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Detecção de Anticorpos ANTI-HIV em Indivíduos com Idade Acima de 2 Anos

Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

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TRIAGEM SOROLÓGICA
TRIAGEM SOROLÓGICA
Com o objetivo de realizar a detecção de anticorpos anti-HIV para o diagnóstico laboratorial da infecção pelo HIV é exigido o cumprimento rigoroso dos procedimentos sequenciados, agrupados em três etapas:
Etapa I – Triagem Sorológica
Etapa II – Confirmação Sorológica por meio da realização de um segundo imunoensaio em paralelo ao teste de Imunofluorescência Indireta para o HIV-1 (IFI/HIV-1) ou ao teste de Imunoblot para HIV.
Etapa III – Confirmação Sorológica por meio da realização do teste de Western Blot para HIV-1 (WB/HIV-1).
Todos os conjuntos de diagnóstico utilizados deverão estar obrigatoriamente registrados no Ministério da Saúde.

ETAPA I – TRIAGEM SOROLÓGICA


Todos os laboratórios que realizam testes para detecção de anticorpos anti-HIV para o diagnóstico laboratorial deverão adotar, obrigatoriamente, a realização de um imunoensaio. Nesta primeira etapa de testes de qualquer amostra de soro ou plasma o imunoensaio utilizado não poderá ser de avaliação rápida (teste rápido) e deverá ser capaz de detectar anticorpos anti-HIV-1 e anti-HIV-2.
A) as amostras não reagentes terão seu resultado definido como “Amostra Negativa para HIV”;
B) as amostras reagentes ou inconclusivas devem ser submetidas:
B.1) ao segundo imunoensaio em paralelo ao teste de Imunofluorescência Indireta para HIV-1 ou ao teste de Imunoblot para HIV. O segundo imunoensaio deverá ter princípio metodológico e/ou antígenos distintos do primeiro imunoensaio utilizado.
B.2) diretamente ao teste de Western Blot.
As etapas subsequentes, II e III, destinam-se à confirmação do diagnóstico sorológico.

ETAPA II – CONFIRMAÇÃO SOROLÓGICA POR MEIO DE UM SEGUNDO IMUNOENSAIO EM PARALELO AO TESTE DE IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA (IFI) PARA O HIV-1 OU AO TESTE DE IMUNOBLOT PARA HIV.


O Ministério da Saúde colocará à disposição dos laboratórios públicos o ensaio confirmatório de Imunofluorescência Indireta. Os laboratórios que não dispuserem deste teste deverão realizar o teste de Imunoblot ou o teste de Western Blot. Para interpretação do teste de Imunoblot deverão ser observados os critérios adotados pelo fabricante do conjunto de diagnóstico.

A) As amostras não reagentes no segundo imunoensaio e negativas nos testes de Imunofluorescência Indireta ou de Imunoblot terão seu resultado definido como “Amostra Negativa para HIV-1” ou “Amostra Negativa para HIV”, respectivamente, de acordo com o ensaio realizado.

B) As amostras reagentes no segundo imunoensaio e positivas nos testes de Imunofluorescência Indireta ou de Imunoblot terão seu resultado definido como “Amostra Positiva para HIV-1” ou “Amostra Positiva para HIV”, respectivamente, de acordo com o ensaio realizado. É obrigatória a coleta de uma segunda amostra para repetir a Etapa I, visando confirmar a positividade da primeira amostra.

C) As amostras não reagentes ou inconclusivas no segundo imunoensaio e positivas ou indeterminadas nos testes de Imunofluorescência Indireta ou de Imunoblot deverão ser submetidas ao teste Western Blot (etapa III).


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