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Aprendendo com os próprios erros

Artigo por Salatiel Soares Diniz - segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

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Aprendendo com os próprios erros
Aprendendo com os próprios erros
Olá, paz e luz! Não existe nada mais desagradável do que conviver com uma pessoa mal humorada. Procure manter o entusiasmo! Ninguém gosta de conviver com pessoas mal humoradas. Tenha orgulho de sua imagem e goste da pessoa que você é. Sabe aquelas pessoas que reclamam de tudo e com tudo? Sim, aquelas mesmas; e que eu costumo chamá-las de pessoas portadoras da Síndrome da Hiena. Essas pessoas não conseguem enxergar que elas são um polo de oportunidades, que trazem dentro de si uma genialidade que precisa acordar.

Todo e qualquer ser humano traz dentro de si um talento que precisa desabrochar, tomar forma, cor, brilho. As paraolimpíadas, por exemplo, mostra-nos o quanto podemos superar as nossas limitações. Na verdade a nossa maior limitação está em nossa tela mental. A forma como pensamos é quem determina se seremos ou não um atleta. E não as nossas limitações físicas. Estas até podem dificultar um pouco, conquanto, não são determinantes. Como disse, o determinante está no pensar. Uma grande e brilhante ideia não nasce do nada, mas como uma resultante - pelo menos - de horas de reflexão, ensaio e erro. Aprender com os erros é assumir a responsabilidade de não desistir dos seus sonhos. Mesmo que tudo a sua volta diga não. Não é uma questão de teimosia, mas de poder acreditar que você pode. Claro que isto requer assumir as próprias responsabilidades do seu projeto. Assumir riscos. Não ter medo de errar.

Ora, imaginemos se o aluno desistisse de aprender a escrever por que não conseguiu escrever corretamente a sua primeira palavra, o seu primeiro cálculo, a sua primeira dissertação, sua primeira experiência científica e assim por diante. Provavelmente não teríamos tido o 14 Bis, a pólvora, a penicilina, o automóvel, o telefone, muito menos o celular, tampouco os transplantes. Devemos lembrar que por sermos filhos de Deus, trazemos em nosso íntimo a virtude da inteligência, por termos recebido diferentes dons , cabe a cada um saber lidar e amadurecer seus próprios dons. Por exemplo, até gosto de cozinhar, mas decididamente não tenho o dom da culinária. Cozinho estritamente o necessário para não passar fome. Enquanto que há verdadeiros mestres (deuses) na arte da culinária. Gosto de escrever, dar aulas e fazer uma boa palestra. Certa vez, uma pessoa que eu admiro muito me disse que, as palestras eram a menina dos meus olhos. Pura verdade, sinto-me bem fazendo palestras motivacionais.

Palestras onde eu possa deixar uma palavra que faça a diferença na vida de quem esteja escutando. Este trabalho nada mais é que fruto das palestras que tenho feito ao longo desses últimos anos. Lembro, neste momento, de uma palestra que fiz em Alagoas - sobre Gestão de Talentos - e, no final, uma das pessoas que assistira disse que eu o havia tocado profundamente e que a partir de então iria rever seus conceitos, sua postura. Ora, isto é muito gratificante. De alguma forma eu o contagiara; sua vida tomara um novo tom a partir daquela palestra. ? E você? Quem você tem tocado alguém? ? O seu jeito de ser tem agradado ou desagradado às pessoas? ? Você tem plantado URTIGAS ou ROSEIRAS?

"O coração contente alegra o semblante; O coração triste deprime o espírito" (Pv. 15:13) Como está o seu coração hoje? Não se esqueça de que: SOMOS AQUILO QUE PENSAMOS! Um grande cheiro em teu coração e que Papai do céu continue nos abençoando.
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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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colunista

Salatiel Soares Diniz

Psicólogo, Palestrante e Escritor. Autor dos livros: Gestão de Atendimento ao Cliente (Editora Viena, 2014); Gestão de Pessoas (Ed.Viena, 2013); Vivendo e aprendendo, com o mestre Jesus (Cube de Autores, 2012). Coautor nos livros: Seleta Cutural Brasil-Portugal (Ed.LP-Books, 2014); Capital Intelectual (Ed. Ser Mais, 2013).