Normalmente, em recém nascido as PCRs neonatais sofrem com asfíxicas
Quando nos deparamos em situações de salvamento de uma vida recém nascida, se pensa em logo querer tira-lo daquele sofrimento. Afinal, logo pensamos que a criança terá muito o que viver pela frente, e aquele momento ainda não é a hora certa para o momento do leito.
Mas para salvar uma vida, precisamos aprender algumas técnicas de salvamento que se atende ao atendimento dos
Primeiros Socorros. O importante é compreender que as principais questões relacionadas ao Suporte Básico de Vida em Pediatria (SBV) são as mesmas do SBV/Adulto.
Entre elas, podemos destacar o início da RCP com compressões torácicas, em vez de
ventilações de resgate (C-A-B, em vez de A-B-C); iniciar a RCP com compressões, em vez de ventilações, retarda menos a primeira compressão. É preciso ainda dar ênfase permanente na aplicação de uma RCP de alta qualidade e modificação das recomendações acerca da profundidade adequada das compressões para, no mínimo, um terço da dimensão anteroposterior do tórax: isto corresponde, aproximadamente, a 1½ polegada (cerca de 4 cm) na maioria dos bebês e cerca de 2 polegadas (5 cm) na maioria das crianças.
O profissional socorrista precisa ser alertado que o procedimento: “Ver, ouvir e sentir se há respiração” terá que ser removido do procedimento, assim como, dar menos ênfase na verificação do pulso pelos profissionais de saúde: dados adicionais sugerem que os profissionais de saúde não podem determinar com rapidez e segurança a presença ou a ausência de pulso. Em crianças, que não respondem e que não apresentam respiração, se o pulso não puder ser detectado em 10 segundos, os profissionais de saúde devem iniciar a RCP.