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Biologia
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É preciso mais atenção para que a coleta seletiva não se misture ao lixo comum
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 às 9:53h

A coleta seletiva é uma das atitudes que iriam ajudar muito a prevenção do meio ambiente. Separar o lixo doméstico como papel, plástico, metal e restos de alimentos já é um grande feito. No entanto, o que está acontecendo ultimamente é que algumas pessoas se preocupam em fazer a coleta seletiva e o lixo acaba sendo misturado com o lixo comum.
Em razão a tais falhas e a falta de uma fiscalização da prefeitura, cerca de 35% desse material não é reaproveitado. O que ocorre é o excesso de lixo compactado pelos caminhões, o que resulta em vidros quebrados, plásticos fundidos, impossibilitando a separação da coleta.
Com tanto desperdício em São Paulo, a quantidade de lixo reciclável diminui cada vez mais. No ano de 2008, o valor foi de 7% do lixo domiciliar propício à reciclagem e menos de 1% do total produzido.
“É uma pena que exista um desperdício tão grande de uma enorme quantidade de matéria-prima que poderia ser utilizada para a produção de novos manufaturados”, lamenta o biólogo e tutor do Portal Educação, Carlos Lehn.