CURSOS ONLINE GRÁTIS NA COMPRA DE UM DOS 1400 CURSOS ONLINE

Como trabalhar cultura e diversidade em sala de aula

Artigo por Donizetti Damião Alves dos Santos - sábado, 10 de dezembro de 2011

Tamanho do texto: A A

Envolvimento da comunidade e transformação individual
Envolvimento da comunidade e transformação individual
Como trabalhar a cultura e a diversidade em sala de aula, englobando geografia e/ou história? O desenvolvimento práxis pedagógica do conteúdo acima aborda várias diferenças ou pluralidades sócio-culturais. Antes devemos sintetizar o significado de cultura (na linguagem sócio-filosófica é profundamente imensa) que representa a identidade de um ser, grupo, povo, nação em todas as manifestações sócio-político-educacional.

A sua força imemorável se concretiza em fatos ou situações histórico-geográfica que movimenta ideias, costumes, postura éticas ou simplesmente a aniquilação de outro olhar cultural. Esse movimento linear transgride teorias que retoma novos significados de conceitos pré-definidos. É simples: a mulher para conquistar seu espaço na sociedade precisou remodelar conceitos machistas para pré-moldar conceitos feministas. Assim confirma sua independência social, profissional e familiar.

A mulher se tornou "O chefe da casa, da empresa, das instituições políticas, pensadora, transformadora". A diversidade cultural, social, moral, ética reflete um novo debate de construção educacional que permeia modos de pensar que prega uma pluralidade dominante e transgressora do ser humano. É normal ser relativista: "não vai dar nada não". Porque a justiça social só funciona para poucos: num país que é para todos. Será?

Diversidade não é bagunça, desordem, caos! É unificar vários pensamentos, ideais, manifestações que enriqueça e fortifique uma nação ligada com sua própria riqueza que forma: os seres humanos! A diversidade não é o esquisito, o diferente, o deslocado: é resgatar sua verdadeira raiz numa pluralidade de raças, línguas e condutas que não pode ser pré- julgadas.

Pois bem: pode-se agora demonstrar nessa rápida reflexão como funciona a cultura e a diversidade em sala de aula. Tudo começa na busca de nossa origem (modo de falar, raça, descendência, ascendência) numa globalidade de conceitos e definições que possa esclarecer as nossas diferenças e fortalecer as relações sociais e humanas.

A primeira etapa é relatar sobre lugares ou ambientes que apresente modalidades culturais fascinantes e interessantes. Podemos conectar vários temas co-relacionados: mulher (condição do ser), negra (condição da raça), pobre (condição social), independente (condição cultural), beleza (condição estética) e assim por diante...

Os alunos, então, perceberão que seus entes (mãe, irmã, prima, avó, tia...) pode passar ou sentir essas condições. Necessita, então, redirecionar uma metodologia que demonstre que podemos inverter o "peso" de ser mulher, sem perder o respeito e valor pelo gênero feminino.

É por isso que devemos aproximar a realidade dessa cultura com o significado das diversidades da própria condição humana que o ser se evidencia. Assim podemos mencionar costumes de diversas regiões em que a mulher comanda ou obedece, transforma ou foge, faminta ou farta, sozinha ou acompanhada, revolucionária ou apática: eis que a conectividade cultura/diversidade - história/geografia é somente a ponta do "iceberg" para ótimas pesquisas, teorias, conceitos, reflexões, resenhas e etc. Agora vamos abordar esse tema na perspectiva ensino-aprendizagem... Plano de Aula - CULTURA E DIVERSIDADE.
CreativeCommons

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Comentários


colunista

Donizetti Damião Alves dos Santos

Sou formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) como Bacharel em Filosofia. Leciono há 18 anos . Atualmente trabalho como professor de ensino fundamental (5º Ano - antiga 4ª Série.) numa escola integral no Município de Santa Bárbara d"Oeste. Gosto de refletir, pesquisar e elaborar temas, questões e problematizar teorias já formalizadas e dogmatizadas. Todo ser é um mistério