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Cicatrização conduzida e enxerto de pele parcial no tratamento de feridas


12 de setembro de 2008


definir tamanho aA aA


RESUMO

Avaliar comparativamente os tratamentos lesões de pele por meio de cicatrização conduzida (método original de cicatrização cutânea por segunda intenção) e enxerto de pele autógena. 
Foram utilizados 17 coelhos, dos quais foram retirados dois segmentos de pele, um de cada lado do dorso. De um lado, a área doadora do enxerto permaneceu cruenta ou seja, com lesões de pele, para cicatrização conduzida (A). Do outro lado do dorso, a pele foi implantada como enxerto (B), para recobrir as lesões de pele. Assim, cada animal tinha em seu dorso os dois tipos de tratamentos (A e B). Os coelhos foram distribuídos em dois grupos, de acordo com o tamanho das feridas provocadas em seu dorso: grupo 1 – A e B (4 cm2) e grupo 2 – A e B (25 cm2). Avaliou-se o tempo de cicatrização de ambos os tratamentos: grupo 1, após 19 dias, e grupo 2, após 35 dias. Os aspectos macro e microscópico finais da cicatrização foram analisados comparativamente nos quatro subgrupos. À histologia, avaliaram-se o número e a espessura de estratos da epiderme, a presença de células inflamatórias, bem como de cistos epidérmicos e de células gigantes. O estudo estatístico usou os testes não paramétricos de Fischer, Kruskall-Wallis e Wilcoxon. 
Nos resultados apresentados não se observou diferença macro ou microscópica entre a cicatrização conduzida e o enxerto de pele.
Como conclusão a cicatrização conduzida parece ser uma boa opção terapêutica para áreas cruentas cutâneas em coelhos.

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