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MBA Gestão Saúde - uma trajetória fortalecida por avanços tecnológicos

Artigo por Mônica Vargas da Rosa - quarta-feira, 29 de agosto de 2012

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MBA Gestão Saúde
MBA Gestão Saúde
O setor de saúde está passando por transformação de crescimento e mudança, principalmente nos avanços tecnológicos, oferecendo oportunidades atraentes e desafios para gestores e líderes. As organizações hospitalares são de grande importância tanto no contexto nacional como internacional e suas ações provocam repercussões no ambiente econômico, político, social e cultural.

A gestão Saúde é tão antiga quanto a Saúde Pública que se baseia na medicina, zoologia, microbiologia, geologia e dentre outras ciências para o processo saúde e doença. A Gestão Saúde nada mais é do que as práticas dos conhecimentos sanitários considerados eficazes no combate as epidemias.

Até o ano de 1930 os gestores hospitalares eram constituídos por enfermeiras religiosas e pessoas de outras formações. No ano de 1946, na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz abriram-se as portas para o primeiro curso de Administração hospitalar sendo Theóphilo de Almeida, mineiro de Pará de Minas seu fundador. Na década de 80 as transformações no campo da saúde relativas à definição constitucional do Sistema Único de Saúde vieram a fortalecer a necessidade de qualificação de quadros para o exercício dessa função.

O MBA Gestão Saúde contribui significativamente para a modernidade organizacional e a organização hospitalar é uma das mais complexas, por apresentar vários sistemas, equipes multidisciplinares com elevado grau de autonomia, onde fornece assistência a saúde com caráter preventivo, curativo e reabilitador de pacientes usando a tecnologia como processo de acumulação e modernização constante.

Pelas Leis Orgânicas da Saúde (Nº 8.080/90 e 8.142/90), o Decreto Nº 99.438/90 e as Normas Operacionais Básicas (NOB), “Independentemente da gerência dos estabelecimentos prestadores de serviços serem estatal ou privada, a gestão de todo o sistema municipal é, necessariamente, da competência do poder público e exclusiva, desta esfera de governo, respeitadas as atribuições do respectivo Conselho e de outras diferentes instâncias de poder. Assim, nesta NOB, gerência é conceituada como sendo a administração de uma unidade ou órgão de saúde (municipal, estadual ou nacional). São, portanto, gestores do SUS os Secretários Municipais e Estaduais de Saúde e o Ministro da Saúde, que representam, respectivamente, os governos Municipais, Estaduais e o Federal”.

São grandes os desafios para os gestores de saúde salientando os interesses conflitantes em que o gestor de saúde esta inserido, onde precisam reduzir gastos ampliar a cobertura e incrementar a integralidade, relacionar-se com prestadores de serviços e fornecedores. Cada vez mais a gestão deve ser moderna e transparente, demonstrando sinceridade no processo licitatório e habilidades técnicas no momento de solicitar o produto ou serviço de que necessita.

Para Campos (2000), a qualificação e humanização na gestão dependem de um equilíbrio nas relações de poder, assim propõe um “Colegiado Gestor”, formado pelo gestor, coordenações das equipes de referência e apoiadores, onde o usuário é o centro da atenção e há cooperação entre a equipe técnica para a atenção integral a este usuário.

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colunista

Mônica Vargas da Rosa

Administradora e especialista em EAD, tutora no Portal Educação dos cursos de Pós-Graduações em MBA Executivo em Gestão Empresarial, Gestão Pública e Gestão e Marketing Ditigal em parceria com Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Professora universitária em curso na modalidade de ensino regular. CRA/MS: 5338 @ProfMonicaVR