CURSOS ONLINE GRÁTIS NA COMPRA DE UM DOS 1400 CURSOS ONLINE

Cuidados de enfermagem

Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tamanho do texto: A A

A dor é uma experiência subjetiva e pode ou não ser verbalizada
A dor é uma experiência subjetiva e pode ou não ser verbalizada
Na hipotermia aquecer o paciente, aplicação de bolsas de água quente, controlar a temperatura verificando os valores constantemente, na hipertermia, retirar cobertores, aplicar compressas (regiões frontal, axilar e inguinal), usar antipiréticos cpm, controlar a T e sinais de instalação de quadro convulsivo.

Processo mental alterado

O paciente da URPA pode estar desorientado, sonolento, confuso ou delirante. A causa pode variar de efeito residual da anestesia, a dor e ansiedade. A hipoxemia deve ser descartada primeiro; permanece como causa mais comum de agitação pós-operatória.

Os pacientes que são dependentes ou abusam de substâncias químicas muitas vezes despertam em estado de agitação. A distensão vesical também pode contribuir para a agitação em um paciente sonolento, confuso. O enfermeiro da URPA deve identificar e eliminar a causa da agitação ou confusão, se possível. O paciente pode participar de pequenas conversações e ser reorientado quanto ao lugar e à pessoa. Dados pré-operatórios de base são importantes para determinar a causa. Mudanças persistentes do estado pré-operatório requerem avaliação completa e possível intervenção do médico.

Dor
A dor é uma experiência subjetiva e pode ou não ser verbalizada. Muitas vezes o profissional de saúde requer sinais objetivos de desconforto além do relato subjetivo da dor do paciente. Como resultado, acredita-se que mais de 75% dos pacientes pós-cirúrgicos são subtratados para dor. Atualmente, tem-se desenvolvido guias clínicos práticos para controle da dor aguda e entende-se que todos os pacientes devem ser avaliados quanto à gravidade da dor usando uma escala de frequência verbal ou uma escala visual análoga.

Intervenções não farmacológicas que podem ser usadas incluem posicionamento, confiança verbal, toque, aplicações de calor ou gelo, massagem, e estimulação elétrica transcutânea do nervo (EETN). Se o paciente foi ensinado no pré-operatório, outras técnicas que podem ser usadas são o relaxamento, imagem auto sugestiva, distração com música e biofeedback.

Evidências têm indicado que a analgesia precoce reduz os problemas pós-operatórios. Drogas antiinflamatórias não-esteroidais (AINES) e opiáceos são os analgésicos de escolha. Uma dose intramuscular de 30 mg de cetorolac é equivalente a 100 mg de meperidina. AINES e opiáceos são usados geralmente em combinação na URPA. O paciente pode receber uma dose de cetorolac na sala de cirurgia ou imediatamente após a chegada na URP A. A dor é então tratada com um opiáceo por via intravenosa, como a morfina, a meperidina e o fentanil.

A analgesia controlada pelo paciente (ACP) permite que este controle a administração analgésica. Dosagem, tempo entre as doses e a dosagem máxima que pode ser administrada são prescritos pelo médico. A ACP pode ser iniciada na URPA ou imediatamente na chegada à sala do paciente. Outros métodos de alívio da dor no pós-operatório incluem a colocação de opiáceo espinhal e epidural e a colocação direcionada de anestésico local pelo cirurgião.
Cuidados de enfermagem: avaliar o grau de dor de cada paciente, afastando causas extra cirúrgicas, tranquilizar o paciente, orientando-o. Administrar analgésico conforme prescrição médica, anotar tipo, local e intensidade da dor.

CreativeCommons

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Comentários


colunista

Colunista Portal - Educação

O Portal Educação possui uma equipe focada no trabalho de curadoria de conteúdo. Artigos em diversas áreas do conhecimento são produzidos e disponibilizados para profissionais, acadêmicos e interessados em adquirir conhecimento qualificado. O departamento de Conteúdo e Comunicação leva ao leitor informações de alto nível, recebidas e publicadas de colunistas externos e internos.