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Crime Violento Contra a Pessoa

Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

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A relação íntima que caracteriza a maioria desses crimes violentos
A relação íntima que caracteriza a maioria desses crimes violentos
Sistema de comportamento criminoso composto de atos envolvendo relacionamentos que resultam em conflito, lesão física grave ou morte. Incluem formas específicas, como homicídio, periclitação da vida e da saúde, estupro, sedução, corrupção de menores, todas de difícil prevenção, uma vez que em geral não são premeditadas, resultam de sentimentos irracionais, paixões ou medo.

A relação íntima que caracteriza a maioria desses crimes violentos, às vezes, facilita o trabalho da polícia na descoberta do agressor, mas também dificulta o controle das ações, frequentemente enredadas em situações de emotividade, como triângulos amorosos, desavenças, briga por dinheiro e disputas por propriedade, envolvendo pessoas que se conhecem e até se amam.

• a) Crime Ocasional Contra o Patrimônio

Sistema de comportamento criminoso que denota tipos e modalidades de furto, roubo, extorsão, apropriação indébita, estelionato, etc. quando cometidos de forma infrequente ou irregular, não raro por gente inexperiente. Os infratores não o fazem no exercício de uma carreira, são pés de chinelo ou menores de idade que assaltam, roubam veículos ou praticam atos de vandalismo em grupo ou para obter alguma vantagem econômica.
Não se consideram criminosos nem estão suficientemente familiarizados com a subcultura do crime. As técnicas que utilizam são deficientes e pouco desenvolvidas. Caso roubem, fazem-no para satisfazer necessidades imediatas, sem planejamento, até por desespero motivado por situação temporária de penúria, ou então por brincadeira ou aventura.

• b) Crime Organizado (Macrodelinquência)
A expressão macrodelinquência é modernamente utilizada para indicar o crime organizado, envolvendo a prática de ilícitos sofisticados, em que a vítima é a coletividade. Os delitos são praticados com o emprego da moderna tecnologia e decorrem, basicamente, do uso abusivo de instrumentos da economia, como, por exemplo, fraude, falsificação de moeda, lavagem de dinheiro obtido ilicitamente.

É possível conceituar crime organizado como àquele praticado por, no mínimo, três pessoas, permanentemente associadas, que cometem determinados crimes de forma reiterada, em consonância com a realidade de cada país. O conceito de crime organizado varia conforme a visão daquele que o estuda. Segundo Alberto Franco (ano, p.):

O crime organizado possui uma textura diversa: tem caráter transnacional na medida em que não respeita as fronteiras de cada país e apresenta características assemelhadas em várias nações; detém um imenso poder com base numa estratégia global e numa estrutura organizativa que lhe permite aproveitar as fraquezas estruturais do sistema penal; provoca dano social de alto vulto; tem grande força de expansão, compreendendo uma gama de condutas infracionais sem vítimas ou com vítimas difusas; dispõe de meios instrumentais de moderna tecnologia; apresenta um intrincado esquema de conexões com outros grupos delinquenciais e uma rede subterrânea de ligações com os quadros oficiais da vida social, econômica e política da comunidade; origina atos de extrema violência; exibe um poder de corrupção de difícil visibilidade; urde mil disfarces e simulações.

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