, pelo que se torna imprescindível utilizar todos os meios disponíveis para realizar uma eficaz prevenção e tratamento das úlceras de pressão já estabelecidas. Estas preocupações motivaram a criação de um grupo de enfermeiras que durante o ano de 2000 elaborou um protocolo de prevenção e tratamento de úlceras de pressão. Como em qualquer trabalho surgiu a necessidade de proceder a sua avaliação.
O objetivo do presente estudo foi determinar a taxa de incidência e prevalência das úlceras de pressão na UTI; identificar o número, grau e escore total das úlceras de pressão na admissão, internação e alta; determinar quais os fatores influenciaram o seu aparecimento e desenvolvimento e identificar o número de úlceras de pressão cicatrizadas.
Texto retirado do artigo "Avaliação de protocolo de prevenção e tratamento de úlceras de pressão" dos autores Marisol Louro; Margareth Ferreira; Pedro Póvoa. Leia o artigo na íntegra, clicando aqui.
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