- Institucional
- Tudo sobre a empresa
- Prêmios
- Notícias
- Trabalhe conosco
- Fale Conosco
Enfermeiro
Medicamentos
Áreas da Saúde
Científico
Legislação e Ética
Variedades
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Os pesquisadores descobriram que os norte-americanos de origem asiática obtiveram uma pontuação mais alta do que os brancos e aqueles que se formaram entre 1998 e 2000 tinham mais conhecimento do que seus colegas mais velhos.
LOS ANGELES - Quando se trata de fitoterapia, os farmacêuticos tendem a saber mais que um médico comum, de acordo com um estudo apresentado durante a 6a. Conferência Anual de Pesquisa sobre Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Shawkat Dhanani, da Universidade da Califórnia, e colaboradores entrevistaram 47 médicos e farmacêuticos a respeito das indicações, interações e efeitos colaterais de alguns dos medicamentos herbais mais comuns.
No total, a média de acertos foi de 58%. "Os farmacêuticos obtiveram uma pontuação substancialmente mais alta com uma média de 78% contra a média de 50% obtida pelos médicos", disse Dhanani à Reuters Health.
Os pesquisadores descobriram que os norte-americanos de origem asiática obtiveram uma pontuação mais alta do que os brancos e aqueles que se formaram entre 1998 e 2000 tinham mais conhecimento do que seus colegas mais velhos.
"Os profissionais que relataram que seus pacientes fizeram perguntas sobre fitoterapia também obtiveram pontuação mais alta", afirmou Dhanani.
"Durante a análise dos dados, descobrimos que a maioria dos farmacêuticos era de origem asiática, assim foi sua profissão e não seu grupo étnico o fator responsável por sua pontuação mais alta", explicou ele.
"Nos três últimos anos, as faculdades de Farmácia incluíram cursos de farmacologia herbal nos seus currículos. Nós precisamos tomar as medidas necessárias para fornecer a mesma informação aos estudantes de Medicina e aos profissionais de saúde mais velhos", observou Dhanani.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/saude/