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A importância das diretrizes na formação teórica e prática do professor

Artigo por Maria do Carmo S. de Jesus - quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

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Formação teórica e prática do professor
Formação teórica e prática do professor

INTRODUÇÃO

Este trabalho visa discorrer a importância das Diretrizes Curriculares Nacionais na formação teórica e prática do professor de educação infantil, bem como sua relevância e aplicabilidade no cotidiano escolar.


Como sabemos o campo da Educação Infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre educação de crianças em espaços coletivos, e de seleção e fortalecimento de práticas pedagógicas mediadoras de aprendizagens e do desenvolvimento das crianças.


Em especial, têm se mostrado prioritárias as discussões sobre como orientar o trabalho junto às crianças de até três anos em creches e como assegurar práticas junto às crianças de quatro e cinco anos que prevejam formas de garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.


As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil articulam-se e reúnem princípios, fundamentos e procedimentos definidos pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, para orientar as políticas públicas e a elaboração, planejamento, execução e avaliação de propostas pedagógicas e curriculares de Educação Infantil.


Assim, em paralelo com as disciplinas estudadas será feito uma breve produção textual articulando as contribuições destas com as diretrizes e o uso contínuo na sala de aula.


DESENVOLVIMENTO
A Educação Infantil se expandiu no Brasil e no mundo e para acompanhar a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças estruturais das famílias e a sociedade tornou-se mais importância cuidar da primeira infância nas escolas, a expansão da educação infantil como a primeira fase da educação básica também significou a ampliação da cidadania e tornou-se um marco na história da construção social desse novo sujeito de direitos a criança pequena passando com isso ao atendimento às crianças de zero a cinco anos.


Após a Constituição Federal de 1988, a educação infantil passou a ser um dever do Estado e um direito da criança, sendo que este atendimento é fundamentalmente para as crianças de zero a cinco anos e foi complementada com o Estatuto da Criança e do Adolescente ampliando ainda mais o direito da criança a este atendimento, visto que a educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, visto que quando ela foi feita ainda não existia o ensino fundamental de nove anos.

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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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colunista

Maria do Carmo S. de Jesus

Professora de Língua Portuguesa e Literaturas, no Colégio Estadual Luis Eduardo Magalhães e Colégio Estadual Gildásio Penedo.Licenciada em Letras Vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia, Campus XXII; Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Tecnologias e Ciências; Pós-graduanda em Gestão Educacional, Psicopedagogia Clinica e Educação Infantil.