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1 de janeiro de 2008
As formas pelas quais as presas evitam os predadores são tão diversas quanto as táticas de caça dos predadores. Os organismos que são muito pequenos comparados com o tamanho de seus predadores - aqueles capturados por filtradores, por exemplo - apresentam poucas adaptações para evitarem ser capturados, mas uma presa maior pode esconder-se, lutar ou fugir. Um campo não oferece lugares para os grandes ungulados se esconderem, por isso para escapar depende de detectar com antecedência os predadores e de velocidade. As plantas não podem fugir e devem contar com espinhos e substâncias químicas para manter afastados os herbívoros.
Atitudes defensivas raramente envolvem combate físico porque poucas presas podem enfrentar seus predadores, e os predadores cuidadosamente evitam aquelas que podem. Em vez disso, muitos organismos aparentemente indefesos produzem cheiros enganosos ou secreções químicas nocivas para dissuadir os predadores. "Escorpiões-de-chicote" e " besouros-bombardeiros" espargem diretamente líquidos nocivos nos animais ameaçadores. Muitas plantas e animais contêm substâncias tóxicas, tornando-os não comestíveis ou venenosos. Animais de movimentos lentos, como o porco-espinho (família Hystricidae) e o tatu (família Dasypodidae), protegem-se com espinhos ou carapaças de cobertura.
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