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Brasil, os outros, um novo horizonte

Artigo por Cristiano Araujo Mota - quarta-feira, 8 de agosto de 2012

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Brasil, um país forte
Brasil, um país forte
Já é sabido, que de tempos em tempos a sociedade sofre transformações, não por vontade própria, mas como uma consequência de seus atos, e no momento atual está acontecendo mais uma transformação do nosso dia a dia, e da forma na economia global. Entretanto alguns saem melhor que outros inesperadamente o Japão, por exemplo, depois que a guerra o devastou, todo o mundo imaginava, que eles não conseguiriam se levantar, mas com ousadia, trabalho e inteligência se tornaram uma das potências do nosso planeta.

Nos dias de hoje o nosso país pode acabar se tornando um dos mais importantes do planeta, mas não pela nossa competência, mas pela incompetência dos outros, e é claro por nosso talento, bem ai cabe a cada um dizer se este talento é positivo, ou negativo.

Com a crise que assola a Europa, em miúdos, por gastos exorbitantes para ostentação de berço do mundo, chegou a hora de pagar a conta, só que eles não são tão ricos como imaginavam. E toda a população daquele continente sofrerá estes abusos.

O Brasil, por outro lado não está na mesma situação, não por ser melhor, mas por ter uma carga tributária enorme, que já paga esta conta a bastante tempo, ou seja, o povo brasileiro já sofre estes abusos. Com a imagem de que o Brasil é um país forte, com potencial, o mundo virou os olhos para cá, e o Brasil bateu no peito “é nós”, começou a baixar os juros, para atrair capital estrangeiro, incentivou o crédito, e o sucesso aconteceu, a indústria aumentou a produção, gerando mais empregos, houve investimento produtivo, havendo mais impostos, e com isso todo mundo ficou feliz. Mas como tudo que é bom, dura pouco, e no nosso caso, esse bom foi baseado em crédito, e como o brasileiro não tem educação financeira, acabou a brincadeira, e com isso tudo que foi enfatizado como qualidade sofre as consequências, ou seja, as famílias estão muito endividadas, ou inadimplentes, com isso o consumo diminui, as indústrias produzem menos, tem o desemprego naturalmente, o consumo diminui, e a arrecadação de impostos também.

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colunista

Cristiano Araujo Mota

- Formado em Ciências Contábeis pela UFRR; - Formado em Direito pela Faculdade Cathedral/RR; - CPA 10 ANBID; - Bancário há 12 anos.