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Vacinação do trabalhador


19 de janeiro de 2012


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Os programas de imunização deverão estar orientados e coordenados pelos serviços de saúde

Segundo ANAMT (2006) o trabalhador é membro de uma determinada comunidade, onde vive com seus familiares, estando exposto aos riscos lá existentes. A empresa é uma excelente alternativa para a vacinação  que visa a proteger seus funcionários contra os agravos da comunidade em que vive.

Para a faixa etária usual do trabalhador, são vacinas recomendáveis (independentemente da natureza e das condições de trabalho): tétano, difteria, hepatite B e influenza. Esta última já se tornou rotina em diversas empresas, uma vez que, além das vantagens para a saúde do trabalhador, a vacinação anual dos funcionários de empresas ou organizações de qualquer natureza leva a uma redução das faltas por motivo de saúde no período de circulação do vírus da influenza.

Vacina/idade

18- 40 anos

 50  a 60 anos

> 60 anos

Tétano/ difteria

Dose de reforço a cada 10 anos (esquema primário 3 doses) – para todos os adultos

Gripe

Uma dose anual – para todos os adultos

Pneumocócica

Uma dose (dose de reforço após 5 anos de acordo – para todos os adultos com indicações médicas)

Uma dose e uma dose de reforço após 5 anos. – Para todos os adultos a partir de 60 anos.

Hepatite B

Três  doses (0, 1-2, 4-6 meses) – para todos os adultos.

Hepatite A

Duas doses (0,6-18 meses) – para todos os adultos com indicações médicas

Varicela

Uma ou duas doses (1 mês de intervalo) dependente do fabricante – para todos os adultos com indicações médicas

Sarampo, Caxumba e Rubéola.

Uma dose (uma dose de reforço pode ser recomendado de acordo com o risco de exposição) – para todos os adultos com indicações médicas

Meningocócida

Uma dose – para todos os adultos com indicações médicas

Febre amarela

Uma dose e reforço a cada 10 anos – para todos os adultos com indicações médicas

ANAMT (2006)


Segundo o mesmo autor o profissional da saúde tem a responsabilidade de evitar, por meio da prevenção da transmissão de doenças imunopreveníveis, a possibilidade de causar dano aos pacientes, já que não só pode ser infectado por ele, mas também ser o veículo de transmissão de diferentes doenças.

Os programas de imunização para o pessoal da saúde deverão estar orientados e coordenados pelos serviços de saúde ocupacional ou por setores afins, ligados à prevenção e à proteção contra riscos para a saúde. Estes programas deverão incluir as seguintes atividades:

Atualizar o calendário de vacinação de todo profissional de saúde.

Revisar o relatório de vacinação dos profissionais no ingresso à instituição.

Oferecer informação apropriada sobre os riscos de exposição, bem como dos benefícios da vacinação na admissão e periodicamente.

Administrar as vacinas recomendadas de acordo com o risco.

Zelar pelo cumprimento dos programas de biossegurança, especialmente com os aspectos relacionados aos riscos biológicos.

Atender prontamente as pessoas vítimas de acidentes de trabalho e oferecer as vacinas  ou imunoglobulinas necessárias para tais casos.

Estabelecer as normas de restrição ao trabalho em caso de infecções que necessitem de uma intervenção precisa para a proteção dos pacientes e dos profissionais da área de saúde expostos.

Estabelecer um sistema de registros para o acompanhamento de coberturas vacinais, impacto do programa e possíveis reações adversas à vacinação.

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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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