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11 de fevereiro de 2009
Autores: Fernanda Delgado Silva, Daniele Aragão, Vanessa Lopes, Viviane Quaresma, Betânia Tedesco
Resumo
O presente artigo analisa a asma na gestação e as principais dúvidas que podem acometer as gestantes quanto ao uso de corticosteróides e beta2-agonistas. Isso se justifica pelo fato de que o uso de determinados medicamentos na gravidez, por via inalatória, oral e injetável exige cuidados, uma vez que os estudos e a literatura apontam que não há como desconsiderar os indícios de casos de malefícios para o feto, ainda que baixos. Por outro lado, entende-se que o não uso de medicação pode ser comprometedor para ambos mãe e feto. Caso a mãe não utilize a medicação adequada, ela pode sofrer hipoxia e conseqüentemente o feto também, levando-o à morte. A asma é a doença respiratória crônica mais freqüente durante a gestação, acometendo de 0,4 a 4% das gestantes2 os estudos e pesquisas continuam incipientes, o que nos leva a fazer uma análise com base em diferentes matérias sobre o assunto. O interesse da análise é oferecer um estudo em linguagem acessível ao leitor não especialista na área de pneumologia, a fim de não só oferecer esclarecimento básico às futuras mães com asma como também contribuir para tranqüilizá-las quanto ao uso seguro dos medicamentos comumente usados em casos de asma durante a gestação.
Palavras-chave: asma, gestação, corticosteróides, beta2-agonistas
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