Essa equipe deve trabalhar em conjunto, visando socorro a vítima
O Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência (SAMU) deve ser composto por uma equipe multiprofissional oriundos da área de saúde, sendo o coordenador do serviço, responsável técnico um médico, o responsável de enfermagem um enfermeiro, médicos reguladores, médicos intervencionistas, enfermeiros assistenciais, auxiliares e técnicos de
enfermagem.
Além dessa equipe de saúde, em situações de atendimento às urgências relacionadas às causas externas ou de pacientes em locais de difícil acesso, deverá haver uma ação integrada com outros profissionais, com bombeiros militares, policiais militares e rodoviários e outros.
Essa equipe deve trabalhar em conjunto, visando um só objetivo, ou seja, o atendimento sistematizado, dinâmico e com qualidade ao cliente e sua família. Entre as atividades a serem realizadas por essa equipe, podemos destacar: a reanimação cardiorrespiratória, oxigenoterapia, contenção de hemorragias, imobilizações, intubação orotraqueal, punção venosa com reposição de volume e medicação. Além do transporte de pacientes.
A portaria 824/99, adaptada pelo Ministério da
Saúde, define que o sistema de atendimento pré-hospitalar é um serviço médico, sua coordenação, regulação e supervisão direta é a distância e deve ser efetuada unicamente por médico, tem na Central de Regulação Médica o elemento ordenado e orientador da atenção pré-hospitalar, sendo o médico regulador o responsável pela decisão técnica em torno dos pedidos de socorro e decisão gestora dos meios disponíveis.
Diversos pontos de interesse no atendimento pré-hospitalar são discutidos por organizações médicas, como por exemplo, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que desde julho de 1999 define as “Diretrizes sobre o Tratamento de Infarto Agudo do Miocárdio”.
E, ainda, aborda em parte o atendimento pré-hospitalar no infarto agudo do miocárdio, demonstrando que um melhor preparo das equipes de atendimento pré-hospitalar, a eficiência dos treinamentos, o uso de algumas drogas, a assistência via telefonia, colocação rápida da ambulância junto à vítima e a conscientização da população possivelmente reduzirão os óbitos por mal súbitos.