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Contaminação de profissionais no atendimento de urgência


31 de janeiro de 2012


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Cuidados devem ser com matéria de proteção

Já falamos em artigos anteriores sobre o papel do socorrista e suas funções. O alerta principal desse artigo é relativo aos cuidados para evitar a contaminação. Há diversas situações em que o profissional que atua em emergência sofre risco de contaminação de doenças infecciosas, portanto é importante estar ciente dos riscos decorrente da sua profissão, conhecer estas doenças e seguir as normas sanitárias de controle de infecção.

A maioria das pessoas preocupa-se mais com a possibilidade de contrair AIDS do que entrar em um edifício em chamas. Não há dúvida que doenças infecciosas são realmente perigosas para os profissionais. Contudo, o aprendizado, o uso de procedimentos de segurança e de equipamentos de proteção individual diminuirá consideravelmente estes riscos.

Antes de mais nada, é preciso compreender que as infecções são doenças causadas por organismos que penetram o corpo, já a doença contagiosa é aquela que pode ser transmitida de uma pessoa para outra. A contaminação pode ocorrer pelo ar ou contato com sangue ou outros fluidos corporais, por meio de lesões pequenas, muitas vezes, despercebidas nas mãos, face ou partes expostas como mucosas - nariz e olhos.

Até pequenas lesões encontradas em volta das unhas podem ser porta de entrada. Partículas disseminadas por via aérea podem ser transmitidas pela tosse, respiração ou espirros do paciente. As partículas podem ser inaladas ou entrar em contato com as mucosas.

É impossível saber se os pacientes são portadores de doenças contagiosas apenas com a inspeção visual. O sangue e certos fluidos corporais devem ser encarados como infectantes em potencial. A esta conduta se dá o nome de Precauções Universais. O profissional de emergência deve sempre utilizar dispositivos de barreira para entrar em contato com a vítima. Os equipamentos de proteção individual (EPI) são as luvas, máscaras ou protetores faciais, protetor ocular, avental e gorro.

Entre as doenças que podem ser adquiridas pelos profissionais de emergência pelo sangue são: AIDS, Hepatite B e a Hepatite C. Pela respiração é possível contrair tuberculose, meningite Meningocócica, gripe, resfriado comum e algumas viroses.
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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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