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Problemas nas estradas Brasileiras


2 de janeiro de 2012


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Problemas nas estradas brasileiras x governo

1. Problemas nas estradas brasileiras x governo
Na atualidade, há uma preocupação muito grande quando relacionado ao desenvolvimento de meios para melhoria na área da logística, tanto para melhoria das áreas de produção e comércio como nos próprios órgãos públicos, há uma deficiência muito grande por parte do governo em se preocupar com a boa inserção de meios eficientes na mesma, um ponto bastante importante que rodeia toda essa gama industrial e comercial é o mau funcionamento das rodovias, ferrovias, estradas em geral, ficando cada vez mais precária, acontecendo frequentemente acidentes, roubos e atrasos nos processos produtivos das empresas.

O que adianta ter um sistema interno de gerenciamento de estoque responsável por todo fluxo de pedidos? Se nossas estradas fossem consertadas, teríamos ai um grande país com um ótimo conceito quando relacionado à logística, por exemplo: solicitação do pedido, aprovação, feedback para o fornecedor com a aprovação, aí entra o mau estado das estradas, onde poderá criar um gargalo, ocorrendo um atraso no seu pedidos.


Com o estudo da logística, podemos enfrentar esses problemas incluindo, assim, planejamento e controle logístico. A maioria das empresas hoje em dia utiliza transporte terceirizado, ou seja, é um investimento bastante caro. Como exemplo, a compra de caminhões para essas atividades. É necessário criar o setor de transporte e controlar frequentemente o tráfego. Já com a terceirização, há uma facilidade quanto ao melhor controle do trâmite das atividades.


O governo em si teria que ter maior preocupação com a qualidade das estradas. Investidores estão preocupados com o estado da infra-estrutura do país, o que pode aumentar significativamente o custo de obter mercadorias para o mercado, conforme (Fleeury, Paulo Fernando, 2003, p.130).

A velocidade refere-se ao tempo decorrido de movimentação em dada rota, também conhecido como ‘transit time’, sendo o modal aéreo o mais rápido de todos. A disponibilidade é a capacidade que um modal tende a atender a qualquer parte origem/destino de localidades. As transportadoras rodoviárias apresentam a maior disponibilidade.

Ou seja, a estradas em si é uma forma adequada quanto à maior disponibilidade de rotas. A maior parte das estradas brasileiras, portos, e ferrovias, foram construídos nos anos 1960 e início dos anos 1970, quando o governo militar iniciou um grande programa de investimento estatal. Em São Paulo os dois terminais internacionais, via aeroporto, foram construídos para lidar com 17 milhões de passageiros por ano, mas este atingiu os 21 milhões no ano de 2010, estão projetando a construção de um terceiro terminal que tem sido descrito como uma prioridade desde o final dos anos 90, mas até o momento nada foi feito.


Então porque estou falando de aeroporto? O motivo é que a melhoria dos transportes aéreos irá afetar o transporte rodoviário por motivo de maior quantidade de viagem e trajetos aumentando assim a logística, e como a mesma é considerada a mais rápida, cada vez mais o transporte rodoviário ou ferroviário cria essa margem de que está sempre com problemas. Dizem que a privatização é a melhor maneira de sair desses problemas, em Santos (São Paulo), há uma demanda muito grande quando relacionado ao aumento dos acessos e estradas, pois os mesmos são limitado, há muitas estradas em péssimas condições com isso atrasa as viagens e aumenta o custo, pois é consumido combustível, peças de reposição, alimentação, pois aumenta a quantidade de dias, e até mesmo mexe com o psicológico do motorista que passa dias e dias naquela situação.


Reprisando conforme site da Ibralog – www.ibralog.org.br: “O vai e volta dos buracos na maioria das rodovias pavimentadas do Brasil representa pesado custo para o bolso do contribuinte, resultado de projetos equivocados e gestões relapsas, os danos causados pelo tempo, pelo tráfego e pelas chuvas sobre os 212 mil quilômetros asfaltados sob responsabilidade do setor público levam para o ralo todos os anos R$ 5 bilhões, segundo cálculo do Banco Mundial, essa conta de velhas e novas crateras só é paga parcialmente, ampliando o passivo do mau estado das estradas. Para piorar, as chamadas operações tapa-buracos, tocadas por governos municipais, estaduais e federal, têm alcance superficial e os orçamentos utilizados dão margem à corrupção. Os resultados dos reparos duram, no máximo, dois anos, quase sempre pedindo novas obras no começo do novo período eleitoral”.


Começando então uma corrupção política, formando assim um elo de interesses políticos, os governos federal, municipais e estaduais, estipulam os valores para as obras e os mesmo são desguiados com superfaturamentos e fazem obras que passam anos e que ficam acumulados de governo a governo e cada vez mais nunca há um resultado concreto quanto a finalização dessas obras, acima podemos perceber que esses problemas são contínuos, pois há uma interação da própria natureza que com suas chuvas/sol fazem se deteriorar os asfaltos e estruturas de aço das ferrovias, tem que haver um planejamento eficiente quanto a melhorias e controle, e acompanhamento desse métodos utilizados para conservação dessas estradas.


Isso afeta todo o Brasil, já somos considerado como o país de políticos corruptos, podem até não ser, mais a acomodação perante os projetos das estradas é enorme, como administrador creio que se tivéssemos planos de controle de desempenho nessas estradas, seria de uma eficiência bastante superior, controles via satélite eficazes com uso da internet, com locação de sensores nos caminhões para saber qual parte das estradas estão com problemas. Quer dizer são coisas simples que podem ser estudadas e utilizadas para esses tipos de situações, mas precisa de investimento e infelizmente com a corrupção não há trégua.


Conforme (Hong Yuh Ching, 2006. P.204) os maiores problemas de logística estão relacionados as rodovias, ferrovias portos e hidrovias citando a degradação por tempo de instalação das infraestruturas, portos sem berços d’água, falta de sinalização nas estradas entre outros. Outrossim é bastante importante o investimento, planejamento e controle das estradas pelas próprias empresas criando assim uma comissão para esses assuntos. Conforme o site da Clicrbs – www.clicrbs.com.br

1. Problemas nas estradas brasileiras x governo

Na atualidade, há uma preocupação muito grande quando relacionado ao desenvolvimento de meios para melhoria na área da logística, tanto para melhoria das áreas de produção e comércio como nos próprios órgãos públicos, há uma deficiência muito grande por parte do governo em se preocupar com a boa inserção de meios eficientes na mesma, um ponto bastante importante que rodeia toda essa gama industrial e comercial é o mau funcionamento das rodovias, ferrovias, estradas em geral, ficando cada vez mais precária, acontecendo frequentemente acidentes, roubos e atrasos nos processos produtivos das empresas.


O que adianta ter um sistema interno de gerenciamento de estoque responsável por todo fluxo de pedidos? Se nossas estradas fossem consertadas, teríamos ai um grande país com um ótimo conceito quando relacionado à logística, por exemplo: solicitação do pedido, aprovação, feedback para o fornecedor com a aprovação, aí entra o mau estado das estradas, onde poderá criar um gargalo, ocorrendo um atraso no seu pedidos.


Com o estudo da logística, podemos enfrentar esses problemas incluindo, assim, planejamento e controle logístico. A maioria das empresas hoje em dia utiliza transporte terceirizado, ou seja, é um investimento bastante caro. Como exemplo, a compra de caminhões para essas atividades. É necessário criar o setor de transporte e controlar frequentemente o tráfego. Já com a terceirização, há uma facilidade quanto ao melhor controle do trâmite das atividades.


O governo em si teria que ter maior preocupação com a qualidade das estradas. Investidores estão preocupados com o estado da infra-estrutura do país, o que pode aumentar significativamente o custo de obter mercadorias para o mercado, conforme (Fleeury, Paulo Fernando, 2003, p.130).


A velocidade refere-se ao tempo decorrido de movimentação em dada rota, também conhecido como ‘transit time’, sendo o modal aéreo o mais rápido de todos. A disponibilidade é a capacidade que um modal tende a atender a qualquer parte origem/destino de localidades. As transportadoras rodoviárias apresentam a maior disponibilidade.


Ou seja, a estradas em si é uma forma adequada quanto à maior disponibilidade de rotas. A maior parte das estradas brasileiras, portos, e ferrovias, foram construídos nos anos 1960 e início dos anos 1970, quando o governo militar iniciou um grande programa de investimento estatal. Em São Paulo os dois terminais internacionais, via aeroporto, foram construídos para lidar com 17 milhões de passageiros por ano, mas este atingiu os 21 milhões no ano de 2010, estão projetando a construção de um terceiro terminal que tem sido descrito como uma prioridade desde o final dos anos 90, mas até o momento nada foi feito.


Então porque estou falando de aeroporto? O motivo é que a melhoria dos transportes aéreos irá afetar o transporte rodoviário por motivo de maior quantidade de viagem e trajetos aumentando assim a logística, e como a mesma é considerada a mais rápida, cada vez mais o transporte rodoviário ou ferroviário cria essa margem de que está sempre com problemas. Dizem que a privatização é a melhor maneira de sair desses problemas, em Santos (São Paulo), há uma demanda muito grande quando relacionado ao aumento dos acessos e estradas, pois os mesmos são limitado, há muitas estradas em péssimas condições com isso atrasa as viagens e aumenta o custo, pois é consumido combustível, peças de reposição, alimentação, pois aumenta a quantidade de dias, e até mesmo mexe com o psicológico do motorista que passa  dias e dias naquela situação.


Reprisando conforme site da Ibralog – www.ibralog.org.br: “O vai e volta dos buracos na maioria das rodovias pavimentadas do Brasil representa pesado custo para o bolso do contribuinte, resultado de projetos equivocados e gestões relapsas, os danos causados pelo tempo, pelo tráfego e pelas chuvas sobre os 212 mil quilômetros asfaltados sob responsabilidade do setor público levam para o ralo todos os anos R$ 5 bilhões, segundo cálculo do Banco Mundial, essa conta de velhas e novas crateras só é paga parcialmente, ampliando o passivo do mau estado das estradas. Para piorar, as chamadas operações tapa-buracos, tocadas por governos municipais, estaduais e federal, têm alcance superficial e os orçamentos utilizados dão margem à corrupção. Os resultados dos reparos duram, no máximo, dois anos, quase sempre pedindo novas obras no começo do novo período eleitoral”.


Começando então uma corrupção política, formando assim um elo de interesses políticos, os governos federal, municipais e estaduais, estipulam os valores para as obras e os mesmo são desguiados com superfaturamentos e fazem obras que passam anos e que ficam acumulados de governo a governo e cada vez mais nunca há um resultado concreto quanto a finalização dessas obras, acima podemos perceber que esses problemas são contínuos, pois há uma interação da própria natureza que com suas chuvas/sol fazem se deteriorar os asfaltos e estruturas de aço das ferrovias, tem que haver um planejamento eficiente quanto a melhorias e controle, e acompanhamento desse métodos utilizados para conservação dessas estradas.


Isso afeta todo o Brasil, já somos considerado como o país de políticos corruptos, podem até não ser, mais a acomodação perante os projetos das estradas é enorme, como administrador creio que se tivéssemos planos de controle de desempenho nessas estradas, seria de uma eficiência bastante superior, controles via satélite eficazes com uso da internet, com locação de sensores nos caminhões para saber qual parte das estradas estão com problemas. Quer dizer são coisas simples que podem ser estudadas e utilizadas para esses tipos de situações, mas precisa de investimento e infelizmente com a corrupção não há trégua.


Conforme (Hong Yuh Ching, 2006. P.204) os maiores problemas de logística estão relacionados as rodovias, ferrovias portos e hidrovias citando a degradação por tempo de instalação das infraestruturas, portos sem berços d’água, falta de sinalização nas estradas entre outros. Outrossim é bastante importante o investimento, planejamento e controle das estradas pelas próprias empresas criando assim uma comissão para esses assuntos. Conforme o site da Clicrbs – www.clicrbs.com.br


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Linconl da Silva Lucena

Linconl da Silva Lucena

Acadêmico de Administração, sempre ligado com as novas tendências da tecnologia, trabalha na área de Controle/ Programação de Manutenção Industrial, Web Design, Publicitário nas horas vagas.

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