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Convulsão e epilepsia


1 de fevereiro de 2012


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A crise pode durar minutos e ceder espontaneamente

Deparados diante a uma crise convulsiva é difícil não ficar assustado. Neste momento, é quando o cérebro dispara um estímulo elétrico para diversos sistemas, o corpo se debate e, normalmente, a pessoa em crise fica inconsciente.

Chama-se convulsão, ou crise convulsiva, a atividade elétrica desorganizada e descontrolada que envia impulsos intermitentes para o organismo. Pode-se manifestar por movimentos repetidos, hipertonia, taquicardia e inconsciência. Em algumas, a pessoa mantém-se consciente. Aquelas em que a pessoa, mesmo com os olhos abertos não responde a estímulos dolorosos e fica se debatendo, são as mais graves.

A crise pode durar minutos e ceder espontaneamente. Caso se prolongue por mais de 30 minutos, ou se repita neste período sem que a pessoa recupere a consciência entre uma crise e outra, recebe o nome de status epilépticus.

O status epilépticus é uma emergência médica. O prolongamento das crises leva a uma atividade cerebral intensa, sem que o fluxo sanguíneo atenda às suas necessidades. Assim, sem a chegada de oxigênio e glicose suficientes, ocorre sofrimento cerebral, podendo resultar em graves sequelas neurológicas ou em morte.

A principal causa de convulsão é a epilepsia, porém existem tipos de epilepsia que não estão associados a convulsões e existem convulsões por outras condições diferentes da epilepsia. A crise convulsiva tipo grande pode ser precedida dos casos que duram alguns segundos e envolvem sensações como alucinações visuais ou gustativas.



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