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15 de agosto de 2008
A economia dos recursos naturais lida com os aspectos da extração e exaustão dos recursos naturais ao longo do tempo. Emerge das análises neoclássicas a respeito da utilização das terras agrícolas, dos minerais, dos peixes, dos recursos florestais madeireiros e etc.
A Economia dos Recursos Naturais analisa os recursos ambientais no seu papel de matérias-prima, de inputs para os processos produtivos. Vinculada à abordagem neoclássica, mantém-se fundamentada no utilitarismo, no individualismo metodológico e no equilíbrio, realizando, portanto, análises sobre as formas de “uso ótimo” dos recursos.
O principal critério para a classificação dos recursos naturais é a capacidade de recomposição de um recurso no horizonte do tempo humano. Um recurso que é extraído mais rápido do que é reabastecido por processos naturais é um recurso não-renovável. Um recurso que é reposto tão rápido quanto é extraído é certamente um recurso renovável.
Em relação a Economia dos Recursos Naturais temos a seguinte classificação:
Renováveis, ou reprodutíveis: solos, ar, águas, florestas, fauna e flora no geral.
Não renováveis, ou exauríveis, esgotáveis ou não reprodutíveis: minérios, combustíveis.
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