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O Protocolo de Kyoto e a Emissão de CO2 - 1998 -2005

Artigo por Colunista Portal - Educação - segunda-feira, 22 de outubro de 2012

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O Protocolo de Kyoto propõe diminuição dos gases de efeito estufa
O Protocolo de Kyoto propõe diminuição dos gases de efeito estufa

O Protocolo de Kyoto foi um documento assinado em Kyoto, no Japão, no ano de 1997 tratando de estabelecer regras para a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases causadores do efeito estufa.


Na realidade foi aberto para assinaturas em 11 de dezembro de 1997, mas só entrou realmente em vigor na data de 16 de fevereiro e 2005, pois havia a necessidade de englobar no mínimo um percentual de 55% dos países que mais produzem os gases de efeito estufa. E finalmente em novembro de 2004 a Rússia ratificou o acordo gerado pela assinatura do Protocolo, perfazendo, portanto o mínimo de países poluidores, exigido para que o Protocolo entrasse em vigor com a eficácia necessária.


O Protocolo de Kyoto é um documento que propõe uma data limite para a diminuição das emissões dos gases de efeito estufa. Entretanto, esta diminuição em termos de obrigação não é delegada a todos os países, mas somente para os países desenvolvidos que são considerados os mais poluidores do mundo.


Para os países em desenvolvimento como o Brasil, não foi definido um percentual de diminuição, nem uma data limite para tal atitude, mas estes se comprometeram a fazer o possível para que ocorra a diminuição dos gases de efeito estufa também nos seus territórios.


A iniciativa de adaptar tecnologias e modificar a utilização de combustíveis fósseis por outras fontes de energia consideradas como energia limpa, pois não polui o meio ambiente com os tais gases de efeito estufa, também foi um dos principais itens abordados no Protocolo e um compromisso entre os países que ratificaram o Protocolo.


O Brasil se comprometeu a diminuir também as queimadas, que são a principal fonte de emissões de gases de efeito estufa, pois as fontes de energia que o Brasil utiliza são em sua maioria consideradas fontes de energia limpa, visto que não emitem os gases nocivos, causadores do tão falado efeito estufa. Mas lembramos mais uma vez que este comprometimento, no caso do Brasil não tem conotação de obrigatoriedade, pois o Brasil está entre os países considerados em desenvolvimento.


Os países em desenvolvimento como o Brasil, o México, a Argentina e a Índia apesar de terem assinado o protocolo de Kyoto, foram isentos desta obrigatoriedade de prazos e metas estipuladas, pois se entende que esses países necessitam de prioridade em outras áreas como a social, devido à pobreza que impera em seu território e também porque estes países em desenvolvimento não colaboraram sobremaneira para o acúmulo destes gases de efeito estufa na atmosfera, pois o advento das indústrias teve seu início tardiamente nos países em desenvolvimento, ocorrendo somente por volta dos anos 1950.

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